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Dia a Dia

Com gasolina a R$ 3,15, Argentina limita quantidade para brasileiros

11 de novembro de 2021 Dia a Dia
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Acesso a Puerto Iguazú: corrida de brasileiros à gasolina barata (Foto: YouTube/Reprodução)
Acesso a Puerto Iguazú: corrida de brasileiros à gasolina barata (Foto: YouTube/Reprodução)
Por Denise Paro, da Folhapress

PUERTO IGUAZÚ – Para frear a corrida de brasileiros aos postos de Puerto Iguazú, município vizinho a Foz do Iguaçu, no Paraná, os argentinos limitaram a no máximo 15 litros a venda de gasolina para veículos com placas estrangeiras, diante da grande procura por causa da alta dos preços dos combustíveis no Brasil.

A medida foi tomada para evitar o desabastecimento na cidade. Mesmo com o limite, motoristas brasileiros não deixam de cruzar a fronteira da Argentina com o Paraná para economizar.

O litro da gasolina em Puerto Iguaçu é praticamente a metade do preço encontrado no Brasil. Na cidade argentina, o valor do litro do combustível varia entre 92,50 e 95,20 pesos, dependendo do tipo, o que equivale a aproximadamente R$ 3,15 a R$ 3,60.

O preço é muito atrativo para brasileiros, uma vez que em Foz do Iguaçu o litro é vendido em média por R$ 6,90. Além de brasileiros, os postos argentinos têm atraído também paraguaios, que têm pagado aproximadamente R$ 4,10 pelo litro da gasolina em seu país.

Apesar da restrição, há postos de combustível argentinos permitindo até 30 litros por veículo, desde que 15 litros seja de gasolina comum e outros 15 de aditivada. Um motorista brasileiro que não quis se identificar diz que frentistas aceitam propina de R$ 10 para encher o tanque.

Para não perder a viagem, alguns motoristas abastecem 15 litros em um posto e outros 15 em outro. Em razão da grande movimentação de estrangeiros, os postos organizam uma fila exclusiva para argentinos.

Representantes da Câmara de Combustíveis da província de Missiones, Faruk Jalaf diz que Puerto Iguazú, cidade de 80 mil habitantes, tem apenas cinco postos e a quantidade de gasolina que chega à cidade não é suficiente para atender a demanda de motoristas do Brasil e do Paraguai.

Em outras cidades argentinas, conta, há também uruguaios que cruzam a fronteira. “As estações de combustíveis têm cotas (quantidade de combustível) que está diminuindo”. Jalaf diz que o valor da gasolina argentina está mais em conta porque o preço está congelado há mais de seis meses. Por isso, segundo ele, há postos à beira da falência.

A busca pela economia leva brasileiros e paraguaios a enfrentarem filas durante duas horas ou mais para chegar às bombas de combustível. Na manhã de quarta-feira (10), a reportagem observou que a fila em um posto da bandeira Shell passava de duas quadras. Até mesmo um comércio informal já se instalou na região dos postos. Ambulantes oferecem aos motoristas alfajor, água e serviço de câmbio – eles vendem peso, moeda argentina, por R$ 0,031.

Moradora de Foz do Iguaçu, a pedagoga Renata Cabral diz que vai a Puerto Iguazú a cada dez dias para abastecer. “É só ter um pouco de paciência. Pela diferença do valor dá para esperar tranquilo”, conta. Para aproveitar a viagem, ela também costuma passar em supermercados para comprar carne e laticínios que estão mais baratos do que no Brasil.

Outro frequentador dos postos argentinos é o produtor cultural Dalmont Benites. Este ano já é a terceira vez que ele cruza a fronteira para abastecer.

Benites ressalta que além do preço atrativo, a gasolina argentina rende mais no veículo. “Com um tanque brasileiro eu ando uma semana, com o argentino, três semanas”, diz. Além da fila nos postos, os motoristas estrangeiros também enfrentam uma fila para passar pela aduana.

Antes de entrar na Argentina, é preciso mostrar o comprovante de vacinação completo para poder fazer o trâmite de ingresso.

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Assuntos Foz do Iguaçu, preços dos combustíveis, Puerto Iguazú
Cleber Oliveira 11 de novembro de 2021
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1 Comment
  • JOAO LUIZ DE CASTRO disse:
    14 de novembro de 2021 às 04:58

    sobre a apreensão de drogas, quem não sabe ou nunca se ouviu falar que esse combate, não passa de uma mera fachada de moralidade alá #bolsonarogenocida ? As prisões continuam lotadas de pobres, pretos, analfabetos e pessoas das periferias. Nas grandes cidades, a PM faz grande estardalhaços com cirenes viaturas para se dá um ar de seriedade enquanto órgãos como: secretaria de ação social, promoção humana, integração, educação, nem aparece. A imprensa tem o seu plantão para noticiar para a elite HIPÓCRITA medíocre, que tem seus filhos, de olhos azuis, recebendo noticias e drogas em primeira mão, estudando nas melhores escolas, universidades, protegidos pela PM truculenta com a periferia e dócil, meiga e canalha nas blitz e submissa com essa podre elite do atraso, cujos filhos de “vc sabe com quem está falando”? desembargadores, promotores, juízes, profissionais liberais vomitam #bolsolixo etc

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