O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Geral

Colégio leva pais de criança trans à Justiça em guerra por nome social

9 de setembro de 2022 Geral
Compartilhar
Por Dani Avelar, da Folhapress

SÃO PAULO – Os pais de Luana (nome fictício), criança trans de cinco anos de idade, só queriam que a filha tivesse o nome social respeitado na escola, mas se viram envolvidos em uma batalha judicial após o Porto Seguro, tradicional colégio particular de São Paulo, acionar o Ministério Público.

“A nossa vida virou de cabeça para baixo”, diz a mãe de Luana, a jornalista Raquel – o nome também é fictício para preservar a identidade da família. A mãe pediu anonimato por temer se tornar alvo de grupos de ódio. Ela deixou o trabalho para responder à ação na Justiça e para dar apoio à filha, que teve de mudar de escola.

Segundo a mãe, Luana, que foi registrada como sendo do sexo masculino ao nascer, demonstra interesse por roupas e brinquedos associados ao universo feminino desde que tinha um ano e três meses de idade. A partir dos dois anos, passou a insistir em ser chamada pelo nome social, desejo acolhido pelos pais.

O nome social, diferente do nome de registro, é aquele pelo qual pessoas trans preferem ser chamadas no dia a dia, em consonância com a sua identidade de gênero.

O Ministério da Educação e a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo orientam estabelecimentos de ensino a adotarem o nome social sempre que alunos trans solicitarem. Para estudantes menores de 18 anos, é preciso que o pedido seja feito pelos pais.

Na escola, Luana tinha a sua identidade de gênero respeitada pelos professores, mas encontrou resistência por parte da coordenação, de acordo com a família.

Por isso, em maio, Raquel enviou uma carta ao Porto Seguro pedindo que Luana fosse tratada pelo nome social e por pronomes femininos. Também entregou o parecer de uma psicóloga aconselhando o uso do nome social no ambiente escolar.

Raquel relata que a carta não foi bem recebida pelo colégio. Chegaram a sugerir que a criança se identifica como menina por falta de referência masculina em casa, conta. Ela é separada do pai de Luana, que também foi intimado no processo e, nos autos, manifestou apoio à transição da filha.

Três dias após o recebimento da carta, o Porto Seguro protocolou uma representação no Ministério Público afirmando que atenderia ao pedido da família e passaria a chamar Luana pelo nome social. O colégio declarou, porém, ser incapaz de confirmar se os direitos da criança estavam sendo assegurados com base na Constituição Federal e no Estatuto da Criança e do Adolescente – sem, contudo, apresentar indícios de maus-tratos ou abuso parental.

Procurado pela reportagem, o colégio afirmou que “em respeito à cidadania, aos direitos humanos, à diversidade e ao pluralismo, sempre atende à solicitação das famílias e à legislação vigente, inclui o nome social nos registros escolares internos e instrui seus colaboradores para que os alunos sejam tratados da forma requerida”.

Por meio de sua assessoria de imprensa, a instituição disse ainda que não se manifestaria especificamente sobre o caso em razão do sigilo de processos envolvendo menores. “A privacidade das crianças é um princípio fundamental para o colégio”.

Após receber a representação, a Promotoria da Infância e da Juventude acionou a Justiça contra os pais de Luana para averiguar a necessidade de aplicação de medida de proteção. O objetivo era investigar os sinais de incongruência de gênero da criança que justificassem o uso do nome social.

“Toda representação encaminhada ao Ministério Público é registrada e dará ensejo a abertura de procedimento administrativo ou judicial. No presente caso, optou-se pela distribuição judicial de medida de proteção”, diz, em nota, a promotora Marianí Atchabahian, responsável pelo caso.

O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo ordenou o arquivamento da ação em 26 de agosto a pedido da Promotoria, após os pais apresentarem indícios de que a criança se identificava com o gênero feminino desde os primeiros anos de vida e de que seus direitos estavam sendo devidamente assegurados.

Raquel se diz aliviada com o desfecho do caso. “Fico feliz que o Ministério Público e a Justiça tenham reconhecido que estamos acolhendo a nossa filha”, afirma.

Agora, a Promotoria, por meio do Grupo de Atuação Especial de Educação, planeja instaurar um procedimento administrativo para se certificar, junto ao Porto Seguro e à Equipe de Supervisão de Ensino da Secretaria da Educação paulista, que o colégio tem um projeto pedagógico que englobe questões relacionadas à diversidade.

“A escola deve ser um ponto de apoio para o desenvolvimento das crianças”, diz a advogada Regiani Abreu, mãe de um adolescente trans e integrante do movimento Mães Pela Diversidade, que luta pelos direitos de jovens LGBTQIA+.

Para Abreu, não é razoável que pais de crianças trans tenham que dar explicações à Justiça sobre o gênero de seus filhos. “Uma criança que tem a sua identidade de gênero respeitada não está em risco, muito pelo contrário. Acolhê-la é papel de uma família atenta e amorosa”.

Notícias relacionadas

Amom propõe programa nacional para valorizar a cultura e as tradições amazônicas

Braga viabiliza investimentos em portos de Lábrea e SP de Olivença

Grupo DB reúne influenciadores de alcance nacional em Manaus

Braga percorre municípios do rio Juruá para prestar contas do mandato

Denúncia de Amom ao TCU sobre ‘Emenda Pix’ pode mudar regras de repasses

Assuntos nome social, Transsexual
Cleber Oliveira 9 de setembro de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Eleitor tem opção de justificar pelo e-Título (Foto: Marcello Casal Jr/ABr)
Política

Pessoas trans podem incluir nome social no título de eleitor; saiba como proceder

2 de fevereiro de 2026
Idam divulga nome de 71 nomeados após aprovação em concurso público (Foto: Idam/Divulgação)
Política

Projeto de lei federal institui suspensão de nome social em concurso

17 de dezembro de 2025
Dia a Dia

Militar não pode ser afastado da função por ser transsexual, decide STJ

13 de novembro de 2025
A inclusão do nome social no título é assegurada pela Resolução do TSE (Foto: ATUAL)
Dia a Dia

Nome social consta no título de 475 eleitores no Amazonas

20 de setembro de 2025

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?