O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

CGU aponta fraude e abre processo contra a Precisa, alvo da CPI da Covid

1 de setembro de 2021 Política
Compartilhar
Vacina Covaxin
Precsia Medicamentos é responsável pelo negócio bilionário da Covaxin (Foto: Kevin David/A7 Press/Folhapress)
Por Vinicius Sassise, da Folhapress

BRASÍLIA – O corregedor-geral da União, Gilberto Waller Júnior, instaurou um PAR (processo administrativo de responsabilização) contra a Precisa Medicamentos, responsável pela intermediação do negócio bilionário da vacina indiana Covaxin.

A decisão é do dia 24 de agosto, após a conclusão de uma investigação preliminar sumária, um tipo de apuração que antecede a formalização de um processo. O procedimento aponta fraude e “comportamento inidôneo” por parte da Precisa, alvo central da CPI da Covid no Senado.

Reportagem publicada pela Folha de S.Paulo no dia 13 de agosto mostrou que a área técnica da CGU (Controladoria-Geral da União) havia decidido pela abertura de processo para eventual punição da Precisa, na contramão do discurso do ministro bolsonarista Wagner Rosário.

O ministro, desde o início, fez a ponte com o Palácio do Planalto e minimizou a gravidade das fraudes e irregularidades.

A Corregedoria-Geral da União funciona no âmbito da CGU. O trabalho do corregedor-geral e das Diretorias de Responsabilização de Agentes Públicos e de Entes Privados envolveu diligências como depoimentos, análise de documentos e apreensão de computadores.

Na prática, houve duas auditorias dentro da CGU. Uma foi capitaneada pelo ministro e foi feita às pressas, para atender aos interesses do Planalto. O relatório, divulgado por Rosário, descartou diversas irregularidades e resumiu-se a dizer que houve montagem de documentos por parte da Precisa.

Já a investigação sumária foi concluída com apontamentos de indícios de fraude e “comportamento inidôneo”, como consta em registros internos da CGU sobre processos abertos para responsabilizar empresas contratadas pelo governo federal.

O procedimento é mantido em sigilo. A CGU não deu publicidade à instauração do PAR, como usualmente ocorre nesses casos.

Não há informação se houve também abertura de PADs (processos administrativos disciplinares) para responsabilizar servidores públicos que viabilizaram o contrato de R$ 1,6 bilhão para compra de 20 milhões de doses da Covaxin.

O contrato foi assinado por Roberto Ferreira Dias, que exercia o cargo de diretor do Departamento de Logística em Saúde no ministério. A negociação foi conduzida pelo coronel da reserva do Exército Élcio Franco Filho, então secretário-executivo da pasta.

Dias foi demitido do cargo após acusações, reveladas pela Folha, de que teria cobrado propina de US$ 1 por dose de vacina inexistente num mercado paralelo de imunizantes para Covid-19.

Franco, após deixar o ministério, ganhou um cargo de assessor especial na Casa Civil da Presidência da República. Dias e Franco são investigados na CPI da Covid.

Em nota, a CGU afirmou que a abertura do PAR foi publicada no Diário Oficial da União.

Sobre PADs, o órgão disse que “não divulga as respectivas instaurações com identificação de nomes e casos, em função de se tratar de trabalho de acesso restrito”. “Não temos como confirmar a abertura ou não de PADs relacionados a essa investigação”.

Dois auditores foram designados pelo corregedor-geral para conduzir o PAR. O prazo para a conclusão dos trabalhos é de 180 dias.

Entre as punições estudadas estão a declaração de inidoneidade da Precisa, com proibição de novos contratos com o poder público, e a aplicação de multa, que pode chegar a 20% do faturamento bruto, conforme previsto na Lei Anticorrupção. A empresa deve ser ouvida antes de uma eventual punição.

A Precisa disse, em nota, não ter sido notificada sobre a conclusão da investigação da CGU.

A empresa afirmou que “está à disposição das autoridades para esclarecer os fatos e comprovar que não há irregularidades, tendo seguido desde sempre os mais rigorosos critérios de integridade e interesse público, respeitando todas as normas legais e regras do contrato”.

Segundo a nota dos advogados Ticiano Figueiredo e Pedro Ivo Velloso, que defendem a Precisa e o dono da empresa, Francisco Maximiano, é a Envixia Pharmaceuticals – uma segunda intermediária do negócio, com sede nos Emirados Árabes Unidos – que tem a responsabilidade pela fraude em documentos apresentados ao Ministério da Saúde.

Somente com as revelações das fraudes e irregularidades o governo Jair Bolsonaro decidiu cancelar o contrato. Primeiro, houve uma suspensão, por determinação do corregedor-geral da União. Depois, o negócio foi cancelado de vez.

Rosário, bolsonarista e alinhado às demandas do Planalto, sempre minimizou as irregularidades na compra da Covaxin.

Primeiro, quando o governo anunciou a suspensão do contrato, em 29 de junho, o ministro da CGU afirmou que “existem denúncias de uma possível irregularidade que não conseguiu ainda ser bem explicada pelo denunciante”.

“Vamos fazer essa apuração para que a gente tenha certeza de que não existe nenhuma mácula no contrato”, disse.

O ministro omitiu que a suspensão do contrato foi uma determinação da Corregedoria-Geral da União e que a medida valeria até a conclusão da investigação preliminar.

Um mês depois, em 29 de julho, Rosário participou de entrevista coletiva para apresentar os resultados da auditoria que capitaneou. Ele apontou apenas montagens em documentos apresentados pela Precisa ao Ministério da Saúde, com encaminhamento à Polícia Federal para perícia.

O ministro negou existirem outras irregularidades no processo, como no tempo célere de análise da contratação, no preço da vacina – US$ 15, o mais alto dentre os imunizantes comprados pelo governo– e nos documentos para importação.

Esses documentos também têm indícios de adulteração e foram usados pela Precisa para tentar pagamentos antecipados de US$ 45 milhões.

Notícias relacionadas

PT aprova candidatura de Marcelo Ramos ao Senado e apoio a Omar

Fundo de advogado e aliado de Eduardo Bolsonaro comprou casa em cidade em que ele vive nos EUA

Lula e Flávio empatam em 45% cada em eventual 2º turno, diz Datafolha

Datafolha: diferença da rejeição de Lula para Flávio é de quatro pontos

Campanha de Flávio pede ao STF apuração sobre vazamento de conversas com Vorcaro

Assuntos CGU, CPI da Covid, Precisa Medicamentos
Murilo Rodrigues 1 de setembro de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Agentes da CGU na FCecon: operação contra fraude na saúde pública do Amazonas (Foto: CGU/Divulgação)
Dia a Dia

Operação combate fraudes na saúde pública do AM por uma única família

16 de outubro de 2025
Vinícius Marques em depoimento à CPMI do INSS (Foto: Andressa Anholete/Agência Senado)
Política

CGU soube de descontos em aposentadorias em 2019 ao receber denúncias

2 de outubro de 2025
Governo de Jair Bolsonaro publicou novo protocolo para uso de cloroquina, ampliando sua possibilidade de aplicação também para pacientes com sintomas leve (Foto: Facebook/Reprodução)
Política

Dino manda PF investigar relatório de CPI e incentivo ao uso de cloroquina por Bolsonaro

18 de setembro de 2025
Eliane Mota
Política

CPMI do INSS: Contag arrecadou R$ 3,4 bilhões de 2016 a 2025, diz CGU

5 de setembro de 2025

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?