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Dia a Dia

Caso Débora: Gil Romero é condenado a 63 anos e 7 meses de prisão

1 de junho de 2026 Dia a Dia
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José Nílson Azevedo da Silva ouve juiz determinar a setença de prisão (Imagem: TJAM/WhatsApp/Reprodução)
José Nílson Azevedo da Silva ouve juiz determinar a setença de prisão (Imagem: TJAM/WhatsApp/Reprodução)
Do ATUAL

MANAUS – Réu pelo assassinato de Débora da Silva Alves e do bebê dela ainda em gestação, Gil Romero Machado Batista, de 44 anos, foi condenado a 63 anos, 7 meses e 19 dias de prisão pela 2ª Vara do Tribunal do Júri de Manaus. O julgamento durou cinco dias e terminou na madrugada desta segunda-feira (1º).

Também réu no homicídio, José Nílson Azevedo da Silva foi condenado a 17 anos e 8 meses de prisão. A sentença foi por homicídio qualificado e proferida pelo juiz Fábio Alfaia. Devido à complexidade do caso e ao grande número de depoimentos, os trabalhos só foram encerrados nas primeiras horas desta segunda-feira.

Débora Alves da Silva foi assassinada no dia 29 de julho de 2023. Ela tinha 18 anos na época e estava grávida de oito meses. Débora foi morta asfixiada, teve o corpo queimado pelos réus e enterrado. Os restos mortais foram encontrados no dia 3 de agosto.

Ele retirou o bebê da barriga da vítima com uma faca. A criança estava morta, mas foi colocada dentro de um saco que foi amarrado com ferros e jogado no Rio Negro.

Gil Romero matou Débora para não assumir a paternidade do filho dela. Ele foi preso no dia 9 de agosto de 2023 em Curuá, no Pará, para onde havia fugido na época.

Débora Alves e Gil Romero: crime envolveu recusa em assumir paternidade (Fotos: Redes Sociais/Reprodução)
Débora da Silva Alves e Gil Romero: crime envolveu recusa em assumir paternidade (Fotos: Redes Sociais/Reprodução)

A Polícia Civil apurou que Débora da Silva Alves desapareceu no dia 29 de julho quando foi ao encontro de Gil Romero para juntos comprarem o berço do bebê. Débora foi encontrada na manhã do dia 3 de agosto, morta e carbonizada, em um área de mata no bairro Mauazinho, em Manaus.

No mesmo dia a polícia prendeu José Nilson Azevedo da Silva. Ele era colega de trabalho de Gil Romero.

À polícia, José Nilton relatou que no dia do crime, Gil Romero chegou ao terreno onde os dois eram vigilantes com a vítima dentro de um carro, já desacordada. Depois, segundo a polícia, os dois atearam fogo no corpo dela dentro de um camburão. Em seguida, o corpo foi jogado na área de mata.

Leia mais:

‘Um dos crimes mais brutais do AM’, diz promotor sobre o ‘Caso Débora’

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Assuntos Condenado, Débora da Silva Alves, Gil Romero, grávida, José Nilson Azevedo da Silva, manchete, tribunal do júri
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