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@zmanchete

Candidatos usam sentimento do eleitor como estratégia de campanha

24 de junho de 2018 @ zmanchete
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Protestos de 2013 acentuaram insatisfação política e desconfiança do eleitorado (Foto: Marcelo Camargo/ABr)
Protestos de 2013 acentuaram insatisfação política e desconfiança do eleitorado. Sentimento de insatisfação vira marketing eleitoral (Foto: Marcelo Camargo/ABr)
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Do Estadão Conteúdo

BRASÍLIA – Nem sempre as declarações enviesadas, a impaciência com o contraditório e o tom excessivamente bélico devem ser atribuídos a um descontrole ocasional ou a um mero traço de personalidade. Quando um pré-candidato à Presidência da República deixa transparecer sua raiva em público isso também pode ser pura estratégia.

A explicação para o comportamento tenso e até prematuramente agressivo de alguns postulantes ao Planalto pode estar na percepção do (mau) humor do eleitor. Um levantamento do Ipespe (Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas), realizado em março, ouviu 1.200 eleitores sobre os sentimentos em relação às eleições de outubro. Nesta amostragem, 83% dos pesquisados declararam ter emoções negativas; enquanto apenas 14% estariam imbuídos de sentimentos positivos. Os outros 3% não quiseram ou não souberam responder.

Os sentimentos negativos estão divididos em ‘preocupação’ (33%), ‘indignação ou raiva’ (27%); ‘tristeza’ (12%) e ‘medo’ (11%). Entre os sentimentos positivos, aparecem: ‘esperança’ (12%), ‘orgulho’ (1%) e ‘alegria’ (1%). A opção ‘entusiasmo’ não atingiu 1% das menções.

O cientista político e coordenador da pesquisa do Ipespe, Antônio Lavareda, afirmou que “o voto não é apenas uma opção racional” e que “o modelo de inteligência afetiva é um dado importante para as campanhas”.

O problema, segundo ele, é a forma como os pré-candidatos estão trabalhando com a negatividade do eleitor. “É um erro dos candidatos incorporarem a raiva ou o medo do eleitor. O que eles precisam fazer é administrar e equalizar esses sentimentos e, principalmente, oferecer respostas para essa indignação do eleitor”, disse.

A tentação de encarnar a raiva aumenta quando um dos pré-candidatos mais bem colocados nas pesquisas é o deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ) – que traz em seu discurso elementos do “contra tudo o que está aí” e um tom mais contundente. “Mas é um erro um candidato que não tem um perfil agressivo tentar passar essa imagem. O candidato não age com naturalidade, vai contra sua própria natureza, e o eleitor percebe que aquilo é teatro”.

Cientistas políticos e profissionais do marketing ouvidos pela reportagem afirmaram que pré-candidatos como Geraldo Alckmin (PSDB) e Marina Silva (Rede) não ganhariam pontos com explosões de raiva e indignação – porque essas reações não seriam da natureza deles. Já Ciro Gomes (PDT) e o próprio Bolsonaro já possuem esse tipo de reação em seus respectivos ‘vocabulários’ – e não causam estranhamento ao agir assim.

O marqueteiro do presidente Michel Temer, Elsinho Mouco, admite que “os sentimentos prevalecentes na população são os mais negativos”. “Sem administrar o medo do eleitor, sem resgatar a esperança nessas pessoas, não há como ter sucesso na eleição”, disse.

Mouco completou dizendo que “o voto é retrospectivo”. Segundo ele, “as pessoas imaginam sua vida no futuro por aquilo que aconteceu no passado”. “Resgatar o estado de espírito da sociedade é o desafio”.

Efeito Enéas

‘Meu nome é Enéas!’ foi a frase que traduziu os sentimentos de preocupação, indignação e raiva nas eleições presidenciais de 1989, 1994 e 1998. Segundo o especialista em marketing político Carlos Manhanelli, o mote de Enéas Carneiro (1938-2007) teria sido o catalisador das emoções negativas durante pleitos passados. “Era algo tão forte que as pessoas começaram a adotar no seu cotidiano, quando diziam alguma coisa mais dura e completavam afirmando ‘meu nome é Enéas’”, lembrou. “Era quase um desabafo, um anseio”.

Para Manhanelli, o efeito ‘meu nome é Enéas’ aparece nessas eleições em diversas formas e candidaturas. “O ambiente político está contaminado por essa indignação, mas ela, sozinha, não ganha eleição. O que vai fazer diferença são os projetos, os programas de governo. Esses elementos ainda não apareceram nessa campanha. Por enquanto, está tudo na base das alfinetadas entre os pré-candidatos”, disse.

Para o consultor e estrategista político Felipe Soutello, o vencedor da próxima corrida presidencial será aquele que conseguir ‘transpassar’ esses sentimentos negativos. Na opinião dele, esses sentimentos ainda são oriundos das jornadas de junho de 2013. “Desde aquele período, a bússola da política ficou desorientada. As pessoas estão enxergando que o sistema está carcomido por dentro. Então, não é exagero nenhum dizer que todo mundo está um pouco perdido”.

Por conta do ambiente conturbado, Soutello acredita que o eleitor pode buscar um antídoto para esse estado de ânimo em opções mais tradicionais. “A gente ainda está tateando o terreno eleitoral deste ano, mas penso que o eleitor vai buscar alguém que venha de uma composição política mais tradicional e tenha um discurso mais tradicional de centro”.

O vazio

A frustração com a política está na origem da indignação, da raiva e do medo captados pelo levantamento do Ipespe. Essa é a opinião do psicanalista Jorge Broide. “O perigo disso é o eleitor procurar exatamente aquele candidato que prometa ‘tapar o vazio que estamos sentindo’. Não tem que ser assim”.

Para Broide, o destempero de alguns candidatos durante o período pré-eleitoral está na confusão que existe entre ‘autoridade’ e ‘autoritarismo’. “A autoridade é algo bom. Alguém que é uma autoridade em algo é alguém com muito conhecimento e capacidade. Já o autoritário é um tirano, alguém que não respeita o outro”.

O psicólogo Nelson Destro Fragoso disse que é preciso saber ouvir e respeitar o sentimento da sociedade nessa eleição. “O sentimento é de ‘basta’. O candidato que se associar a isso vai ter chances de vencer as eleições de outubro”.

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