

Do ATUAL
MANAUS – Candidatos a prefeito de Manaus receberam entre R$ 40 mil e R$ 6,5 milhões para gastos de campanha eleitoral até esta segunda-feira (2), conforme dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). O dinheiro é fruto de doações e do Fundo Especial de Financiamento de Campanha, mais conhecido como fundo eleitoral.
Em Manaus, os candidatos podem gastar até R$ 18,5 milhões, sendo R$ 13,2 milhões no primeiro turno e R$ 5,3 milhões no segundo. Eles também poderão contratar até 1.716 pessoas para trabalharem na campanha.
De acordo com dados do TSE, até esta segunda-feira o deputado estadual Roberto Cidade (União Brasil) registrou a maior receita: R$ 6,5 milhões. Foram três transferências feitas pela direção nacional do União Brasil, sendo uma no valor de R$ 3,5 milhões, outra de R$ 2 milhões e a terceira de R$ 1 milhão. Há também uma doação de R$ 50 mil feita pelo próprio candidato. Cidade ainda não registrou despesas.
O prefeito David Almeida (Avante), que concorre à reeleição, recebeu R$ 3,9 milhões até o momento. Foram três transferências de dinheiro do fundo eleitoral feitas pela direção nacional do Avante, sendo uma no valor de R$ 3,6 milhões, outra de R$ 270 mil e a terceira de R$ 20 mil. David também não registrou gastos até o momento.
Marcelo Ramos (PT) recebeu R$ 995 mil para arcar com as despesas da campanha dele. O montante foi enviado pela direção nacional do PT e trata-se de verba do fundo eleitoral. Não há despesas registradas.
Amom Mandel (Cidadania) registrou receita de R$ 282 mil. O maior doador (R$ 137 mil) foi Júlio Cezar Furtado de Queiroz. O próprio candidato doou R$ 100 mil para a campanha dele. Há também doações do advogado Vasco Pereira do Amaral (R$ 30 mil) e de outros nove pessoas, com valores entre R$ 1 mil e R$ 2,1 mil. O candidato do PL já acumulou R$ 120 mil em despesas, sendo a maioria com a contratação de cabos eleitorais (83).
Alberto Neto (PL) registrou R$ 53 mil de receita até o momento. O dinheiro é de quatro doações: uma de R$ 17 mil feita pela secretária parlamentar dele, Verônica Maria Moreira de Magalhães; uma de R$ 15 mil por João Batista Ramos; uma de R$ 10 mil feita pelo próprio candidato; e de R$ 10 mil feita por Georgina de Nazaré Cordeiro Ramos.
O candidato do PL já registrou despesas de R$ 1,1 milhão. A maior parte das despesas é com o pagamento de de cabos eleitorais (343), que receberão R$ 2,4 mil, e de ‘líderes de rua’ (48), que irão ganhar R$ 4,8 mil. Há também pagamento de despesas com serviços na internet.
A receita de Gilberto Vasconcelos (PSTU) totalizou R$ 46,3 mil. A maior parte desse valor (R$ 43,3 mil) foi do fundo eleitoral do PSTU. O candidato também recebeu doação de R$ 2 mil de Antônio Pereira de Oliveira e de R$ 1 mil de Juliana Frota Rebouças.
As despesas do candidato do PSTU alcançaram R$ 5 mil. Foram R$ 3 mil para serviços contábeis e R$ 2 mil para a empresa Abaré Sup pelo aluguel de espaço para evento.
Wilker Barreto (Mobiliza) recebeu o menor valor: R$ 40,3 mil. Além da doação de R$ 15 mil feita pelo próprio candidato, há 21 doações de R$ 1,2 mil. As despesas do candidato do Mobiliza alcançam R$ 13 mil até o momento, sendo a maioria com cabos eleitorais (21).
