O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Câmara derruba veto de Bolsonaro à prorrogação da desoneração da folha

4 de novembro de 2020 Política
Compartilhar
Plenário da Câmara em sessão presencial e virtual (Foto: Maryanna Oliveira/Agência Câmara)
Câmara dos Deputados derrubou o veto do presidente Jair Bolsonaro (Foto: Maryanna Oliveira/Agência Câmara)
Da Folhapress

BRASÍLIA – A Câmara dos Deputados derrubou nesta quarta-feira, 4, o veto do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) à prorrogação da desoneração da folha de pagamento para 17 setores da economia. A decisão ainda precisa ser confirmada pelo Senado, em votação prevista para esta tarde.

O veto foi derrubado por 430 votos – eram necessários ao menos 257 votos, ou maioria absoluta dos deputados. Foram 33 votos a favor da manutenção. Agora a derrubada precisa ser confirmada por pelo menos 41 senadores. Se isso não ocorrer, o veto é mantido.

Na sessão da Câmara, o líder do PSL no Senado, Major Olimpio (SP), defendeu a derrubada do veto. “A desoneração da folha é mais que uma necessidade. Vai se manter a dignidade, emprego para 6,5 milhões de trabalhadores nas áreas que mais empregam no nosso país”, disse.

“A desoneração não é um problema, é uma solução. E uma solução que foi tratada e votada aqui na Câmara e que o Senado só confirmou”.

Líder do governo no Congresso, o senador Eduardo Gomes (MDB-TO) afirmou que o próprio governo viu a necessidade de derrubar o veto.

Ele afirmou que, no bojo do acordo da desoneração, vem a manutenção de vetos importantes, entre eles um à ampliação do BPC (benefício assistencial para idosos e deficientes pobres).

“É uma medida necessária mas não é uma medida fácil, porque o governo entende que, legalmente, está abrindo mão de receita sem apontar fonte segura. E todos sabem a situação fiscal do país”, afirmou.

Na terça-feira, o próprio governo já havia admitido que não tinha votos para manter o veto e informou que recomendaria a derrubada. O acordo para a derrubada dos vetos foi fechado em reunião virtual entre os líderes do Congresso, convocada e conduzida por Gomes.

A desoneração da folha, adotada no governo petista, permite que empresas possam contribuir com um percentual que varia de 1% a 4,5% sobre o faturamento bruto, em vez de 20% sobre a remuneração dos funcionários para a Previdência Social (contribuição patronal).

A medida representa uma diminuição no custo de contratação de mão de obra. Atualmente a medida beneficia companhias de call center, o ramo da informática, desenvolvimento de sistemas, processamento de dados e criação de jogos eletrônicos, além de empresas de comunicação, companhias que atuam no transporte rodoviário coletivo de passageiros e empresas de construção civil.

O incentivo tributário, porém, está previsto para terminar em 31 de dezembro de 2020. Empresários desses setores, que reúnem cerca de 6 milhões empregos diretos, dizem que não suportariam esse aumento de custo. Segundo eles, 1 milhão de pessoas poderiam perder os empregos com o fim da desoneração.

Por ampla maioria, o Congresso aprovou, em junho, um projeto que adia o fim da medida para dezembro de 2021. Bolsonaro, porém, vetou a decisão dos deputados e senadores.

O governo conseguiu adiar essa discussão desde o começo do segundo semestre. A votação era dúbia por causa de um embate envolvendo a sucessão à liderança da Câmara dos Deputados.

Na Casa, há uma disputa de poder envolvendo o líder do centrão, Arthur Lira (PP-AL), e o presidente da Casa, o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ). As votações na Câmara estão travadas há semanas.

O atraso na decisão sobre o veto, porém, começou antes da briga na Câmara.
Ainda em julho, o Ministério da Economia prometeu apresentar uma medida que atenderia um desejo do titular da pasta, Paulo Guedes: uma ampla desoneração da folha (não apenas para alguns setores) e, em troca, um novo imposto seria criado para bancar a redução nos encargos trabalhistas.

Líderes do governo no Congresso então atuaram para que a votação do veto aguardasse o movimento de Guedes. Entretanto, até hoje, a equipe econômica não apresentou uma solução.

Interlocutores de Bolsonaro passaram então a admitir a derrota. Se derrubarem o veto, os congressistas terão de ajustar as contas do próximo ano.

O projeto de Orçamento de 2021 já prevê um gasto de R$ 3,7 bilhões com a desoneração da folha de pagamento desses setores. Isso acontece porque, mesmo com o fim previsto para dezembro de 2020, a medida gera efeito nos encargos a serem pagos nos quatro primeiros meses do próximo ano.

Assim, o custo adicional da prorrogação do incentivo fiscal seria de R$ 4,9 bilhões no Orçamento de 2021.

Sem o corte proporcional de despesas, o governo estouraria o teto de gastos. Com isso, haveria descumprimento da regra prevista na Constituição, que limita o aumento das despesas à inflação do ano anterior.

Interlocutores do Palácio do Planalto tentaram usar essa discussão para acelerar a votação da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) Emergencial, que autoriza o acionamento de medidas temporárias, como corte de salário e jornada de servidores, em momentos de crise nas contas públicas.

A ideia era incluir na PEC Emergencial um artigo que deixaria claro que a desoneração da folha poderia, sim, vigorar por mais um ano. Auxiliares de Guedes defendiam que ampliar os benefícios tributários, com a derrubada do veto, seria uma medida inconstitucional.

O argumento é que, desde novembro do ano passado, quando entrou em vigor a reforma da Previdência, fica proibido conceder novos descontos que reduzem a arrecadação do fundo que banca as aposentadorias do setor privado.

O governo, então, abriria mão da disputa sobre a desoneração e, em troca, aceleraria a votação da PEC Emergencial, após as eleições municipais de novembro.

Nesta quarta, dentro do mesmo veto, os deputados retomaram dispositivos sobre novas regras para participação nos lucros. Se a empresa decidir pagar a participação em parcela única, o acordo deve ser fechado até 90 dias antes. Também derrubaram o veto que invalidava pagamentos de PLR que ocorressem mais de duas vezes no mesmo ano ou em periodicidade inferior a um trimestre. Isso acontece para que o valor não configure salário.

Os deputados também rejeitaram outro veto de Bolsonaro a outro projeto. O dispositivo retomado suspendia por 120 dias a obrigatoriedade do cumprimento das metas e dos requisitos quantitativos e qualitativos pactuados pelos entes federativos com a União no âmbito do SUAS (Sistema Único de Assistência Social). A derrubada também precisa ser confirmada pelos senadores.

Notícias relacionadas

Câmara aprova projeto que facilita aposentadoria integral para policiais e bombeiros

Juristas avaliam que conversas entre Vorcaro e Moraes configuram ‘promiscuidade’

Mendonça defende que plenário do STF analise diálogos de Moraes com Vorcaro

Propostas de candidatos para mulheres não incluem a política

Vorcaro consultou Moraes sobre possibilidade de escapar da Operação Compliance Zero

Assuntos Bolsonaro, Câmara dos Deputados, desoneração da folha, Senado Federal
Redação 4 de novembro de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Plenário da Câmara dos Deputados
Política

Câmara dos Deputados atrai menos candidatos em 2026, registra o TSE

21 de agosto de 2026
O número de candidaturas indígenas cresceu no estado, mas avanço na representatividade precisa ser efetivo (Foto: Divulgação/OEA)
Política

Mais candidatos, menos eleitos: o ‘abismo’ político indígena no Amazonas

16 de agosto de 2026
Assinatura digital e lacração torna urna eletrônica inviolável (Foto: Fernando Frazão/ABr)
Política

Metade dos partidos no AM tem uma mulher a cada 3 candidaturas à Câmara Federal

15 de agosto de 2026
Deputado Pedro Uczai afirma que bancada do PT está disposta a votar PL Antifacção (Foto: Luiz Macedo/Agência Câmara)
Dia a Dia

Líder do PT na Câmara sofre AVC durante reunião e é internado às pressas

12 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?