O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Botânicos acreditam ter descoberto nova espécie de planta na Amazônia

20 de abril de 2017 Dia a Dia
Compartilhar
Botânica nova planta Amazônia (Foto: Ascom/UNIR)
Planta foi encontrada em Rondônia pelos pesquisadores (Foto: Ascom/UNIR)

POR VELHO – Uma nova espécie de planta da família fabácea, mais conhecida como família das leguminosas, foi encontrada em Rondônia durante o trabalho de campo do Inventário Florestal Nacional (IFN), em 2015. A identificação, no entanto, foi feita no início deste mês pelo curador de Botânica Amazônica e diretor do Instituto de Sistemática Botânica do Jardim Botânico de Nova York, Douglas Daly, e pela curadora substituta do herbário do Jardim Botânico do Rio de Janeiro e especialista nessa família, Marli Morin. Faz parte da família das leguminosas também, por exemplo, o feijão e o pau-brasil.

A amostra coletada está no Herbário Rondoniensis da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), em Porto Velho, responsável por receber o material botânico coletado em Rondônia. A identificação ainda está em andamento. O que se sabe até o momento é que se trata de uma espécie pertencente ao gênero Zygia. Ainda levará um tempo até a nova espécie receber um nome. O especialista do gênero tem que ver a amostra e fazer um estudo minucioso do exemplar para, então, comprovar que realmente se trata de uma espécie nova e publicar a descoberta.

Identificação

Daly e Morin foram dois dos participantes do workshop ‘Estratégias e Ferramentas para Identificação Botânica no âmbito do IFN’, promovido, no início do mês, pelo Serviço Florestal Brasileiro (SFB) em parceria com o Jardim Botânico de NY e Embrapa Amazônia Oriental. O workshop teve o objetivo de reunir os especialistas e profissionais envolvidos com a identificação botânica do Inventário Florestal para discutir novas técnicas de identificar as amostras coletadas.

De acordo com o responsável por acompanhar a identificação botânica do IFN, Tiago Cruz, cerca de 80% do material coletado em campo é estéril, ou seja, estão sem frutos ou flores. E boa parte das técnicas atuais concentram-se, principalmente, em analisar esses elementos, que são órgãos reprodutores das plantas. “Pela ampla dimensão do levantamento feito pelo Inventário Florestal é impossível que as equipes de campo voltem para coletar as plantas quando estão floridas ou com frutos. A época de floração é muito distinta entre as espécies e há plantas que levam mais de 40 anos para florescer”, explica Cruz. “É fundamental que sejam aperfeiçoadas e desenvolvidas técnicas de identificação das plantas estéreis”, ressalta.

Uma das técnicas apresentadas no evento foi a de arquitetura foliar, que faz a análise da estrutura das folhas, desenvolvida por Daly. No evento, houve também a troca de conhecimento sobre as famílias botânicas, já que o IFN possui consultores especializados em diversas famílias.

Com tantos especialistas reunidos, foi realizado ainda um esforço concentrado, durante o evento, para identificar 200 amostras consideradas de difícil identificação coletadas em Rondônia, noroeste de Mato Grosso e leste do Pará. Além dessas, cerca de outras 8 mil amostras do leste do Pará foram classificadas até o nível do gênero, classificação anterior à da espécie.

Botânica

Uma das atividades realizadas no Inventário Florestal, a identificação botânica está gerando informações detalhadas sobre a diversidade da flora brasileira. Até o momento, já foram coletadas em torno de 75 mil plantas em 15 estados e no Distrito Federal. Essas amostras estão sendo identificadas em 16 herbários espalhados pelo Brasil e mais de 100 profissionais estão ou estiveram envolvidos nesse processo.

Além disso, o IFN também está fazendo uma estimativa da quantidade de cada uma delas, para avaliar as de maior e menor ocorrência. Com a realização sistemática do levantamento ao longo dos anos, será possível acompanhar a recuperação de espécies e a redução de outras. E também monitorar as espécies ameaçadas de extinção.

Em vários estados, estão sendo encontrados novos registros de espécies para o respectivo estado. No estado de Sergipe, por exemplo, das 269 espécies identificadas, 66 são novos registros para o estado, ou seja, uma a cada quatro plantas coletadas.

Em alguns estados, com flora menos conhecida, o IFN tem encontrado algumas espécies novas ou que são, pelo menos, indicativas de serem novas para a ciência, como é o caso do espécime da família fabácea encontrado em Rondônia. “O Inventário Florestal Nacional é um exercício importantíssimo na história do país e da Amazônia porque é a primeira tentativa de estimar a diversidade, não somente em número, mas também de concentração e abundância de espécies”, elogia Douglas Daly.

Notícias relacionadas

Governo lança aplicativo para solicitação de serviços de energia elétrica

Prospera Amazônia financiará negócios em 9 municípios do AM

Braga participa da entrega três portos em municípios do Amazonas

Juiz nega pedido para obrigar empresas de ônibus a pagar salários em dia

Comissão aprova PL que suspende cobrança do Fies em situações de calamidade pública

Assuntos Amazônia, Douglas Daly
Cleber Oliveira 20 de abril de 2017
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Pesca do Pirarucu na reserva Mamirauá, no Amazonas: manejo sustentável (Foto: Larissa França/Sema)
Economia

Prospera Amazônia financiará negócios em 9 municípios do AM

2 de julho de 2026
Novo fenômeno climático pode causar calor intenso como cheias (Imagem: YouTube)
Dia a Dia

Efeitos do El Niño incluem estiagem na Amazônia e muita chuva no Sul

1 de julho de 2026
Augusto Barreto Rocha 2023
Augusto Barreto Rocha

O Brasil que Brasília e São Paulo ainda não enxergam

29 de junho de 2026
Cabos de fibra ótica serão instalados submersos nos rios pelo projeto Norte Conectado (Foto: Divulgação RNP)
Dia a Dia

Infovias fluviais garantem internet a comunidades remotas na Amazônia

26 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?