
Por Fábio Zanini, da Folhapress
SÃO PAULO – O auxílio para gratuidade em ônibus do transporte público de passageiros, que deve ser R$ 2,5 bilhões ao ano, foi um dos itens da emenda constitucional aprovada no primeiro semestre que também ampliou o Auxílio Brasil, criou o auxílio caminhoneiro e instituiu um estado de emergência que permitiu furar o teto de gasto.
O cálculo da adesão dos municípios foi feito pela Frente Nacional dos Prefeitos, que reúne capitais e cidades de maior expressão.
A gratuidade para passageiros com mais de 65 anos é prevista pela Constituição, o que motivou os prefeitos a buscarem ajuda federal para arcar com as despesas. O custo aumentou ainda mais num contexto de aumento dos combustíveis e pressão sobre o preço das tarifas.
Segundo a entidade, até o fim do prazo, nesta sexta-feira (9), 677 cidades com sistemas regulares de transporte público urbano fizeram o cadastro para receber o auxílio. O recurso deve ser liberado até setembro.
