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MANAUS – A apreensão de dinheiro com candidatos e cabos eleitorais no interior do Amazonas expôs uma situação surreal. Em Humaitá, foram apreendidos R$ 143 mil. É quase 50% acima do limite de gasto em campanha eleitoral para prefeito, estipulado em R$ 100 mil. Para vereador, o limite de despesas foi de R$ 10 mil. “Isso demonstra que esse tipo de conduta desequilibra de forma incisiva a disputa do pleito e precisa ser combatida”, disse o procurador eleitoral Victor Riccely, em entrevista ao AMAZONAS ATUAL. Conforme Riccely, os casos mais graves de suspeita de crime eleitoral podem resultar em processo de cassação de mandato e até ação criminal. “Os casos serão analisados posteriormente e os implicados estão sujeitos às penalidades da lei”, declarou.

