O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Após vetos, governo negocia novas regras para benefício pago a idosos

19 de março de 2020 Política
Compartilhar
Idosos terão que trabalhar mais para garantir o padrão de vida (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Aumento no BPC para idosos gerou tensão entre governo e Congresso (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Por Thiago Resende, Bernardo Caram e Fábio Pupo

BRASÍLIA-DF – O governo negocia com o Congresso novas regras para o BPC, benefício assistencial pago a idosos carentes e deficientes de baixa renda. A disputa envolve a derrubada de um veto do presidente Jair Bolsonaro em sessão do Congresso na semana passada, aumentando o limite de renda familiar para ter direito ao benefício.

Por maioria, a Câmara e o Senado decidiram que o BPC deveria ser pago a famílias com renda de até meio salário mínimo (R$ 522,50) por integrante. Antes, o teto era de um quarto do salário mínimo, ou seja, R$ 261,25 por membro da família, em valores atuais.

Diante do alto impacto fiscal da derrubada do veto (mais de R$ 20 bilhões por ano), o governo busca um acordo com parlamentares. O Ministério da Economia defende que o critério seja um quarto do salário mínimo, mas, se a pessoa comprovar ser vulnerável, poderá receber o BPC mesmo com renda familiar per capita de meio salário mínimo.

“Queremos criar uma válvula de escapa para que a pessoa comprove a vulnerabilidade”, disse o secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Bianco. Essas regras ainda estão em discussão.

Hoje o governo sofre derrotas na Justiça, sendo obrigado a conceder o BPC mesmo para famílias com renda acima de um quarto do salário mínimo. O objetivo é evitar a judicialização após a aprovação de um projeto de lei com critérios claros de miserabilidade.

Nas negociações, o governo aceita ceder na possibilidade de acúmulo do BPC na renda famílias com outros benefícios, inclusive com aposentadoria de cônjuge. Atualmente, um casal de idosos carentes, por exemplo, não pode acumular duas rendas pelo BPC.

Após a derrubada do veto, o governo recorreu ao TCU (Tribunal de Contas da União) que, em medida liminar, chegou a suspender a aplicação da ampliação dos beneficiários, com a elevação do teto de renda para meio salário mínimo. Nessa quarta, o plenário do TCU mudou a decisão liminar, abrindo caminho para a ampliação do BPC.

Agora, o Ministério da Economia tem dez dias para colocar em prática os critérios mais abrangentes de concessão do benefício. Por isso, o governo quer aprovar logo no Congresso um projeto em acordo com parlamentares para suavizar os impactos da derrubada do veto.

A ideia é inclusive acrescentar essas mudanças no BPC como medidas de estímulo à economia diante da crise do coronavírus.

Notícias relacionadas

Validação de norma beneficiará criminosos, afirma autor da Lei da Ficha Limpa

Fausto Júnior retira apoio ao adiamento do fim da escala 6×1 para 2036

Juiz rejeita pedido de David Almeida para condenar Salazar por vídeo nas redes

STF manda Anac bloquear registro do avião de Ciro Nogueira avaliado em R$ 10 milhões

Câmara informa ao STF que ‘aprecia’ pedidos de viagens de Mário Frias ao exterior

Assuntos Benefício de Prestação Continuada, BPC
Cleber Oliveira 19 de março de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Deputada Clarissa Tércio alega que intenção é garantir proteção social mínima (Foto: Kayo Magalhães/Agência Câmara)
Política

Deputada propõe pagar BPC para cuidador em caso de morte do titular

10 de março de 2026
Política

Comissão da Câmara aprova projeto que amplia inclusão de pessoas no BPC

14 de novembro de 2025
Dia a Dia

Mudança no BPC inclui manutenção do benefício com variação da renda

15 de outubro de 2025
Dia a Dia

Saiba o que muda nas regras para obtenção do BPC pelo INSS

9 de agosto de 2025

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?