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>Dia a Dia

Aos 350 anos, Manaus vive desafio de cidade grande para sair da imobilidade urbana

24 de outubro de 2019 >Dia a Dia
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Mobilidade urbana em Manaus sofre com falta de integração (Foto: Robervaldo Rocha/CMM)
Por Iolanda Ventura, da Redação

MANAUS – Aos 350 anos, comemorados nesta quinta-feira, 24, Manaus enfrenta o desafio de sair da imobilidade urbana. A construção de sistemas viários como as passagens subterrâneas na Avenida Constantino Nery, na zona centro-sul, e o futuro viaduto na Avenida Max Teixeira, na zona norte, são intervenções que permitirão maior fluidez ao tráfego de veículos em vias estagnadas, mas ainda insuficientes para a integração da cidade.

Para Robson Ferreira, presidente da Academia Amazonense de Engenharia Civil, Manaus precisa de integração entre transporte público de passageiros e trânsito. Segundo o engenheiro, mobilidade urbana significa criar facilidades para o deslocamento de pessoas, uma carência da capital.

Conforme Robson Ferreira, Manaus tem uma modalidade de transporte, que é o ônibus. “Para você ter um sistema, você precisa ter integração. Por exemplo: o ônibus integrado a um terminal, a um sistema como o metrô de superfície, interligado a uma via de BRT exclusiva para ônibus, interligado a uma ciclofaixa”, diz.  

Projeto de passagem subterrânea na Avenida Constantino Nery (Foto: Reprodução)
Projeto de passagem subterrânea na Avenida Constantino Nery: intervenção viária (Foto: Reprodução)

Pedro Paulo Cordeiro, coordenador da Câmara de Planejamento Urbano do Codese (Conselho de Desenvolvimento Econômico, Sustentável e Estratégico de Manaus), concorda. Ele diz que a capital já poderia ter outras opções de modais como o BRT (da sigla em inglês, Transporte Rápido por Ônibus), em que uma faixa é exclusiva para o tráfego desses veículos.

“Já tem mais de dez anos que se fala em BRT. Está no plano de mobilidade aprovado em 2015. Foram analisados vários outros modais e decidiu-se pelo BRT porque ele demonstrou ser o mais rápido de ser executado, com menor custo na execução e de manutenção do sistema”, lembra.

Outra forma de transporte quase inexplorada na cidade e natural na região é o fluvial. Segundo Pedro Cordeiro, Manaus tem uma orla imensa que poderia ser utilizada como um sistema integrado ao BRT. “Através do BRT você faria a intermodalidade com o sistema hidroviário. Se resolveria uma série de problemas, inclusive os engarrafamentos”, afirma.

invasão manaus
Invasão na zona leste da cidade: problema urbano e ambiental (Foto: Divulgação)

O transporte hidroviário seria mais rápido e econômico em relação aos demais, explica Robson Ferreira. “Quem mora no Puraquequara e quer ir para a zona oeste, se for por ônibus demora pelo menos uma hora e meia. Você poderia ter um transporte público fluvial, através de lanchas com estações na orla de Manaus em que ele faria esse trajeto leste-oeste em no máximo 15 minutos e com uma passagem barata porque o sistema é barato”, diz.

Embora não tenha condições de ter um metrô subterrâneo devido as características do solo, Manaus pode ter o metrô de superfície e o monotrilho, este último passando por cima das avenidas sem comprometer o trânsito. “O metrô de superfície consegue implantar da zona leste para a zona centro-sul, porque ali na região da zona leste, como precisa desapropriar, há terrenos mais baratos para fazer isso. Já para a zona norte, que tem a saída por área nobre, é mais viável o monotrilho”, diz Robson Ferreira.

Intervenção viária

Para Robson Ferreira, após duas décadas poucos foram os avanços na construção de avenidas para escoamento do trânsito. “Veja: quantas vias novas foram abertas nos últimos 20 anos em Manaus? Basicamente a Avenida das Torres, que é uma saída interessante. Ligou rapidamente o sul ao norte. Mas numa região que não é a do grande tráfego é mais para o centro-sul. É uma avenida que eu vejo mais para o futuro”, diz.

De acordo com Ferreira, intervenções viárias como a da Avenida Constantino Nery não podem ser feitas de forma isolada lançando o problema para outro ponto. “Essa passagem que está sendo feita na Constantino Nery, no sentido de quem vai na Rua Pará voltando para a Djalma Batista, pode engarrafar enormemente, porque quando for cruzar a Djalma tem um sinal. Então, provavelmente no futuro, haverá de ter uma passagem de nível colocando a Pará por cima”, explica.

As avenidas de Manaus estão sobrecarregadas e a solução, dentro do ponto de vista da mobilidade, é pensar Manaus no futuro, diz o engenheiro.

Orla de Manaus: potencial de transporte fluvial urbano ainda não explorado (Foto: Sindarma/Divulgação)

Regressão

Com as falhas no único sistema de transporte público da cidade, opções como o transporte por aplicativo se difundem. Como consequência, os congestionamentos se intensificam. “Quando a cidade começa a ter muitos carros a velocidade do ônibus diminui devido a todo esse trânsito. Aí entra a questão de tempo. Tempo, péssima qualidade do serviço, a questão da tarifa, a qualidade dos coletivos, faz com que comecem a surgir as alternativas”, diz Pedro Cordeiro.

Com maior quantidade de poluentes emitidos devido a mais carros em circulação, os discursos voltados para a proteção da Amazônia fogem à realidade. “Antes de implantar os estudos feitos do gasoduto de Coari, eu lembro muito bem que falaram que a frota de ônibus de Manaus passaria a ser a gás. Isso não aconteceu. Hoje não adianta mais porque já existem alternativas mais viáveis, como o ônibus elétrico”, afirma Pedro Cordeiro. Segundo ele, para haver essas mudanças é preciso ter interesse político o que não acontece.

Para Pedro Cordeiro, Manaus está horizontalizada e os serviços de transporte não cobrem todas as regiões como deveria. “A cada momento que a cidade expande piora a situação da mobilidade para todo mundo porque precisa levar o transporte de passageiros mais longe, amplia a infraestrutura, ela se torna mais cara” explica.

O custo social e econômico sobre o tempo que o passageiro fica dentro do ônibus é alto. “Se você calcular, uma pessoa que gaste uma hora para ir ao trabalho e um hora para voltar, em 10 anos ela vai gastar seis meses da vida só dentro do transporte coletivo”, afirma Cordeiro.

Conforme Carlos Santiago, sociólogo e analista político, em menos de 30 anos a população manauara triplicou e sem o controle urbano necessário para conter problemas típicos como água, luz e transporte. A mobilidade, diz, foi comprometida. “Quando você tem um crescimento populacional desses, significa que o poder público tem que agir bastante rápido para poder atender as pessoas”, diz.

Calçadas e ciclovias

Uso da bicicleta como transporte esbarra na falta de ciclovias (Foto: Isaac Ferreira/Divulgação)

Embora seja um elemento da mobilidade urbana, as calçadas ainda são um problema comum na cidade, segundo os analistas. Para Robson Ferreira, as calçadas são um problema crítico principalmente nas vias principais. “Elas foram pensadas há muito tempo, as construções foram feitas muito na borda. Não se tinha um Plano Diretor antes de 2002 para respeitar esses limites. Calçadas nos bairros de Manaus não tem”, afirma.

De acordo com Ferreira, ciclovias e ciclofaixas poderiam ser implantadas dentro ou na borda das vias públicas se houvesse espaço. “Você vai tentar fazer isso, por exemplo, na Djalma Batista e na Constantino Nery, fica muito difícil porque você só tem duas faixas e praticamente um rolamento de cada lado. A calçada já é estreita onde tem, então você criar um espaço para bicicleta fica mais difícil ainda”, diz.

A ciclovia do Boulevard criou mais problemas, segundo o engenheiro. “A gente começa a ver aberrações como aquela que foi feita no Boulevard, em que se perdeu um lado da calçada para transformar aquilo em uma faixa de bicicleta”, critica.

De acordo com Pedro Cordeiro, Manaus sempre aparece como uma das principais cidades referente aos índices econômicos, mas quando se trata de índices referentes a qualidade de vida sempre são os piores.

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Assuntos avenida, brt, metrô, mobilidade urbana, transporte coletivo, transporte hidroviário
Redação 24 de outubro de 2019
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3 Comments
  • Carlos Mesquita disse:
    24 de outubro de 2019 às 12:39

    O metrô de superfície (suspenso) é a solução para o problema de mobilidade urbana que temos em Manaus, infelizmente tanto nosso prefeito Como Nossos vereadores visam dar prioridade ao ônibus, fato esse que todas as empresas de ônibus tem dívidas, sonegam imposto e só tem ônibus velho que constantemente estão s parados em via pública por falta de manutenção. A prefeitura por outro lado é a maior responsável por tudo, em sete anos de administração do prefeito Artur Neto já foram com obtidos mais de oito milhões de reais de empréstimo financeiros, sem uma obra significativa que justificasse tais empréstimo, o próximo Prefeito que assumir, com certeza não ter a receita suficiente devido ao pagamento de tais empréstimo que esse prefeito está fazendo. Infelizmente nossos vereadores estão todos fazendo parte da base do prefeito, pois já era hora de iniciar um processo de impeachment fato este que a população já está começando a se movimentar.

    Responder
  • elias disse:
    24 de outubro de 2019 às 20:13

    Ótimo texto 😉

    Responder
  • Naldo Arruda disse:
    6 de fevereiro de 2020 às 00:29

    Quem foi que disse que Manaus não pode ter metrô subterrâneo? Já olharam as obras da passagem subterrânea da Avenida Constantino Nery? Sério que vocês nunca passaram pelo túnel do complexo viário do Coroado? A estrutura desabou? A engenharia construiu pontes sobre rios e mares (a exemplo da Ponte Rio Negro), já temos um edifício de 25 andares no Adrianópolis. Desabou? Temos o Eurotúnel abaixo do mar. Inundou? Por que a Engenharia não seria capaz de fazer um metrô subterrâneo em Manaus?
    Parece que vocês querem ver a cidade atrasada e o povo sofrendo em ônibus sucateado! Enfim, Manaus é uma METRÓPOLE DE 2 MILHÕES DE HABITANTES e deve ser tratada como tal. Abraço!

    Responder

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