
Do ATUAL
MANAUS – O deputado federal Amom Mandel (Cidadania) relatou que foi perseguido e ameaçado na noite de segunda-feira (14) por um homem de 40 anos identificado como Lincoln Braga da Costa, em um shopping na zona centro-sul de Manaus. O homem foi levado para a delegacia e lá, diante de policiais, ameaçou de “retirar as vísceras” do parlamentar.
“Nessa perseguição, eu tive que ficar escondido em uma área do shopping, sendo protegido pela segurança do shopping até que fui escoltado para o carro em segurança e vim para a delegacia”, afirmou Amom.
O deputado relatou que transitava pelo shopping quando percebeu que estava sendo seguido pelo homem. O deputado tentou despistá-lo entrando em várias lojas, mas o homem continuou a segui-lo. Diante da gravidade da situação, Amom acionou a segurança interna do shopping, que garantiu sua integridade física e o escoltou até o seu veículo.
Amom disse que foi ao 1º DIP (Distrito Integrado de Polícia) registrar a ocorrência. O homem foi rapidamente identificado e levado à delegacia, mas continuou a fazer ameaças, chegando ao ponto de desligar o disjuntor geral do prédio, deixando a delegacia completamente sem energia.
“Ele desligou os disjuntores da delegacia – e isso foi gravado – para tentar prosseguir com sua tentativa de homicídio. Ele novamente contido pelos policiais, dessa vez algemado, e agora estamos aqui registrando essa ocorrência”, afirmou Amom.
Segundo Amom, o homem fazia ameaças, afirmando que iria “retirar as vísceras” do deputado e de sua equipe que estava presente.
De acordo com Amom, em agosto deste ano, o mesmo homem esteve na sede do partido Cidadania, no bairro Vieiralves, onde chegou a ameaçar duas profissionais da equipe de Amom durante uma reunião, falando em sangue e situações fatais. Ele também fez referências ao deputado, dizendo que Amom era o “prometido para acabar com a guerra dos tronos”.
Após o encontro, as assessoras pediram que ele não retornasse ao prédio, pois se sentiram ameaçadas. No entanto, o homem voltou várias vezes para tentar falar com uma das profissionais, chegando a gritar seu nome e pressionar a equipe, monitorando os horários em que ela chegava e saía do prédio. Em uma dessas ocasiões, ele se escondeu atrás de um carro para esperá-la sair. A polícia foi acionada, mas não chegou a tempo de detê-lo.
