O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Alta nos preços dos alimentos ofusca percepção de melhora da economia

18 de maio de 2025 Economia
Compartilhar
Alimentos inflação (Foto: Wilson Dias/ABr)
Alta nos preços dos alimentos ofuscou aumento de salários (Foto: Wilson Dias/ABr)
Agência Pública selo
Por Guilherme Cavalcanti, da Agência Pública

SÃO PAULO – A massa de rendimento mensal domiciliar per capita atingiu R$ 438,3 bilhões em 2024 — o maior valor da série histórica iniciada em 2012. O número de trabalhadores ocupados também nunca esteve tão alto. Ao mesmo passo, a desigualdade recuou a seu nível mais baixo. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada pelo IBGE. Mas, afinal, por que muita gente não tem a sensação de que vivemos melhor?

A melhora histórica da economia tem a percepção desafiada pela inflação dos alimentos, pelo índice de endividamento e pelo número de trabalhadores informais, o que reforça uma sensação de insegurança nos dados. “O que as pessoas estão sentindo, na prática, é uma perda. Porque mesmo aqueles que tiveram uma melhoria dos seus rendimentos, eles não perceberam isso no poder de compra. E alguns até perceberam o contrário”, explica o doutor em ciências econômicas pela Absolute Christian University Antônio Oliveira de Carvalho.

O grupo “Alimentação e Bebidas” do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou uma alta de 7,69%, e contribuiu em mais de um terço da alta da inflação geral (4,83%) este ano. Em 2023, esse mesmo grupo variou 1,03%, menor índice desde 2017. “Como o preço da carne subiu, a alternativa à carne bovina, que era o frango, acabou subindo também. E a grande alternativa, que sempre foi a mais barata e lembrada por todos, o ovo, quase dobrou de preço”, exemplifica Carvalho sobre a dificuldade que a população tem de perceber as melhorias dos índices.

De acordo com o Mapa de Inadimplência do Serasa, de março de 2025, o Brasil possui 75,7 milhões de adultos endividados. As maiores dívidas são banco/cartão de crédito (28,46%) seguidos de contas de luz, água e gás (20,58%). A professora da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Carla Beni explica que “o grande motor da inadimplência é a taxa de juros elevada” – a taxa Selic foi elevada a 14,75% em maio, maior índice já registrado em quase duas décadas.

“[Além de] uma taxa de juros altíssima, os bancos também fornecem limites acima daquilo que você [o usuário] pode ter. Então a chance de você acabar usando um cartão de crédito no rotativo como um complemento de renda, além de trágica, é mais comum do que se imagina”, alerta Beni.

A informalidade no mercado de trabalho também é apontada como causa dessa falta de percepção de melhoria pelos economistas ouvidos pela Pública. Em 2024, 39% dos trabalhadores atuavam sem vínculo formal, segundo o IBGE. O índice inclui empregados sem carteira assinada, domésticos informais, autônomos sem CNPJ, empregadores informais e trabalhadores familiares auxiliares.

Os dados mostram que a diferença entre as pontas mais ricas e mais pobres da população diminuiu significativamente. Os 10% mais ricos passaram a ganhar 13,4 vezes mais que os 40% mais pobres, menor diferença já registrada, que atingiu o pico em 2018 (17,1 vezes).

Desigualdade

O rendimento mensal domiciliar per capita, ou seja, o valor médio que uma família ganha em por habitante, alcançou R$ 2.020 em 2024. É o maior valor da série histórica e 19,1% acima do registrado em 2012 (R$ 1.696). No entanto, esse valor tem uma grande diferença entre regiões. Enquanto o rendimento médio no Sul é de R$ 2.499, no Nordeste esse valor chegou em 2024 a R$ 1.319, valor ainda menor que a média brasileira de 13 anos atrás.

Segundo Carvalho, a estrutura econômica regional, centrada nos setores de serviços e agropecuária, é um dos principais fatores que influenciam esse cenário, já que o setor de serviços “foi o que mais sofreu durante a pandemia e que, de certa forma, acaba levando um tempo maior para se recuperar”.

“No setor agropecuário, o Nordeste oscila muito em função do clima. E, nos últimos dois anos, o índice pluviométrico nos estados do Nordeste foi baixo […] O Sul, mesmo tendo sofrido com o clima no ano passado, já tem um padrão de industrialização, uma economia com uma dinâmica diferente da economia do Nordeste”, explica.

Notícias relacionadas

Lei cria premiação em dinheiro para servidores da saúde em Manaus

Prefeitura repassará R$ 348,4 milhões à Câmara Municipal este ano

Escola deve ser suporte para identificar violência contra crianças e adolescentes

CFM aprova regras para uso do fenol, substância proibida pela Anvisa

Governo congela R$ 23,7 bilhões em despesas no Orçamento

Assuntos destaque, inflação, preços dos alimentos, salários
Cleber Oliveira 18 de maio de 2025
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Dia a Dia

Lei cria premiação em dinheiro para servidores da saúde em Manaus

23 de maio de 2026
Os vereadores garantem direito aos ex-atletas em competições, como lugares privilegiados e entrada gratuita (Foto: Dircom/Divulgação)
Política

Prefeitura repassará R$ 348,4 milhões à Câmara Municipal este ano

23 de maio de 2026
Dia a Dia

Escola deve ser suporte para identificar violência contra crianças e adolescentes

23 de maio de 2026
Saúde

CFM aprova regras para uso do fenol, substância proibida pela Anvisa

23 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?