O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Advogados reclamam de valores ‘ínfimos’ em ações sobre direito do consumidor no AM

17 de agosto de 2021 Dia a Dia
Compartilhar
OAB-AM
Advogados discutem sentenças ínfimas para ações sobre danos morais no AM (Foto: Divulgação)
Por Alessandra Taveira, da Redação

MANAUS – Advogados reclamam dos valores de indenizações definidas por juízes no Amazonas em ações sobre direito do consumidor. Um dos casos específicos são os que envolvem bancos. Segundo os advogados, não há um parâmetro e os valores vão desde os mais “exorbitantes” até “ínfimos” – menor que um salário-mínimo.

De acordo com a advogada Nayanna Mendonça, especialista em direitos do consumidor, a maior queixa é sobre decisões por danos morais. “Ora é dada pelo julgador a condenação em valores exorbitantes, ora em valores ínfimos”, disse. Segundo ela, há casos até de a sentença ser dada como “mero aborrecimento do consumidor” e, nesses casos, explica, não há condenação em danos morais.

Há, ainda, uma preocupação dos advogados com o descumprimento do Artigo 944 do Código Civil, que discorre sobre a indenização: “mede-se pela extensão do dano”. “Não há régua para medir a lesão”, afirma Nayanna.

Segundo a OAB, as sentenças em que mais se observa essa discrepância são as provenientes de processos contra instituições bancárias, o que, segundo ela, é injusto condená-las com “algo abaixo de um salário-mínimo, quando possuem capital significativo” para arcar com indenizações “razoáveis”.

Em causas semelhantes, a advogada afirma que são atribuídas diferentes sentenças, o que descredibiliza a Justiça. “A indenização não pode ser ínfima, de modo a servir de humilhação à vítima”, disse. “Não podemos deixar que a indenização se torne um bilhete premiado”.

Indústria dos danos morais

A especialista alerta para o surgimento de uma “indústria dos danos morais” devido o crescente número de ações por parte dos consumidores, o que gera acúmulo de processos. A prática pode causar imbróglio nas questões jurídicas e desentendimentos do Código de Defesa do Consumidor.

“Tanto o consumidor quanto o fornecedor pode recorrer de uma decisão que não esteja de acordo, entrar com recurso, mas a repetição delas pode afetar milhões de consumidores trazendo insegurança jurídica, além de enfraquecer o próprio mercado consumidor”, disse.

A advogada explica que a solução não necessariamente seria um “tabelamento” nos valores de causas ganhas pelo consumidor, mas sim um “arbitramento” no qual o juiz explique sua decisão de forma coesa, “com as premissas que o levaram a decidir sobre o montante indenizatório”.

Má fé

De acordo com o advogado Luis Albert, o principal ponto é a litigância de má-fé. “Nessas ações, o autor passou a ser o culpado. Existe um pensamento de que o advogado que entra com muitas ações está se beneficiando, ou seja, estão tentando a todo custo criminalizar a advocacia”, explicou.

Albert esclareceu que, nesse caso, o direito do consumidor é perdido em detrimento do advogado e acrescentou que os pequenos advogados são os que mais sofrem com esse problema.

O presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da OAB/AM, Nicolas Gomes, disse que os advogados não podem se manter inertes. “Além do debate em relação ao Tribunal, é importante dizer que grandes empresas, que violam constantemente os direitos dos consumidores, estão acuando a advocacia”, afirmou.

Notícias relacionadas

Lei cria premiação em dinheiro para servidores da saúde em Manaus

Justiça reduz pena de prisão de homem que ateou fogo na esposa

‘Fogo cruzado’: professor tem que ensinar e também identificar ameaça

Escola deve ser suporte para identificar violência contra crianças e adolescentes

Prefeito usa farda de gari para entregar caminhões de coleta de lixo

Assuntos advogados, direitos do consumidor, magistrados, manchete, OAB-AM
Redação 17 de agosto de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Com casos crescentes de violência nas escolas, professor assume também a função de apaziguador (Imagem ilustrativa gerfativa por IA/Google)
Dia a Dia

‘Fogo cruzado’: professor tem que ensinar e também identificar ameaça

23 de maio de 2026
Dia a Dia

Alívio nos ônibus: cai incidência de roubos de 213 para 51 em Manaus

22 de maio de 2026
Campanha de proteção à mulher contra violência doméstica: mais denúncias e pedido de medida protetiva (Foto: Divulgação/PC-AM)
Dia a Dia

Lei determina proteção imediata à mulher vítima de violência

22 de maio de 2026
Contas do governador Wilson Lima no TCE
Política

TCE recua de ampliar poderes, mas propõe recondução ilimitada do presidente

21 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?