O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Ação na Justiça pede indenização de R$ 750 mil a pais de bebê morto em hospital no AM

24 de março de 2021 Dia a Dia
Compartilhar
Caso de bebê morto após o parto é tratado como violência obstétrica (Foto: Gilson Abreu/Fotos Públicas)
Caso de bebê morto após o parto é tratado como violência obstétrica (Foto: Gilson Abreu/Fotos Públicas)
Da Redação

MANAUS – Uma ação na Justiça pede indenização de R$ 750 mil para os pais e avó de um bebê que morreu após o parto no hospital público de Coari (a 362,44 quilômetros de Manaus). A prefeitura do município e o Governo do Amazonas são acusados de negligência.

No processo, a DPE (Defensoria Pública do Estado do Amazonas) cita uma série de falhas e omissões nos procedimentos adotados no atendimento à mãe do bebê e à criança, após seu nascimento. A DPE pede audiência de conciliação para resolver o caso.

Do valor total, R$ 200 mil são para cada familiar da criança somando R$ 600 mil a título de danos morais. Outros R$ 50 mil são referentes a dano ao Projeto de Vida, que totaliza R$ 150 mil. 

A DPE requer também pensão mensal para cada autor, no valor de 2/3 do salário mínimo vigente a partir da data em que a vítima falecida completaria 14 anos até a data que completaria 25 anos, reduzindo-se a metade do salário mínimo até a data em que a criança completaria 65 anos.

Entenda o caso

A mãe foi internada no 26 de fevereiro de 2021 no Hospital Regional de Coari para exame de rotina, mas já estava com 41 semanas de gestação e em boas condições de saúde. Após a análise da paciente pela equipe médica, foi constatada que a mesma deveria ser internada para induzimento ao parto normal.  

 A tentativa ocorreu três vezes, às 18h, 24h e 6h da manhã seguinte, momento em que o bebê nasceu. O induzimento forçado ocasionou diversos danos na região genital da mulher, havendo necessidade de tomar pontos. No Relatório Intraparto e Puerpério Imediato consta que a própria médica responsável no dia do parto solicitou a preparação da cesariana. 

Com o nascimento da criança, foi detectado a presença de mecônio no recém-nascido. Mecônio é o termo técnico usado para descrever quando o bebê elimina fezes dentro da barriga da mãe, o que é um indicativo de sofrimento fetal.  

Segundo a mãe do bebê, após o nascimento da criança, os funcionários do hospital a deixaram na maca, sozinha, sem assistência médica. Neste momento, ela necessitava urgentemente de amparo, pois estava sangrando muito pela vagina por força dos danos ocasionados pelo nascimento do bebê. A mãe também ficou desassistida no trabalho de parto de acordo com a documentação fornecida pelo próprio hospital. 

A mãe e a avó da criança ressaltam que na hora do parto não havia médica ou médico presente. Apenas a parteira e uma enfermeira. Depois de muitas horas uma médica chegou. A mãe ficou internada enquanto o recém-nascido foi transferido para outra área do hospital, sendo a avó impedida de acompanhar o tratamento médico do neto. 

Muitas horas depois, no mesmo dia, sábado dia 27 de fevereiro de 2021, os pais e avó da criança foram informados que esta estava mal de saúde. No domingo, dia 28, uma assistente chamou-os avisando que o bebê seria transferido para Manaus, pois precisava com urgência de uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), inexistente em Coari. O bebê acabou falecendo na terça-feira, dia 2 de março, em Coari.   

Na ação, os defensores públicos citam ponto a ponto as condutas e omissões técnicas ilícitas dos funcionários do Hospital Regional de Coari. A começar pela inexistência de realização de Amnioscopia, um dos métodos importantes para a avaliação de risco e para a diminuição da mortalidade perinatal. Amnioscopia é a visualização direta do aspecto do líquido amniótico através de um tubinho chamado amnioscópio, com o objetivo de verificar se o bebê eliminou mecônio (“fez cocô dentro da barriga”), o que pode ser um dos indícios de sofrimento fetal. 

Os defensores Bernardo Mello Portella Campos e Thiago Torres Cordeiro afirmam que a morte da criança poderia ser evitada, pois o mecônio poderia ter sido identificado previamente, o que não ocorreu por “clara negligência”. 

Segundo os defensores, não foi realizado exame de Cardiotocografia, que avalia o bem-estar fetal, e costuma ser realizado durante e principalmente ao final da gestação. Além de verificar se o bebê está bem, a cardiotoco também serve para detectar a presença ou não de trabalho de parto.

O exame monitora a frequência cardíaca fetal (também abreviada como FCF) durante um dado intervalo de tempo, normalmente por volta de 10 a 20 minutos. O exame é indicado para gestações que ultrapassam 40 semanas para garantir que não há sofrimento fetal. 

Notícias relacionadas

Desembargadora mantém chapa de Carmona fora da eleição no Caprichoso

Anvisa autorizou 116.372 importações de produtos à base de cannabis

Manual de classificação de riscos em áreas urbanas inclui terras caídas

Bafômetro valerá para todos os motoristas em blitz de trânsito

CNJ autoriza criação de oito cargos de desembargador no TJAM

Assuntos Coari, destaque, DPE-AM, violência obstétrica
Cleber Oliveira 24 de março de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

"Caprichoso de Todos Nós" é encabeçada por Carmona Gonçalves de Oliveira Filho (Foto: Rede social/reprodução)
Dia a Dia

Desembargadora mantém chapa de Carmona fora da eleição no Caprichoso

19 de agosto de 2026
Extrato de cannabis é usado para tratamento de doenças (Imagem: TV Brasil/Reprodução)
Dia a Dia

Anvisa autorizou 116.372 importações de produtos à base de cannabis

19 de agosto de 2026
Parte do porto desabou com efeito das "terras caídas" (Imagem: Redes sociais/Reprodução)
Dia a Dia

Manual de classificação de riscos em áreas urbanas inclui terras caídas

19 de agosto de 2026
detran
Dia a Dia

Bafômetro valerá para todos os motoristas em blitz de trânsito

19 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?