O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Ação da Lava Jato contra Delúbio Soares prescreve sem análise do mérito

12 de julho de 2021 Política
Compartilhar
Ação da Lava Jato contra Delúbio Soares prescrevey (Foto: Arquivo)
Ex-tesoureiro do PT foi um dos réus beneficiados pela demora na decisão da Justiça (Foto: Arquivo)

SÃO PAULO – Uma das duas ações iniciadas pela Lava Jato que envolviam apurações sobre um empréstimo de R$ 12 milhões do Banco Schahin ao pecuarista José Carlos Bumlai teve acusações consideradas prescritas pouco mais de um ano após o STJ (Superior Tribunal de Justiça) ter decidido pelo seu envio à Justiça Eleitoral de São Paulo.

A possibilidade de punição foi considerada extinta para os acusados, entre eles o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares e o ex-prefeito de Campinas Hélio de Oliveira Santos, o Dr. Hélio (PDT).

Eles haviam sido tornados réus após o então juiz Sergio Moro, em 2016, aceitar denúncia da força-tarefa, sob acusação de lavagem de dinheiro.

O Ministério Público Federal afirmava que o verdadeiro destinatário do empréstimo eram o PT e aliados, em troca da contratação pela Petrobras do grupo Schahin para operação de um navio-sonda.

Segundo a Procuradoria, parte do dinheiro desse empréstimo tinha sido transferida para a campanha de Dr. Hélio a prefeito de Campinas, em 2004.

Como provas, foram usadas análises de transferências financeiras. Delúbio, segundo o Ministério Público, tinha “participado das reuniões nas quais o empréstimo fraudulento teria sido discutido, com o que tinha ciência da origem e natureza criminosa dos valores envolvidos”.

Após entendimento do STF em 2019 de que crimes como corrupção e lavagem de dinheiro, quando investigados junto com caixa dois, devem ser processados na Justiça Eleitoral, e não na Federal, as defesas pediram que o caso fosse transferido de juízo.

Em março de 2020, os autos foram encaminhados integralmente à Justiça Eleitoral em Campinas. A nova acusação, porém, só foi protocolada na Justiça Eleitoral em dezembro de 2020.

Em decisão publicada nesta segunda-feira (12), o juiz eleitoral Emilio Migliano Neto disse que, como a 13ª Vara Federal de Curitiba não tinha competência para analisar o caso, o recebimento da denúncia no Paraná não interrompeu o prazo de prescrição.

“Conclui-se, assim, que se deu a prescrição em abstrato do crime eleitoral em 30 de novembro de 2016 e 30 de abril de 2017 e, quanto ao crime previsto na Lei n.° 9.613/1998 [lavagem de dinheiro], em 5 de novembro de 2020”, disse.

“Lamentavelmente, a manutenção da persecução penal, nestes autos, seria de todo infrutífera e inútil, pois ausente o interesse de agir por parte do Estado ante a evidente prescrição em abstrato da pretensão punitiva dos crimes em análise”, afirmou o juiz.

“Manter a tramitação desta ação penal só implicaria em dispêndio de tempo e dinheiro públicos, desgastando a imagem da Justiça”.

O magistrado declarou extinta a punibilidade dos acusados “em decorrência da prescrição em abstrato da pretensão punitiva, sem qualquer análise do mérito”. A ação também prescreveu para outros quatro acusados no caso, além de Delúbio e de Dr. Hélio.

Procurado, o advogado de Delúbio, Pedro Paulo Guerra de Medeiros, afirma que “ainda que tardiamente, se fez justiça com os investigados, que na verdade sofreram perseguição política”.

Já o advogado de dr. Hélio, José Roberto Batochio, diz que a decisão é resultado de “após quase uma década de investigação em que se quebrou sigilos telefônicos e telemáticos, que se indisponibilizou bens e que se levaram a efeito espetaculosas diligências de busca e apreensão em que se assassinaram reputações”.

“Foi tudo conforme o script lavajatista que tanto violou a ordem jurídica e as garantias constitucionais do cidadão”, disse Batochio. “O processo melancolicamente termina porque dez anos não foram suficientes para se conseguir a prova da culpa”.

O empréstimo do Banco Schahin rendeu outra ação na Lava Jato, relacionada a metade do valor total, R$ 6 milhões. Esses recursos, segundo a acusação, foram transferidos ao empresário Ronan Maria Pinto, que comandava o jornal Diário do Grande ABC. Em 2017, Delúbio e Ronan foram condenados por Sergio Moro.

À época, os investigadores do caso suspeitavam que o motivo tenha sido a compra do silêncio sobre o caso Celso Daniel, prefeito petista de Santo André (SP) assassinado em 2002.

O publicitário Marcos Valério, pivô do escândalo do mensalão, chegou a mencionar durante a ação que o então presidente Lula estava sendo chantageado na época, sem revelar o motivo. As suspeitas, porém, não foram incluídas na denúncia.

Todos os condenados negaram ter cometido qualquer irregularidade.

Essa condenação foi confirmada pelo TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) e pelo STJ. Hoje em dia, a defesa de Delúbio tem um recurso no STF (Supremo Tribunal Federal) pela anulação do processo.

Notícias relacionadas

Faltam 5 dias: prazo final para registrar candidatura é 15 de agosto

Lei não é suficiente para impedir uso de IA e desinformação nas eleições

Políticos novos, práticas antigas: a ‘velha política’ sempre no poder

Lula tem 40% e Flávio Bolsonaro 35% em sondagem de 1º turno da  BTG/Nexus

Roberto Cidade apresenta justificativa para não ir a debate neste domingo

Assuntos Delúbio Soares, Lava Jato, PT
Redação 12 de julho de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Flávio Bolsonaro em vídeo gerado por IA metralhando barco do PT: ministro do STF considerou crítica contundente ()Imagem: Facebook/Reprodução)
Política

Mendonça nega remoção de vídeo de Flávio Bolsonaro inspirado em ‘Top Gun’

5 de agosto de 2026
Política

Lula promete enfrentar Congresso sobre emendas em novo mandato e critica fundo partidário

2 de agosto de 2026
Política

Em convenção do PT, Lula promete investir em defesa e proteger terras raras de China e EUA

2 de agosto de 2026
Política

Acabamos de homologar Lula à presidência e Alckmin vice, diz Edinho Silva

2 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?