O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

PF afirma que empresa de Gusttavo Lima agia em lavagem de dinheiro

24 de setembro de 2024 Dia a Dia
Compartilhar
Gusttavo Lima cozinhou durante live (Foto: YouTube/Reprodução)
Gusttavo Lima é considerado foragido da Justiça. Ele é investigado em operação sobre lavagem de dinheiro e jogos ilegais (Foto: YouTube/Reprodução)
Por José Maria Tomazela, do Estadão Conteúdo

SÃO PAULO – Gusttavo Lima, um dos principais cantores sertanejos do país, é sócio da empresa Vai de Bet, investigada pela Polícia Civil de Pernambuco em operação da Polícia Federal que apura um esquema de lavagem de dinheiro oriundo de jogos ilegais. É o que consta na decisão da juíza Andréa Calado da Cruz, que, na segunda-feira (23), determinou a prisão preventiva do cantor.

Segundo a sentença, em 1º de julho Lima adquiriu participação de 25% na empresa de apostas esportivas. A empresa do sertanejo é suspeita de ocultar valores oriundos de jogos ilegais.

A defesa do cantor afirmou que a decretação da prisão é “injusta e sem fundamentos legais” e que está tomado as medidas cabíveis para revertê-la.

O Estadão não localizou as defesas de José André da Rocha Neto, da Vai de Bet e da HSF Entretenimento Promoção de Eventos, também citadas no processo.

A Vai de Bet pertence a José André da Rocha Neto, que estava na Grécia junto do sertanejo no dia em que foi deflagrada a Operação Integration. Desde então, o empresário não se apresentou à polícia e é tido como foragido. Gusttavo Lima também é acusado de ter atuado na fuga do empresário. A defesa do empresário disse, em outras ocasiões, que ele atua dentro da legalidade.

Conforme a juíza Andréa Calado da Cruz, da 12ª Vara Criminal do Recife, a sociedade na empresa de Rocha Neto, um dos principais investigados na operação, acentua a natureza questionável das “interações financeiras” do cantor. “Essa é uma associação que levanta sérias dúvidas sobre a integridade das transações e a legitimidade dos vínculos estabelecidos”, diz a juíza.

Foi para a empresa J.M.J. Participações Ltda, de Rocha Neto, que Gusttavo Lima teria vendido seu avião, um Cessna Aircratf, tendo recebido depósitos em seis diferentes datas (entre fevereiro e julho deste ano), em valores que somam R$ 22,2 milhões.

O avião foi apreendido pela justiça no aeroporto de Jundiaí, no interior de São Paulo. Segundo a decisão judicial, a empresa de Lima atuou para “ocultar/dissimular a disposição e propriedade da aeronave”.

Na decisão de segunda-feira, a juíza afirma ainda, com base na investigação policial, que a Balada Eventos e Produções Ltda, de Gusttavo Lima, é responsável por ocultar valores provenientes de jogos ilegais da HSF Entretemimento Promoção de Eventos, ao receber dela repasses de R$ 9,8 milhões.

A investigação aponta ainda que a empresa GSA, também pertencente a Gusttavo Lima, teria ocultado valores provenientes dos jogos ilegais, guardando em cofre da empresa R$ 112 mil e 4,7 mil euros, além de mil dólares.

Segundo consta na decisão, a autoridade policial sustenta haver “indícios suficientes de participação dele no crime de lavagem de dinheiro”.

A Operação Integration, da Polícia Civil de Pernambuco, não mira diretamente os sites de apostas esportivas (bets), mas o uso dessas plataformas para lavar dinheiro de atividades ilegais, como o jogo do bicho. Um dos relatórios da investigação registra que o site Esportes da Sorte era usado para ocultar receitas oriundas do jogo do bicho, como mostrou o Estadão. A empresa nega irregularidades.

O que diz a defesa

Em nota, a defesa de Gusttavo Lima informou que as medidas cabíveis já estão sendo adotadas para reverter o mandado de prisão contra o cantor. “Ressaltamos que é uma decisão totalmente contrária aos fatos já esclarecidos pela defesa do cantor e que não serão medidos esforços para combater juridicamente uma decisão injusta e sem fundamentos legais”.

Segundo a nota, a inocência do artista será devidamente demonstrada, “pois acreditamos na Justiça brasileira”. “O canto Gusttavo Lima jamais seria conivente com qualquer fato contrário ao ordenamento de nosso país e não há qualquer envolvimento dele ou de suas empresas com o objeto da operação deflagrada pela Polícia pernambucana”.

A defesa esclarece que os autos tramitam em segredo de justiça e que qualquer violação a esse instituto será objeto de reparação e responsabilização aos infratores.

Notícias relacionadas

STF mantém competência do INSS para decidir juros do consignado

Juiz mantém suspensão de empréstimo de R$ 1,46 bilhão ao AM

Vazante do Rio Negro em 2026 tende a ser a terceira mais severa da história

TJAM vê como ‘esquisitos’ 936 acessos de defensor a processo sigiloso

Mapa facilita coleta de castanha-da-amazônia por extrativistas no AM

Assuntos destaque, Gusttavo Lima, Lavagem de Dinheiro, Vai de Bet
Cleber Oliveira 24 de setembro de 2024
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Ministro alerta que trabalhador não deve ter pressa em obter consignado pela CLT (Foto: Marcello Casal Jr/ABr)
Economia

STF mantém competência do INSS para decidir juros do consignado

1 de setembro de 2026
A suspensão havia sido determinada de forma provisória em 26 de agosto, e o magistrado negou o pedido de reconsideração apresentado pelo Estado (Foto: Divulgação)
Economia

Juiz mantém suspensão de empréstimo de R$ 1,46 bilhão ao AM

1 de setembro de 2026
A seca no Amazonas teve influência do El Niño. Marina do David, na zona oeste de Manaus (Foto: Rafa Neddermeyer/ABr)
Dia a Dia

Vazante do Rio Negro em 2026 tende a ser a terceira mais severa da história

1 de setembro de 2026
Dia a Dia

TJAM vê como ‘esquisitos’ 936 acessos de defensor a processo sigiloso

1 de setembro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?