O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Aplicativos oferecem salário mínimo, mas rejeitam vínculo trabalhista

20 de junho de 2023 Economia
Compartilhar
Entregadores de alimentos Delivery
Empresas rejeitam vínculo trabalhistas com entregadores (Foto: Photo Premium/Folhapress)
Por Julio Wiziack, da Folhapress

SÃO PAULO – A Amobitec, associação que representa empresas como Amazon, iFood, Flixbus, Uber, Zé Delivery, Buser, 99 e Lalamove, aceita negociar com o governo uma remuneração mínima para os entregadores por aplicativos.

É o que revela documento obtido pela reportagem com a lista de propostas das centrais sindicais a serem apresentadas nesta terça (20) ao grupo de trabalho que discute, no governo Lula, um marco legal para regular a atividade por aplicativos.

As empresas querem estabelecer que o trabalho intermediado pelas plataformas digitais constitui um “fenômeno novo”, com características e desafios específicos. Não aceitam, no entanto, definir algo na nova regulamentação que estabeleça vínculo empregatício entre aplicativos e entregadores.

Questões como independência do trabalhador, seguridade social, limitação de horas trabalhadas e segurança dos entregadores são reivindicações que as plataformas se dispõem a abraçar.

No início deste mês, quando o grupo de trabalho teve início, as centrais sindicais divulgaram documento com 12 diretrizes pedindo um piso mensal, a criação do vínculo de trabalho seguindo a legislação atual —em que trabalhadores habituais terão vínculo indeterminado e trabalhadores eventuais serão definidos como autônomos.

Não existe um consenso entre as plataformas, mas dois pontos são inegociáveis para elas: segurança jurídica e independência do trabalhador.

No primeiro item, a Amobitec afirma que é necessária uma legislação adaptada à realidade do trabalho intermediado pelas plataformas e que afaste “supostas controvérsias em torno da existência de vínculo empregatício”.

“É preciso inovar e enfrentar os reais desafios do novo modelo, visando reduzir os litígios e efetivamente assegurar direitos aos trabalhadores”, diz a Amobitec no documento.

Em relação à independência do trabalhador, as plataformas querem estabelecer que exista liberdade de acesso, inclusive para quem quiser utilizar o aplicativo como fonte de renda adicional.

Além disso, propõem liberdade para definir horários, dias e períodos de trabalho, e querem encerrar a relação de exclusividade entre plataformas e trabalhadores cadastrados.

Outra proposta estabelece a garantia de uma remuneração mínima, assegurando que os entregadores receberão o equivalente ao salário mínimo proporcional ao tempo de trabalho registrado na plataforma.

A Amobitec também se mostra disposta a aceitar a criação de um seguro contra acidentes, complementando a proteção oferecida pelo sistema de seguridade social – pauta que é uma reivindicação trabalhista.

O grupo de trabalho foi inaugurado pelo governo Lula no início deste mês e deve estabelecer uma proposta de regulação que será enviada ao Congresso. Nele estão reunidas as grandes empresas e associações de classe, bem como as centrais sindicais e entregadores de movimentos autônomos, que não foram incluídos inicialmente pelo Ministério do Trabalho, mas foram convidados pelos sindicatos.

Notícias relacionadas

Comissão aprova fim da ‘taxa das blusinhas’ nas compras de até R$ 260

Nova regra do Pix amplia para 80 dias prazo para contestar devolução

Endividamento pressiona finanças de famílias e empresas, diz BC

STF mantém competência do INSS para decidir juros do consignado

Juiz mantém suspensão de empréstimo de R$ 1,46 bilhão ao AM

Assuntos delivery, Salário mínimo, trabalho por aplicativo
Cleber Oliveira 20 de junho de 2023
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Para receber o auxílio, a renda familiar deve ser de até R$ 522,50 por pessoa ou de até três salários mínimos (Foto: Marcello Casal/Agência Brasil)
Política

Promessa de reajuste do salário mínimo atrai o eleitor, mostra pesquisa

27 de agosto de 2026
Para receber o auxílio, a renda familiar deve ser de até R$ 522,50 por pessoa ou de até três salários mínimos (Foto: Marcello Casal/Agência Brasil)
Economia

Governo estima que salário mínimo será de R$ 1.741 para 2027

25 de agosto de 2026
Em Manaus, entregadores não são obrigados a deixar encomendas na porta dos apartamentos (Foto; Fernando Frazão/Agência Brasil)
Dia a Dia

Anvisa fará consulta pública sobre delivery de medicamentos

20 de agosto de 2026
Em Manaus, entregadores não são obrigados a deixar encomendas na porta dos apartamentos (Foto; Fernando Frazão/Agência Brasil)
Dia a Dia

IMMU abre credenciamento para pontos de apoio a entregadores em Manaus

14 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?