

Do ATUAL
MANAUS – O Amazonas teve 20 candidatos que utilizaram títulos religiosos no nome de urna. Nenhum deles foi eleito. As denominações escolhidas pelos candidatos nas eleições deste ano constam no Divulgacandcontas, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
A maioria é mulher. O título mais empregado é o de pastor e pastora. Já o partido com mais candidatos com identificação do tipo é o Agir.
Dos 443 candidatos para deputados estaduais, foram 13 nomes com títulos religiosos: Irmã Nilda (PSB), Irmão Ari (PSC), Missionária Eliana Neves (Patriota), Pastor Claudio (PTB), Pastor Dilson Lima (PMB), Pastor Sabá Penedo (Agir), Pastor Sergio Almeida (PTB), Pastora Alissandra (União Brasil), Pastora Ofélia Ruiz (Patriota), Pastora Rute (DC), Pastora Sônia (PTB), Pastora Waldirene (Agir) e Pr. Alecy (PDT).
Dos 173 nomes na disputa para deputado federal, sete empregaram títulos religiosos: Apóstolo Darlam Melo (PROS), Apóstolo Darlam Santos (PROS), Irmão Ribeiro (Agir), Missionária Cirley Botêlho (PSC), Pastora Jô (PL) e Pra Raimunda da Quadrangular (Republicanos).
Entre os sete candidatos a senador, Peter Junior Miranda se identificou na urna como Pastor Peter Miranda (Agir).
Os títulos religiosos foram usados para aproveitar a onda religiosa na política, com igrejas abrindo espaço para candidatos e transformando púlpitos em palanques e pregações em discursos eleitorais. O apelo não seduziu os fiéis. O resultado obtidos por candidatos com denominações religiosas foi pífio.
