O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Terras com indígenas isolados na Amazônia estão com proteção vencida

26 de abril de 2022 Dia a Dia
Compartilhar
indios isolados
Registro de indígenas isolados em 2020: proteção vencida (Foto: Gleilson Miranda/MPF)
Por Rosiane Carvalho, da Folhapress

MANAUS – Quatro das seis terras indígenas com presença de indígenas isolados na Amazônia protegidas por portarias de restrição de uso da área estão com os documentos com prazos vencidos ou com período de validade considerado por especialistas insuficiente para garantir a segurança e a vida deles.

A renovação dessas portarias costumava ter periodicidade de três anos. A partir do governo Jair Bolsonaro (PL), a Funai (Fundação Nacional do Índio) adotou, porém, a política de prorrogar por apenas seis meses o documento.

As portarias de restrição de uso servem para proteção dos indígenas e dos territórios até a demarcação. Assim, oficialmente, fica vedada a entrada ou circulação de pessoas que não sejam da Funai.

Procurada, a Funai não respondeu até a publicação deste texto.

A mudança na gestão Bolsonaro em relação aos atos administrativos, que deveriam garantir a segurança desses territórios, contraria a decisão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luís Roberto Barroso na ADPF (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental) nº 709. Em agosto de 2020, em razão da pandemia, Barroso determinou que a Funai tomasse medidas para proteção dos indígenas isolados em todo país.

Na decisão, o ministro afirma que, ao “afastar a proteção territorial em terras não homologadas”, referindo-se às barreiras sanitárias, a Funai “sinaliza a invasores” que não haverá combate a irregularidades e cria um “convite” à prática de ilícitos “de toda ordem”.

Entre os locais ameaçados estão as terras indígenas Ituna-Itatá, no sul do Pará, e Piripkura, em Mato Grosso.

Para ambas, as portarias vencidas foram renovadas pela Funai por força de decisão judicial. Ituna-Itatá teve a restrição de uso prorrogada por seis meses a partir de janeiro deste ano. A decisão para a terra Piripkura, de março, garante a restrição de uso até o julgamento definitivo de uma ação civil pública que tenta a demarcação do território.

Na decisão da área dos piripkura, Frederico Martins, juiz da Vara Federal Cível e Criminal da Subseção Judiciária de Juína (MT), afirmou que “há provas fartas sobre sério e grave” risco de degradação ambiental e ocupação irregular. O juiz acusou a Funai de inércia na demarcação, relaxamento da proteção dos indígenas e incentivo a invasores.

Já a terra Jacareúba/Katawixi, que também apresenta vestígios de isolados, desde dezembro está sem renovação da portaria e sem proteção administrativa. O território indígena fica no arco do desmatamento no Amazonas, pressionado pela BR-319.

O Ministério Público Federal do Amazonas emitiu, no final de março, recomendação à Funai para renovação imediata da restrição de uso sob pena de serem responsabilizados pelo “risco de genocídio dos isolados” da área. Nada foi feito até agora. A última portaria dessa terra indígena foi emitida com validade de quatro anos e venceu em dezembro do ano passado.

A terra indígena Pirititi (RR) está com a portaria de restrição de uso com validade de seis meses, a contar de dezembro do ano passado. Em 2018, o Ibama fez em Pirititi a maior apreensão de madeiras da história do estado de Roraima: 7.387 toras, o equivalente a cerca de 15 mil metros cúbicos de madeira.

O ex-coordenador-geral da CGIIRC (Coordenação Geral de Índios Isolados e Recente Contatados da Funai) Bruno Pereira, servidor licenciado da fundação, ressalta que a não renovação pode resultar em danos aos isolados.

“A estrutura do Estado, o arcabouço jurídico, administrativo é fundamental para a existência desses índios. Restrições de pouco tempo que não dá para se avançar só expõem e vulnerabilizam os indígenas. Eles não vão sair correndo até o STF e exigir o direito deles. Eles vão até o último momento em seus territórios”, diz Pereira.

Na Amazônia, segundo a Funai, há 114 grupos indígenas isolados vivendo em terras demarcadas, como é o caso do Vale do Javari, no Amazonas, e em áreas não homologadas. Ainda segundo a Funai, 28 grupos isolados do total têm registro confirmado. Os demais dependem de estudos.

Os grupos que optam pelo não contato têm os costumes deles garantidos na Constituição de 1988, que também obriga, em seu artigo 231, a União a demarcar e proteger os territórios.

“Não é que eles não tenham contato. Há um histórico de relação interétnica. O que rejeitam é o contato com a nossa sociedade, que levou ao extermínio de muitos deles”, diz o indigenista Elias Bigio, ex-coordenador-geral da Coordenação de Índios Isolados da Funai.

Para a coordenadora executiva da Apib (Articulação dos Povos Indígenas do Brasil), Sônia Guajajara, é muito grave o risco que correm os povos isolados. “Há uma incitação por meio dos discursos deste governo para invasão dos territórios e aprovar flexibilizações à legislação ambiental”, afirma.

“Eles ficam totalmente sem o subsídio que garante sua sobrevivência, sem o alimento, sem a água. Então, é a vida deles que está em risco. Não é só da parte de atirar de bala. Ameaça porque eles ficam sem o espaço que precisam para garantir sua sobrevivência. Não é questão de escolheu viver ali, sempre viveram dessa forma”, completa.

Luciano Pohl, gerente de Proteção dos Direitos dos Povos Indígenas Isolados e Recente Contato da Coiab (Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira), destaca ainda que a restrição de uso de terra em que um novo povo isolado foi encontrado recentemente não foi dada.

Segundo Pohl, há sete meses a Funai ignora um comunicado da FPE (Frente de Proteção Etnoambiental) Madeira Purus, que identificou um novo grupo de isolados no sul do Amazonas, em uma área pressionada por desmatamento ilegal.

“É uma área em que foi feito o trabalho de monitoramento e, em setembro do ano passado, se descobriu um grupo indígena novo. Conseguiram muita informação, confirmando esse povo e precisava de uma portaria de restrição de uso. Fizeram recomendações para proteção desse povo e não foram atendidos”, diz.

Notícias relacionadas

Cinco pessoas ficaram feridas em capotamento de micro-ônibus

BNDES Periferias Fortes vai selecionar projetos no Amazonas

UEA vai restaurar prédio da Alfândega para instalar centro de estudos e artes

Deputada acusa manobra em sessão e confronta presidente da Aleam

Aleam aprova ampliação da bandeira e flexibilização da regularização fundiária

Assuntos Amazônia, destaque, Funai, indígenas, índios isolados
Murilo Rodrigues 26 de abril de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Micro-ônibus parou no canteiro central da avenida (Foto: WhatsApp/Divulgação)
Dia a Dia

Cinco pessoas ficaram feridas em capotamento de micro-ônibus

1 de julho de 2026
Programa que permite o uso do Fundo Garantidor para Investimentos do BNDES para a concessão de crédito (Foto: Arquivo/Agência Brasil)
Dia a Dia

BNDES Periferias Fortes vai selecionar projetos no Amazonas

1 de julho de 2026
Prédio da Alfândega, inaugurado em 1909, será restaurado pela UEA (Foto: Thiago Gonçalves/AM ATUAL)
Dia a Dia

UEA vai restaurar prédio da Alfândega para instalar centro de estudos e artes

1 de julho de 2026
Alessandra Campêlo, deputada estadual
Política

Deputada acusa manobra em sessão e confronta presidente da Aleam

1 de julho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?