O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Pescadores e coletores de caranguejo ajudam a reflorestar manguezal na Amazônia

2 de março de 2022 Dia a Dia
Compartilhar
Mangues da Amazônia: plantio usa conhecimentos tradicionais (Foto: San Marcelo/Projeto Mangues da Amazônia/Sapucaia Filmes)
Mangues da Amazônia: plantio usa conhecimentos tradicionais (Foto: San Marcelo/Projeto Mangues da Amazônia/Sapucaia Filmes)
Da Redação

MANAUS- Trinta mil mudas de três espécies de mangues serão plantadas em 12 hectares de manguezais em três reservas extrativistas no Pará. Moradores, pescadores e coletores de caranguejo ajudaram a identificar os locais mais degradados para o projeto de reflorestamento Mangues da Amazônia.

“Trata-se de um ecossistema muito importante como fonte de renda e serviços ambientais, e esse trabalho coroa a relação entre homem e natureza na região”, diz o biólogo Danilo Gardunho, coordenador do projeto. A área de manguezais é a maior do mundo em faixa contínua.

Serão usadas três espécies dominantes na região:  Rhizophora mangle (mangue-vermelho), Laguncularia racemosa (mangue-branco) e Avicennia germinans (mangue-preto). As mudas foram cultivadas em dois viveiros instalados em comunidades tradicionais e irrigados naturalmente pelo fluxo das marés. Os manguezais estão localizados nos municípios paraenses de Bragança, Augusto Corrêa e Tracuateua.

“Ao contrário da costa do Nordeste, onde ocorrem impactos severos da carcinicultura, nos manguezais amazônicos não há grandes áreas devastadas e a principal questão é a retirada de madeira pelas atividades comunitárias para construir casas, cercas e currais de pesca”, explica o biólogo.

Pescadores e coletores de caranguejo também ajudam na definição do método de plantio, que é coordenado pelo Instituto Peabiru e Associação Sarambuí com patrocínio da Petrobras e apoio do Laboratório de Ecologia de Manguezal (Lama), da Universidade Federal do Pará (UFPA).

O plantio de mudas começou pela Reserva Extrativista Caeté-Taperaçu, em Bragança (PA), nos dias 26 e 27 de fevereiro, estendendo-se de 11 a 13 de março para Tracuateua e 25 a 27 para Augusto Corrêa.

O trabalho inclui a conscientização das comunidades para a conservação, especialmente por meio de atividades educativas com crianças e jovens das diferentes faixas etárias. “Isso gera uma sensação de pertencimento, porque quem planta também cuida e protege”, ressalta Gardunho.

Um guia sobre o reflorestamento será disponibilizado em formato digital no site www.manguesdaamazonia.gov.br.

“No âmbito do projeto, as atividades de reflorestamento dos manguezais têm uma abordagem preventiva, mais do que propriamente a recuperação de áreas que já foram degradadas, repondo o que foi perdido”, ressalta o pesquisador Marcus Fernandes, coordenador do Lama.

Na costa amazônica os manguezais têm sofrido poucos danos nos últimos 30 anos, com impactos que representam menos de 1% das áreas de manguezal perdidas no País. “Nossas atividades de reflorestamento são usadas no contexto da educação ambiental para sensibilizar sobre os riscos da degradação”, completa o pesquisador.

Mudas em viveiro são irrigadas conforme a maré (Foto: San Marcelo/Projeto Mangues da Amazônia/Sapucaia Filmes)
Mudas em viveiro são irrigadas conforme a maré (Foto: San Marcelo/Projeto Mangues da Amazônia/Sapucaia Filmes)

Notícias relacionadas

STF mantém competência do INSS para decidir juros do consignado

Juiz mantém suspensão de empréstimo de R$ 1,46 bilhão ao AM

Vazante do Rio Negro em 2026 tende a ser a terceira mais severa da história

TJAM vê como ‘esquisitos’ 936 acessos de defensor a processo sigiloso

Mapa facilita coleta de castanha-da-amazônia por extrativistas no AM

Assuntos destaque, mangues da Amazônia, Manguezais, Pará
Redação 2 de março de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Ministro alerta que trabalhador não deve ter pressa em obter consignado pela CLT (Foto: Marcello Casal Jr/ABr)
Economia

STF mantém competência do INSS para decidir juros do consignado

1 de setembro de 2026
A suspensão havia sido determinada de forma provisória em 26 de agosto, e o magistrado negou o pedido de reconsideração apresentado pelo Estado (Foto: Divulgação)
Economia

Juiz mantém suspensão de empréstimo de R$ 1,46 bilhão ao AM

1 de setembro de 2026
A seca no Amazonas teve influência do El Niño. Marina do David, na zona oeste de Manaus (Foto: Rafa Neddermeyer/ABr)
Dia a Dia

Vazante do Rio Negro em 2026 tende a ser a terceira mais severa da história

1 de setembro de 2026
Dia a Dia

TJAM vê como ‘esquisitos’ 936 acessos de defensor a processo sigiloso

1 de setembro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?