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Dia a Dia

Casal acusado de fazer abortos clandestinos no Amazonas tem pedido de soltura rejeitado

10 de janeiro de 2022 Dia a Dia
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Médico Antônio Cabede Lopes foi preso em uma clínica na zona centro sul de Manaus (Foto: Divulgação)
Médico Antônio Cabede Lopes foi preso em uma clínica na zona centro sul de Manaus (Foto: Divulgação)
Da Redação

BRASÍLIA – O médico Antônio Cabede Lopes a esposa dele, Maristela Melo da Silva, presos preventivamente sob a acusação de realizar abortos em uma clínica clandestina no município do Rio de Janeiro, tiveram habeas corpus indeferido pelo presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça), ministro Humberto Martins.

Os réus foram presos em flagrante durante ação da Polícia Civil em 2021. De acordo com a denúncia, os agentes chegaram ao local quando uma paciente – também ré no caso – havia acabado de ser submetida ao procedimento de interrupção da gravidez, com o seu consentimento.

O Ministério Público aponta que o casal cobraria, em média, R$ 5 mil para proceder à interrupção da gravidez, com o uso de medicamentos sem registro e em condições impróprias para o uso. Os réus são acusados também pela prática de mais de 200 procedimentos abortivos no Amazonas. As investigações identificaram, ainda, uma ligação clandestina de energia na clínica.​​​​​​​​​

Ao requerer a revogação da prisão preventiva, a defesa alegou excesso de prazo na manutenção da medida, ressaltando que a paciente do casal ainda não apresentou a sua defesa nem prestou depoimento policial.

Argumentou, também, que estaria configurada a flagrante ilegalidade na prisão provisória em razão de continuarem pendentes a oitiva de testemunhas e a perícia dos medicamentos apreendidos pela polícia.

Pedido de liberdade já foi indeferido pelo STJ

Em sua decisão, o ministro Humberto Martins entendeu ser inviável apreciar os pleitos defensivos até o julgamento de mérito de outro habeas corpus pendente de análise no TJRJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro), que indeferiu o pedido de soltura em caráter liminar.

O presidente do STJ afirmou não ter verificado, em juízo sumário, a ocorrência de manifesta ilegalidade para afastar a aplicação, por analogia, da Súmula 691 do STF, segundo a qual não se admite a impetração de habeas corpus contra o indeferimento de pedido de liminar na instância antecedente – salvo se houver flagrante ilegalidade.

Martins observou, ainda, que o pedido de liberdade provisória dos réus foi indeferido em outros dois habeas corpus analisados anteriormente pelo ministro João Otávio de Noronha.

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Assuntos clínica de aborto, médico preso, STJ
Felipe Campinas 10 de janeiro de 2022
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