O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Projeto afrouxa exigências e ameniza punições no transporte escolar em Manaus

25 de agosto de 2021 Dia a Dia
Compartilhar
transporte escolar
Projeto afrouxa exigências de segurança no transporte escolar em Manaus (Foto: Altemar Alcantara/Semcom)
Por Iolanda Ventura, da Redação

MANAUS – Projeto de lei que tramita na CMM (Câmara Municipal de Manaus) afrouxa exigências para o transporte escolar e ameniza punições para prestadores do serviço que cometerem irregularidades.

O PL nº 476/2021, da vereadora Jacqueline Pinheiro (Podemos), altera dispositivos da Lei nº 1.892, de 10 de julho de 2014, que dispõe sobre o Serviço de Transporte Coletivo de Escolares na capital.

A vereadora revelou que aceitou pedido do Sindetesc-AM (Sindicato das Empresas, Microempresas e Transportadores Autônomos de Transporte Escolar no Amazonas) para adequação de alguns artigos. A entidade alegou dificuldade financeira dos transportadores para exigir as mudanças.

O projeto exclui o parágrafo terceiro do artigo 4º da Lei nº 1.892, que impede o uso dos veículos cadastrados para o serviço em outras modalidades de transporte, assim como o uso de veículos de outras atividades no seguimento de transporte escolar. Caso aprovado, essa obrigatoriedade deixa de existir.

Silvanio Carvalho, presidente do Sindetesc, afirma que o pedido para revogação do parágrafo é para garantir uma opção a mais de renda caso haja outra situação como a pandemia de Covid-19. “A lei atual proíbe a gente de atuar com nossos veículos em outras atividades. Mas não é isso que vemos de outras empresas. Outras empresas entram no nosso mercado de transporte escolar e não pedem licença”, diz.

A vida útil dos veículos usados no transporte escolar é de dez anos para aqueles de até 16 lugares e de 15 anos para veículos a partir de 23 lugares. O projeto define que a vida útil das conduções ainda será de dez anos para as de até 16 lugares, mas pode ser prorrogada até 12 anos, mediante inspeção técnica do órgão gestor competente. O prazo de 15 anos valerá para veículos acima de 16 lugares.

Silvanio Carvalho afirma que a mudança nesse ponto é necessária, pois o trecho é genérico em relação a algumas conduções. “O artigo 8 está vago. Nós temos veículos de 19 lugares, 18 lugares. E para esses veículos, a lei não estava dando garantia de quantos anos era a vida útil deles”.

O presidente da sindicato afirma que na pandemia veículos ficaram parados, completaram o tempo de vida útil e saíram do sistema que permite a circulação. Em virtude disso, ele defende a vistoria para que os que estão em bom estado voltem a ser usados no serviço.

“Como eu poderia estar trabalhando para poder comprar um outro veículo e colocar no mercado novamente? Nós fomos impossibilitados de trabalhar. Estamos pedindo aqui que pelo menos haja um órgão possa fazer uma vistoria técnica para garantir que esse veículo ele tenha o direito de atuar no mercado”, afirma.

transporte escolar
Sindicato do Transporte Escolar pediu mudanças por problemas financeiros, diz PL (Foto: Altemar Alcantara/Semcom)

Atualmente, a lei determina um acompanhante auxiliar, necessariamente maior e capaz, para acompanhar o estudante menor até o interior da escola. No PL, o auxiliar deve levar o aluno da residência até o interior da escola e vice-versa. Mas esclarece que essa obrigação é para acompanhar aqueles de 0 a 10 anos de idade.

Operar com motorista auxiliar ou com acompanhante auxiliar não cadastrado no IMMU (Instituto Municipal de Mobilidade Urbana) – antiga SMTU –, ou prestar o serviço sem o acompanhante ou com auxiliar que não seja maior de idade e capaz resultam em apreensão do veículo mais multa de 4 UFMs (R$ 458,44, 1 UFM – Unidade Fiscal do Município – equivale a R$ 114,61) e revogação da autorização mais multa de 2 UFMs (R$ 229,22), respectivamente.

Além das multas, na primeira infração o PL estabelece como medida administrativa assinatura de termo de responsabilidade para regularização no prazo de cinco dias úteis. Quanto a dirigir sem o acompanhante ou com auxiliar fora do estabelecido, o prestador do serviço poderá assinar termo para regularização em cinco dias úteis. E em caso de recusa ou reincidência, terá a autorização revogada.

“O artigo 12 que estamos pedindo para flexibilizar ele diz aqui que recolhe, retenção temporária do veículo para adequação da norma. Quer dizer, recolher o veículo hoje em dia a própria lei do trânsito já não permite que o veículo seja recolhido”, diz Silvanio, em referência ao Projeto de Lei nº 241/2019 aprovado na Assembleia Legislativa do Amazonas que proíbe a apreensão de veículos por débitos do IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores) em operações do Detran-AM (Departamento Estadual de Trânsito do Amazonas).

Hoje, o motorista que conduzir veículo com passageiros que não estejam devidamente sentados ou com os cintos de segurança desafivelados está sujeito à multa de 5 UFMs (R$ 573,05) e retenção temporária do veículo. Em caso de recusa ou reincidência, será retirada a autorização para prestar o serviço. O projeto de lei tira essa irregularidade do rol de infrações da lei.

Fiscalização e dívidas

Silvanio Carvalho afirma que no momento 496 veículos que prestam transporte escolar circulam legalmente em Manaus. Segundo ele, os condutores pagam R$ 226 anualmente em taxas pagas ao IMMU (Instituto Municipal de Mobilidade Urbana) que incluem autorização, vistoria e taxa de expediente. Também há o IPVA mais a taxa do Detran, além de prestações do veículo, que alguns motoristas pagam.

O sindicalista afirma que sem a fiscalização adequada do IMMU, veículos legalizados disputam o mercado com as conduções que circulam de forma irregular.

“A questão é que nós pagamos para atuar no mercado e eles não fazem a parte deles que é fiscalizar, coibir o transporte irregular. E nós que pagamos acabamos sendo penalizados, porque a gente está sofrendo com a falta de crianças e transporte irregular”, reclama. “Você chega lá no IMMU, cobra a fiscalização, eles dizem ‘rapaz, o nosso contingente aqui são 12 fiscais para atender todas as categorias’. É de fretamento, táxi, mototáxi, tudo o que é transporte”, diz.

Silvanio diz que os cerca de 250 veículos que prestam serviço para a prefeitura ainda conseguem manter a renda, mas não é a realidade de todos. “Não passaram muitos problemas porque foi verba para eles, receberam normalmente. Mas para nós que prestamos serviço para o setor privado, onde os pais a maioria ficou desempregada, não teve de onde receber dinheiro”, relata.

Ele conta que a pandemia gerou uma crise no segmento. “Teve alguns que fizeram negociação que o valor da dívida ficou duas vezes mais do que já tinha. Esses (veículos) foram ameaçados de serem recolhidos. Os outros esconderam os carros para não serem recolhidos”.

Notícias relacionadas

Governo coletará sugestões para definir indulto a presos em dezembro

Horário eleitoral começa nesta sexta; na TV, será à tarde e à noite

Adolescente que atacou professor a facadas em Manaus é internado

Erro em CPF gera registro de óbito de agricultora no lugar da mãe

‘Não teve nada que justificasse’, diz professor esfaqueado por aluno

Assuntos CMM, manchete, prof jacqueline, Transporte Escolar
Redação 25 de agosto de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Propaganda eleitoral gratuita começou (Foto: Lindomar Cruz/Agência Senado)
Política

Horário eleitoral começa nesta sexta; na TV, será à tarde e à noite

28 de agosto de 2026
O professor Vinicius Siqueira Figueiredo falou pela primeira vez sobre o ataque (Foto: WhatsApp/reprodução)
Dia a Dia

‘Não teve nada que justificasse’, diz professor esfaqueado por aluno

27 de agosto de 2026
Aadesam demitiu em massa os trabalhadores (Foto: Divulgação/Aadesam)
Política

Desembargadora manda Aadesam reintegrar 469 trabalhadores

27 de agosto de 2026
Eleitora verifica celular: TSE disponibiliza ferramenta para identificar conteúdo eleitoral falso (Imagem ilustrativa gerada por IA/Google)
Política

Eleitor pode identificar conteúdo falso criado com imagem de pessoa real

27 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?