O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Variedades

Ex-integrantes do Legião Urbana podem usar nome da banda em shows, decide STJ

29 de junho de 2021 Variedades
Compartilhar
Morto em 1996, Renato Manfredini Júnior fundou a Legião Urbana (Foto: Arquivo pessoal)
Marcelo Rocha, da Folhapress

BRASÍLIA, DF  – O STJ (Superior Tribunal de Justiça) liberou os músicos Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá, ex-integrantes do grupo Legião Urbana, a se apresentarem com o nome da banda.

A decisão decorre de uma ação movida na corte superior por Giuliano Manfredini, filho e herdeiro do cantor Renato Russo, contra os remanescentes do grupo.

O julgamento, sob a responsabilidade da Quarta Turma do STJ, havia sido interrompido na semana passada com um empate e foi retomado nesta terça-feira (29).

Os ministros Isabel Gallotti e Luiz Felipe Salomão deram votos favoráveis a Manfredini, enquanto Antônio Carlos Ferreira e Raul Araújo se manifestaram a favor de Villa-Lobos e Bonfá. Coube ao ministro Marco Buzzi desempatar.

“A perpetuação do uso do nome Legião Urbana”, votou Buzzi, “contribui para que se mantenha vivas e presentes na memória dos fãs as composições musicais do grupo, permitindo ainda que as novas gerações tenham um contato mais direto com a banda e com o rock nacional”.

Relatora da matéria e responsável pelo voto que inaugurou o debate entre os magistrados, Gallotti havia reconhecido em sessão anterior que seria exclusividade de Manfredini dizer quando, onde e como a marca poderia ser usada.

Houve sustentação oral dos advogados do escritório Sérgio Bermudes, que representa o herdeiro do ex-vocalista, e José Eduardo Cardozo, defensor dos dois músicos.

Movida pela Legião Urbana Produções Artísticas, empresa herdada por Manfredini, a ação no STJ busca reverter uma decisão anterior que beneficiou Dado e Bonfá.

Em 2014, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro impediu que a empresa de Manfredini proibisse os dois músicos de usar a marca, sob pena de multa de R$ 50 mil por cada tentativa. A decisão permitiu a eles fazer as turnês comemorativas dos 30 anos dos dois primeiros discos da banda.

A marca Legião Urbana foi registrada no Inpi, o Instituto Nacional da Propriedade Industrial, em 1987, quando a banda de rock estava no auge do sucesso.

Na ocasião, um contador da gravadora EMI orientou os músicos a criarem, cada um, uma empresa própria. Bonfá criou a Urbana Produções Artísticas, o baixista Renato Rocha, a Legião Produções Artísticas, Dado, a Zotz Produções Artísticas, e Renato Russo, a Legião Urbana Produções Artísticas.

O nome do grupo, porém, só poderia ser registrado em nome de uma empresa, e prevaleceu a do vocalista.

Depois da morte do cantor, em 1996, sua família herdou o nome, que coincide com o da banda e também com o título do primeiro disco do grupo.

Em defesa de Manfredini, o advogado Guilherme Coelho afirmou que se busca a preservação de uma marca e que não há qualquer tipo de censura à história.

“Não há proibição para que se apresentem como ex-integrantes da banda Legião Urbana e que executem suas canções”, afirmou Coelho.

O advogado mencionou que Paul McCartney nunca se apresentou como Beatles, nem mesmo quando fez shows ao lado de outros remanescentes do grupo britânico.

Defensor de Dado e Bonfá, Cardozo afirmou que seus clientes, ao lado de Renato Russo, construíram juntos a marca Legião Urbana, sem atritos sobre o nome ou ganhos financeiros.

“É o uso do nome para se identificar artisticamente. Não estamos falando de carros, de bolsas. O produto da arte é extensão da personalidade de quem a produz”, afirmou.

Cardozo evocou ainda o conceito de patrimônio social para defender que o guitarrista e o baterista possam se apresentar como Legião Urbana.

“Seria injusto e indevido impedir que eles pudessem se apresentar artisticamente sem qualquer referência a história da banda que construíram”, disse, ao comentar o resultado do julgamento.

Notícias relacionadas

Pai de Nicole Louise, ex-Estrela da Casa, suplica para filha falar com ele

Aos 100 anos de idade, ator surpreende com exercícios físicos

Morre o jornalista Carlos Monforte, que fez carreira na TV Globo

Maju Coutinho anuncia primeira gravidez e revela nome do filho

Projeto Quarta 60+ reúne idosos para sessão de ‘O Último Azul’

Assuntos ex-integrantes, Legião Urbana, Show, STJ
Redação 29 de junho de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Previsão de arrecadação com o imposto sobre riqueza é de R$ 20 bilhões (Foto: José Cruz/Agência Brasil)
Dia a Dia

Salário mínimo é base para pensão alimentícia em caso de desemprego

11 de agosto de 2026
Dispositivo jurídico deverá ser usado para recursos no STJ (Foto: Carlos Felippe/STJ)
Dia a Dia

Dano moral deve incluir convivência efetiva e dependência emocional

30 de julho de 2026
Política

STJ mantém tornozeleira em Rosinaldo Bual e proibição de acesso à Câmara

22 de julho de 2026
Dia a Dia

STJ autoriza retomada de obra da ponte de R$ 125 milhões em Tefé (AM)

22 de julho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?