O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Para evitar prejuízo de R$ 100 bilhões a empresas, Fux interrompe julgamento no STF

7 de abril de 2021 Economia
Compartilhar

Por Matheus Teixeira, da Folhapress

BRASÍLIA – O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Luiz Fux, retirou de pauta a discussão relativa à cobrança de imposto sobre o terço de férias a fim de evitar que o resultado do julgamento gere um prejuízo de R$ 100 bilhões às empresas do Brasil.

O caso estava em análise no plenário virtual e Fux pediu destaque para que o tema seja discutido de maneira presencial.

Nesse meio tempo, o presidente da corte tentará construir com os colegas uma solução para que a tributação ocorra apenas daqui para frente e impeça uma cobrança retroativa que tenha impacto financeiro na iniciativa privada.

O STF mudou a jurisprudência sobre o tema em agosto do ano passado para determinar que deve ser cobrado imposto sobre o terço de férias.

Até então, o entendimento era de que o benefício tem caráter indenizatório e não incidia tributação.

Agora, os ministros analisam os embargos de declaração que discute se a cobrança pode ser feita de maneira retroativa ou se deve haver modulação dos efeitos da decisão, o que significa dizer que ela só teria efeito daqui para frente.

O julgamento está 5 a 4. A maioria, até agora, acompanha a tese do ministro Luís Roberto Barroso de que a tributação tem de ser feita daqui em diante.

O relator, ministro Marco Aurélio, porém, afirma que a Receita Federal pode fazer a cobrança dos valores que não foram pagos até hoje por causa da jurisprudência que estava em vigência até o ano passado.

Fux levará o caso ao debate presencial para tentar uma solução que não autorize a cobrança retroativa e cause prejuízo às empresas.

Antes disso, porém, os ministros devem discutir qual é o quórum mínimo para modulação de efeitos de decisão tomada em recurso com repercussão geral, se precisa ter maioria simples de seis votos ou se é necessário haver oito votos.

A advogada tributarista e doutoranda na USP Raquel Alves acredita que esse tema deve surgir nos bastidores.

“É possível que o julgamento tenha sido suspenso para discussão de questão de ordem acerca do quórum deliberativo necessário para a modulação. Isso deve interferir na proclamação do próprio resultado sobre o alcance da decisão”, diz.

A estimativa de prejuízo de até R$ 100 bilhões às empresas foi feita pela Associação Brasileira de Advocacia Tributária (Abat).

As empresas não pagavam esse tributo devido a um julgamento de 2014 do STJ (Superior Tribunal de Justiça).

Na ocasião, a corte analisou um processo em caráter repetitivo, o que vincula as instâncias inferiores à decisão, e firmou o entendimento de que não havia necessidade de tributação do terço de férias por ter natureza indenizatória.

Em agosto do ano passado, entretanto, o plenário do STF reverteu a jurisprudência e determinou a incidência da contribuição patronal desse benefício.

Agora, na análise dos embargos, Marco Aurélio defendeu a cobrança retroativa.

Barroso, porém, apresentou voto divergente. O magistrado afirmou que houve “uma alteração no entendimento dominante, tanto no âmbito do próprio STF, quanto em relação ao que decidiu o STJ em recurso repetitivo”.

Ele também disse que, em respeito à segurança jurídica, é preciso observar a jurisprudência vigente nos anos anteriores que dispensava a cobrança de contribuição sobre terço de férias.

“Impossível desconsiderar que o julgamento de mérito e o reconhecimento da constitucionalidade da incidência da contribuição previdenciária sobre o terço de férias -corrente à qual me filiei, tendo ficado vencido quando do conhecimento do recurso- contrariam um arcabouço jurisprudencial que envolve precedentes desta Corte e do STJ”, afirmou

Notícias relacionadas

STF mantém competência do INSS para decidir juros do consignado

Juiz mantém suspensão de empréstimo de R$ 1,46 bilhão ao AM

Embrapa lança 163 ações contra riscos climáticos na agropecuária

BNDES amplia para R$ 9,1 bilhões os recursos do Brasil Soberano 3

Agropecuária e indústria impulsionam economia no segundo trimestre

Assuntos cobrança de imposto, julgamento, Luiz Fux, terço de férias
Valmir Lima 7 de abril de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Presidente do STF, Luiz Fux
Dia a Dia

Fux mantém proibição a jogos de azar, mas julgamento é suspenso

7 de agosto de 2026
Atendimento no INSS: novas regras para a aposentadoria (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr)
Economia

STF conclui julgamento sobre revisão da vida toda no INSS; entenda o caso

10 de julho de 2026
Familiares das vítimas vestiram camisa com fotos de mãe e filha e pediram justiça (Imagem: Reprodução/TJAM)
Dia a Dia

Começa julgamento de casal acusado de matar mãe e filho atropelados

9 de julho de 2026
Luiz Fux considera o STF incompetente para julgar Bolsonaro (Foto: Fábio Rodrigues-Pozebom/ABr)
Política

Luiz Fux assumirá Segunda Turma do STF, que analisa o caso do Banco Master

29 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?