O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Empresas promovem movimento anti-Black Friday e pregam consumo consciente

26 de novembro de 2020 Economia
Compartilhar
Consumidor está disposto a gastar, em média, R$ 713 na Black Friday (Foto: Paulo Pinto/Fotos Públicas)
Empresas lançam movimento anti-Black Friday (Foto: Paulo Pinto/Fotos Públicas)
Por Sheyla Santos, da Folhapress

BRASÍLIA – Pequenas empresas de moda independente têm aproveitado as vésperas da Black Friday para se posicionar contra o consumo desenfreado.

Marcas do segmento slow fashion, que defendem uma moda atemporal e nunca participaram do evento, decidiram marcar posição neste ano e explicar aos clientes que não irão aderir ao movimento, seja pela falta de insumos, agravada pela pandemia, ou por ativismo sustentável.

Juliana Burd, fundadora da Studio Nó, de São Paulo, afirma que não está no mercado para seguir o exemplo de grandes empresas. Ela conta que a marca nunca realizou promoções na Black Friday. Por trabalhar com margem de lucro pequena e investir em uma cadeia de produção consciente, afirma, o formato da Black Friday não é sustentável para pequenos negócios.

“Nunca fez sentido porque a gente nunca trabalhou com descontos enormes. Quando precisa fazer promoções sazonais, a gente dá descontos por um ou dois dias e atrai novos clientes”, afirma.

Burd diz que a marca não se atém às datas comemorativas do varejo. Mesmo trabalhando com menor estoque e produtos 100% nacionais e atemporais, ela sofre com a falta de insumos.

“Falta fio do algodão, linha de costura. Defendo o discurso de que estou conseguindo contornar o problema. Vejo um movimento de marcas menores e independentes online nesse sentido de não aderir (à Black Friday). No movimento slow fashion, há uma certa exclusividade nas peças e não tem essa pegada de ter muito estoque”.

De acordo com Ulysses Reis, coordenador do MBA de Gestão de Varejo da FGV, neste ano há um movimento atípico no varejo por causa da falta de insumos causada pela pandemia.

“Empresas que são muito pequenas trabalham com o estoque muito reduzido, e a pandemia agravou o problema. Como está faltando matéria prima, elas estão com menos estoque ainda”, afirma.

O especialista diz que a falta de matéria-prima fez com que pequenas empresas freassem as vendas para ter produtos para vender no Natal.

“É preferível até vender um pouco mais caro para ter mais estoque e manter a imagem. Se chegar o Natal e elas não tiverem como satisfazer o cliente, a marca pode se queimar”. Para Reis, o efeito da pandemia sobre as grandes marcas também impactou as pequenas empresas.

“Grandes empresas têm parceiros de produção melhores, contratos maiores e conseguem garantir mais insumos. Assim, o fabricante das grandes deixa de mandar matéria-prima na pandemia para os pequenos”, explica. Beatriz Berta, sócia da Umê Kimonaria, é outra empresária que decidiu se posicionar contra a Black Friday.

“Em 2019, a gente nem cogitou participar. A marca já estava madura no mercado para entender o que a gente vinha pregando para o nosso consumidor. A Black Friday é sobre consumo desenfreado, e a gente prega o consumo consciente”, afirma.

Em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, a marca Libe Store, também adepta da moda atemporal, aproveita a semana da Black Friday para realizar pelo segundo ano uma “Best Friday”: durante três dias a marca abre mão do lucro das peças.

Para dar conta do evento, a fundadora Marla Tassiana afirma que trabalha com peças sob encomenda e com limite de 150 peças. O diferencial deste ano em relação a 2019 é a divulgação nas redes sociais de custos de produção, como matéria-prima, mão de obra e despesas fixas.

“Nosso limite produtivo não é alto. Este ano a gente decidiu fazer uma campanha baseada na conscientização e na transparência”. Marla diz que com este movimento pretende transformar o consumo consciente mais acessível.

“Compro em pequenas quantidades, valorizo as costureiras, então realmente a nossa margem é bem baixa. A gente sabe que é um nicho que tem acesso. Nossa luta é para tornar o slow fashion mais acessível”, defende.

Notícias relacionadas

Comissão aprova fim da ‘taxa das blusinhas’ nas compras de até R$ 260

Nova regra do Pix amplia para 80 dias prazo para contestar devolução

Venda de motocicletas cresce e atinge 205,2 mil unidades em agosto

Endividamento pressiona finanças de famílias e empresas, diz BC

STF mantém competência do INSS para decidir juros do consignado

Assuntos Black Friday, Empresas de modas
Redação 26 de novembro de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

black friday
Economia

Blakc Friday causou queda nas vendas do Natal em 2025, diz pesquisador

13 de fevereiro de 2026
Black Friday
Dia a Dia

Black Friday: confira as dicas do Inmetro para comprar com segurança

24 de novembro de 2025
Promoções da sexta-feira negra ocorrem na última sexta de novembro (Foto: Rovena Rosa/ABr)
Economia

Pesquisa prévia de preços previne contra falsa promoção na Black Friday

18 de novembro de 2024
Economia

Smartphones estão entre os preferidos na Black Friday em Manaus

22 de novembro de 2023

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?