O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Investigação sobre Bolsonaro também poderá esclarecer silêncio de Moro

26 de abril de 2020 Política
Compartilhar
Ex-ministro Sérgio Moro com máscara de proteção: saída polêmica do governo Foto: Lula Marques)

Por Ricardo Balthazar, da Folhapress

SÃO PAULO – A abertura de investigações sobre as acusações do ex-ministro Sergio Moro será essencial não só para esclarecer as circunstâncias em que o presidente Jair Bolsonaro tentou interferir na sua área, mas também para entender por que Moro silenciou por tanto tempo diante dos abusos do chefe.

Ao justificar sua decisão de romper com o governo, Moro disse na sexta-feira, 24, que Bolsonaro fazia pressões para que o diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, fosse substituído por alguém que lhe fornecesse informações sobre o andamento das investigações conduzidas pela instituição.

“O presidente me disse, mais de uma vez, expressamente, que ele queria ter uma pessoa do contato pessoal dele, que ele pudesse ligar, que ele pudesse colher informações, que ele pudesse colher relatórios de inteligência, seja o diretor, seja superintendente”, afirmou o ex-juiz da Operação Lava Jato.

Moro afirmou que as pressões do presidente tiveram início no segundo semestre do ano passado, mas foi vago ao mencionar datas e episódios específicos. A demissão de Valeixo, consumada por Bolsonaro na sexta à revelia do ex-ministro, foi o motivo que ele apontou para a precipitação do seu rompimento.

Objetivamente, Moro citou quatro situações em que o presidente teria buscado interferir na PF: a troca do superintendente do Rio, em agosto do ano passado; uma primeira tentativa de substituir Valeixo, em setembro; novas gestões no Rio e em Pernambuco; e a ofensiva final contra o diretor-geral.

Moro disse que o presidente nunca apresentou motivos aceitáveis para justificar essas mudanças, afirmou que tentou administrar as pressões para proteger a corporação e sugeriu que demorou para se dar conta de que o objetivo de Bolsonaro era ter acesso a informações sigilosas da PF, ilegalmente.

“Dialoguei muito tempo com o presidente, busquei postergar essa decisão, às vezes até sinalizando que poderia concordar no futuro com essa possibilidade”, disse, sobre a demissão de Valeixo. “Mas cada vez mais me veio a sinalização de que seria um grande equívoco realizar essa substituição”.

Se é difícil aceitar a ideia de que Moro possa ter demorado tanto tempo para entender o que Bolsonaro esperava dele e da polícia, as investigações que devem se iniciar em breve oferecem uma oportunidade para esclarecer também episódios que contrariam a narrativa feita pelo ex-ministro na sexta-feira.

Em julho do ano passado, a PF prendeu três aliados do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, em meio a uma investigação sobre o uso de candidaturas laranjas para desviar recursos dos cofres do PSL, o partido que Bolsonaro usou para se eleger em 2018 e com o qual rompeu depois.

O inquérito era conduzido sob sigilo, sob supervisão da Justiça Eleitoral de Minas Gerais, mas no dia seguinte o presidente disse que já sabia de udo, graças a Moro. “Ele mandou a cópia do que foi investigado pela Polícia Federal para mim”, disse Bolsonaro, que estava em viagem à Arábia Saudita.

O Ministério da Justiça confirmou na época que informações sobre o caso tinham sido compartilhadas com o presidente, mas nunca se soube como. Em resposta a requerimentos apresentados pelo jornal Folha de S.Paulo com base na Lei de Acesso à Informação, o ministério afirmou que o documento citado por Bolsonaro simplesmente não existia.

Moro sempre minimizou o episódio, dizendo em entrevistas que as informações transmitidas ao presidente eram as mesmas que haviam sido divulgadas pela imprensa no dia das prisões. O caso veio à tona antes das primeiras tentativas de Bolsonaro de interferir na PF, se a cronologia de Moro estiver correta.

Na sexta-feira, ao rebater as acusações do ex-ministro, o presidente disse que determinou a Moro a realização de investigações de seu interesse em pelo menos três ocasiões diferentes. Ele revelou ter recebido informações sobre o resultado das diligências da PF uma vez, mas não identificou seu informante.

Estava em jogo o relacionamento da família do presidente com os ex-policiais militares acusados pelo assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. O caso também ocorreu antes do momento em que, segundo Moro, tiveram início as ameaças de Bolsonaro à autonomia da PF.

Em março do ano passado, quando o policial militar reformado Ronnie Lessa foi preso, um delegado da Polícia Civil do Rio disse ter recebido informações sobre um suposto relacionamento do filho caçula do presidente, Renan, com uma filha de Lessa, mas acrescentou que não pareciam ter importância.

Na sexta-feira, Bolsonaro afirmou que mandou a Polícia Federal tirar a limpo a história imediatamente, ouvindo o ex-policial na prisão: “Foram lá, a PF fez o seu trabalho, e está comigo a cópia do interrogatório onde ele diz simplesmente o seguinte: “A minha filha nunca namorou o filho do presidente Jair Bolsonaro’”.

O presidente não explicou exatamente como sua ordem foi transmitida à polícia, nem como teve acesso à transcrição do depoimento, mas usou o episódio para expressar inconformismo com Moro: “Eu que tenho que correr atrás disso? Ou é o ministro ou a Polícia Federal quem tem que se interessar?”

Bolsonaro disse também que precisou ‘implorar’ a Moro para que a PF investigasse o porteiro que o vinculou a outro ex-policial envolvido com o assassinato de Marielle no ano passado, e para que aprofundasse investigações sobre Adélio Bispo, o homem que esfaqueou Bolsonaro na campanha de 2018.

Ao narrar esses episódios na sexta-feira, o presidente afirmou que não via nada de impróprio em suas ações. Horas depois, Moro respondeu divulgando uma troca de mensagens que tivera com ele na véspera, em que Bolsonaro aponta uma das suas razões para a substituição de Valeixo no comando da PF.

De acordo com a imagem divulgada por Moro, o presidente compartilhou com ele uma notícia sobre investigações da PF que têm como alvo deputados bolsonaristas e comentou: “Mais um motivo para a troca”. Segundo o ex-ministro, era uma referência às discussões sobre a demissão do diretor-geral.

É um sinal de que a situação do presidente tende a se complicar bastante com as investigações, mas só o conhecimento da íntegra das mensagens armazenadas nos telefones de Moro e Bolsonaro permitirá entender como a relação dos dois se deteriorou a ponto de tornar seu rompimento inevitável.

Notícias relacionadas

Presidente do TSE afirma que não houve alteração na votação com prazo prorrogado

Omar Aziz agradece votos e diz que agora o ‘compromisso é grande’

Maria do Carmo perde 3ª eleição consecutiva em 4 anos de trajetória

Lula governará com um Congresso Nacional mais conservador e bolsonarista

Vitória de Lula no 2º turno foi virada histórica em uma disputa presidencial

Assuntos Jair Bolsonaro, Sérgio Moro
Cleber Oliveira 26 de abril de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Oswaldo Eustáquio
Política

Moraes vota para tornar apoiador de Bolsonaro réu por associação criminosa

16 de outubro de 2026
Flávio Bolsonaro recusou-se a falar sobre apoio ao fim da jornada 6x1 (Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado)
Política

Flávio Bolsonaro comemora decisão de Moraes e deve visitar o pai nesta terça (13)

12 de outubro de 2026
Jair e Flávio Bolsonaro
Política

Moraes libera visitas de Flávio a Jair Bolsonaro após 90 dias de proibição

12 de outubro de 2026
Ministro Kassio Nunes Marques
Política

Nunes Marques levará revisão criminal de Bolsonaro ao plenário do STF

7 de outubro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?