O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Alfredo Lopes

A satanização da crítica – Galvão, o Capitão e o General

23 de julho de 2019 Alfredo Lopes
Compartilhar

O Brasil assiste ao recrudescimento do revanchismo político, algo de consequências imponderáveis. Nenhuma alvissareira. Quem não apoia os arroubos do capitão é satanizado de esquerdopata. E seus aliados já assumem, abertamente, que são de direita. O regime chinês é de direita ou de esquerda? É estéril e vesgo reduzir o pensamento crítico a duas categorias maniqueístas. O que o Brasil ganha com isso? 

Julho de 2019, o Conselho da SBPC, Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, soltou uma nota de desagravo pelas ofensas desferidas pelo presidente Jair Bolsonaro contra o cientista Ricardo Magnus Osório Galvão, dirigente do Inpe, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, desmoralizando (ou enaltecendo?) a reputação de um dos pesquisadores brasileiros mais reconhecidos pela comunidade científica internacional. Julho de 2015, Manaus. Um grupo de generais, sob a batuta de Theóphilo Cals, Comando Militar da Amazônia, abre a porta da instituição para os cientistas do Inpa, Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, dentro do Projeto Pro-Amazônia – que incluía comunicação de fibra ótica com cabos subfluviais nas calhas dos grandes rios – para bioprospectar alternativas da floresta. Um dado curioso é que o Ministro da Ciência e Tecnologia era Aldo Rebelo, um notório comunista e, entre os cientistas participantes, alguns eram estrangeiros, algo impensável na Doutrina de Segurança Nacional dos anos 60 sobre a cobiça estrangeira e a soberania nacional. 

Futrica da desconstrução 

As redes sociais e a mídia tradicional nos sugerem que a querela política ainda não cedeu espaço à reconstrução nacional. Nem cederá, posto que os grupos seguem frenéticos e implacáveis. Não lhes interessa programas de governo, apenas futrica e desconstrução. Quem critica o governo, assumidamente direitista, é esquerdopata, uma divisão, no mínimo, aloprada e empobrecida. Este combate favorece apenas aos mais criativos a se saírem bem na foto da disputa eleitoreira. Ainda neste domingo, Dia do Senhor, o Twitter de Bolsonaro voltou a satanizar seus inimigos. “Vou falar do PT sempre. (…) Não é porque perderam a eleição que seus crimes devem ser ignorados”. Isso não seria publicidade gratuita? 

Jovens desistem da vida 

Neste meio tempo, PIB do Brasil desce ladeira, o desemprego é alarmante, beirando 14 milhões, ansiedade e depressão viram epidemia social e as notícias de suicídios de 2018 revelam que a cada 46 minutos alguém está pondo fim à própria vida.

É bem verdade que a inépcia das últimas décadas agravaram os problemas crônicos do Brasil – incluindo a corrupção, que a justiça está cuidando – por isso, a prioridade, então, é trabalhar dobrado. Há muito anúncio de obras e pouca plata no orçamento. A máquina é gigante, ineficiente, veloz como um jabuti. E sua manutenção já está beirando R$ 1 trilhão. Os cortes prioritários são perversamente cruciais para Educação e Ciência e Tecnologia. E isso fecha horizontes novos. O presidente do Brasil governa para e com os brasileiros, este é o espírito constitucional que se destina a encurtar as disparidades e apaziguar a beligerância entre pessoas, agremiações e regiões. Do jeito que está, aonde iremos parar? 

Sequelas do divisionismo 

No próximo ano, vamos celebrar o trigésimo ano da queda do Muro de Berlim, que dividiu o mundo entre comunistas e capitalistas, uma separação ideológica com implicações perversas para o povo germânico. Com a queda, a Alemanha reunificada se tornou a maior potência econômica da Europa. Entretanto, muitas lutas ainda há que se vencer para o povo superar a insensatez da ruptura. A completar três décadas, a Alemanha permanece rachada econômica, social e politicamente. 

Emprego é uma questão vital  Findo o Regime Militar, há mais de três décadas, o Amazonas, a maior unidade geográfica da Federação,  viu sua economia – acusada de paraíso fiscal pela mídia desinformada ou mal intencionada – e ser transformada em exportadora líquida de recursos,  justamente a partir da  riqueza gerada pelas empresas e destinada a mitigar as desigualdades regionais. Muita falta de respeito. 

Não importa demonstrar se esta economia gera mais de um milhão de empregos e que a Indústria aqui instalada se encarrega, na distribuição nacional de seus produtos, de provocar três vezes mais a cobrança de impostos, aqueles 8,5% que aqui a União deixa de recolher.

Paraíso fiscal é uma distorção de consequências danosas para nossa economia, assim como usar as redes sociais para o exercício da provocação renitente, não para interlocução objetiva e participativa sobre desemprego… Afinal, eis aqui nossa questão mais urgente!


Os artigos publicados neste espaço são de responsabilidade do autor e nem sempre refletem a linha editorial do AMAZONAS ATUAL.

Notícias relacionadas

Amazônia em pauta: o medo do desenvolvimento

Indústrias do AM pedem extinção de ação contra a ZFM e juiz intima Fiesp

FUP e sindicatos questionam isenção fiscal para refino na ZFM

UEA abre 60 vagas para especialização em reforma tributária

Fiesp alega na Justiça que benefício da ZFM pode tirar indústrias de outros estados

Assuntos Alfredo Lopes, Cieam, Fieam, Zona Franca de Manaus
Cleber Oliveira 23 de julho de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Augusto Barreto Rocha 2023
Augusto Barreto Rocha

Amazônia em pauta: o medo do desenvolvimento

1 de junho de 2026
Contêineres em pátios de indústrias em Manaus: aumento da produção e de faturamento (Foto: Suframa/Divulgação)
Economia

Indústrias do AM pedem extinção de ação contra a ZFM e juiz intima Fiesp

26 de maio de 2026
Economia

FUP e sindicatos questionam isenção fiscal para refino na ZFM

25 de maio de 2026
Aulas serão na Escola Superior de Ciências Sociais da UEA (Foto: UEA/Divulgação)
Serviços

UEA abre 60 vagas para especialização em reforma tributária

22 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?