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Dia a Dia

Violência contra estudantes no AM é acima da média nacional e do Norte

26 de março de 2026 Dia a Dia
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Manifestacao de estudantes em Santo Antonio do Içá: violência contra alunos de 13 a 17 anos é acima da média nacional no Amazonas (Foto: Divulgação)
Manifestacao de estudantes em Santo Antonio do Içá: violência contra alunos de 13 a 17 anos é acima da média nacional no Amazonas (Foto: Divulgação)
Do ATUAL

MANAUS – No Amazonas, 62,1 mil estudantes de 13 a 17 anos (22,9%) relataram ter sofrido algum tipo de violência sexual, segundo dados da Pense 2024 (Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar), divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia de Estatística). O total de estudantes adolescentes no estado é de 271.287 e o índice está acima da média nacional, de 18,5%.

Entre as meninas, o índice é ainda mais elevado: 29,9% afirmaram ter passado por situações em que alguém tocou, manipulou, beijou ou expôs partes do corpo contra a vontade. Considerando as 134.471 estudantes do sexo feminino, isso corresponde a aproximadamente 40, 2 mil adolescentes. Entre os meninos, o percentual é de 15,9%, o equivalente a 21,7 mil estudantes entre os 136.815 escolares do sexo masculino.

Os dados mostram que o estado também supera a média da Região Norte, onde 20,7% dos estudantes relataram esse tipo de violência. No recorte nacional, entre meninas, o percentual é de 26%, abaixo do registrado no Amazonas.

Outro indicador da pesquisa mostra que 14% dos estudantes do Amazonas já foram ameaçados, intimidados ou obrigados a manter relação sexual ou outro ato sexual contra a vontade, o que equivale a 37,9 mil adolescentes. O percentual também está acima da média da Região Norte (11,7%) e da média nacional (8,8%).

Entre as meninas, o índice de coerção chega a 17,1%, o que corresponde a aproximadamente 22.995 adolescentes, enquanto entre os meninos é de 11,0%, o equivalente a cerca de 15.049 estudantes. Os dados, segundo o IBGE, reforçam o padrão observado nos demais indicadores, com maior exposição das meninas à violência sexual.

Considerando os dois indicadores, a pesquisa mostra que, além das situações de toque ou exposição sem consentimento, uma parcela significativa dos estudantes também é vítima de formas mais graves de violência, envolvendo ameaça ou coerção.

A diferença entre redes de ensino é pequena nesse indicador. Entre os estudantes da rede pública, 22,9% relataram ter sofrido violência sexual sem consentimento, enquanto na rede privada o percentual é de 21,8%. No estado, a rede pública concentra 253.390 estudantes, o que representa 93,4% do total, enquanto 17.897 frequentam escolas particulares.

Os dados integram um conjunto mais amplo de indicadores sociais levantados pela pesquisa. No Amazonas, por exemplo, apenas 37,6% dos estudantes possuem computador ou notebook em casa, enquanto 87,5% têm acesso à internet, o que evidencia diferenças nas condições de acesso a recursos.

No ambiente familiar, pouco mais da metade dos estudantes amazonenses — cerca de 143.519 adolescentes — vivem com pai e mãe, o equivalente a 52,9%. Outros 32,7% vivem apenas com a mãe, enquanto 7,6% não residem com nenhum dos dois responsáveis.

Além desse cenário, a pesquisa aponta que 8,8% dos estudantes do estado já experimentaram drogas ilícitas ao menos uma vez, percentual superior à média nacional, de 8,3%.

Os dados da PeNSE indicam que, ao lado de indicadores positivos de acompanhamento familiar e hábitos alimentares, persistem situações de vulnerabilidade que afetam diretamente adolescentes em idade escolar no Amazonas, especialmente entre as meninas.

Manaus

Em Manaus, os índices também chamam atenção no recorte entre capitais brasileiras. Segundo a pesquisa, 22,2% dos estudantes de 13 a 17 anos relataram já ter sofrido toque, beijo ou exposição do corpo sem consentimento, percentual acima da média nacional entre capitais, de 20%. Entre as meninas, o índice sobe para 30,8%, enquanto entre os meninos fica em 14%.

Em outro indicador, 12,8% dos estudantes de Manaus disseram já ter sido ameaçados, intimidados ou obrigados a manter relação sexual ou outro ato sexual contra a vontade, percentual superior à média das capitais brasileiras, de 8,9%. Entre as adolescentes, o índice chega a 16,7%, enquanto entre os meninos é de 9,1%.

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Assuntos adolescentes, Amazonas, IBGE, manchete, saúde, violência, violência sexual
Feifiane Ramos 26 de março de 2026
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