O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Veículos, vestuário, móveis; veja 11 setores da indústria que recuaram em 2021

5 de novembro de 2021 Economia
Compartilhar
Indústria de automóveis (Foto: Arquivo/Agência Brasil)
Indústria de automóveis foi uma das afetadas na pandemia (Foto: Arquivo/Agência Brasil)
Por Leonardo Vieceli, da Folhapress

RIO DE JANEIRO – Sob impacto de uma combinação de efeitos negativos, 17 das 26 atividades industriais registraram, em setembro, nível de produção inferior ao do pré-pandemia no Brasil. O resultado foi divulgado nesta quinta-feira (4) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Na visão de analistas, o dado representa mais um sinal de perda de fôlego das fábricas, que sofrem com escassez de insumos, aumento de custos e dificuldades no mercado interno.

O ritmo mais fraco tomou forma ao longo deste ano. Prova disso é que, em janeiro de 2021, o número de atividades abaixo do patamar pré-pandemia – de fevereiro de 2020 – era menor.

No primeiro mês deste ano, 7 das 26 atividades industriais estavam em nível inferior ao anterior à crise. Enquanto isso, outras 19 operavam em patamar acima ou igual ao de fevereiro de 2020.

A questão é que, dessas 19, 11 perderam fôlego ao longo do ano e ficaram, em setembro, em nível menor do que o anterior à pandemia.

A situação mais complicada é a do ramo de veículos automotores, reboques e carrocerias. No nono mês deste ano, a produção da atividade amargou nível 19,4% abaixo do pré-crise.

É a maior distância negativa, entre os segmentos, frente a fevereiro de 2020. A título de comparação, em janeiro de 2021 o setor de veículos estava em patamar 3,5% superior ao pré-pandemia.

Segundo André Macedo, gerente da pesquisa do IBGE, o desempenho dessa atividade tem sido freado pela escassez de insumos. A falta de chips, por exemplo, chegou a paralisar linhas de produção de montadoras. “A pressão negativa é significativa”, relatou.

Em setembro, a confecção de artigos do vestuário e acessórios ficou 14,6% abaixo de fevereiro de 2020, a segunda maior redução entre as atividades. Em janeiro deste ano, esse ramo registrava produção 11,1% maior do que no pré-pandemia.

Na sequência, aparece o segmento de móveis, que está 14,4% abaixo do período anterior à crise da Covid-19. Em janeiro de 2021, a atividade operava em nível 11,2% acima de fevereiro de 2020.

Para o economista Rafael Cagnin, do Iedi (Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial), a perda de fôlego da confecção e de móveis reflete um conjunto de aspectos que vai desde a escassez de alguns insumos até a inflação e o desemprego elevados.

Os dois últimos fatores, sublinha o economista, diminuem o poder de compra de parte da população, o que respinga nas fábricas.

Os outros oito setores que perderam fôlego ao longo deste ano e ficaram abaixo de fevereiro de 2020 são os seguintes: couro, artigos de viagem e calçados, equipamentos de informática, produtos diversos, têxteis, borracha e material plástico, perfumaria, bebidas e outros produtos químicos.

O único setor que, em janeiro de 2021, estava abaixo do pré-crise e, em setembro, conseguiu superar esse patamar foi a indústria extrativa.

Conforme o IBGE, a produção industrial em setembro, em termos gerais, ficou em nível 3,2% inferior ao pré-pandemia.

Em janeiro de 2021, a diferença era positiva. Na ocasião, o setor operava em patamar 3,5% acima do pré-crise. “O jogo virou. Foi da água para o vinho. Perdemos a recuperação vista a partir da metade do ano passado, e o setor segue caindo. O ano de 2021 não é de reação para a indústria”, aponta Cagnin.

Segundo o IBGE, apenas 9 dos 26 ramos industriais operavam, em setembro, acima do pré-pandemia. A maior distância positiva, frente a fevereiro de 2020, foi registrada por máquinas e equipamentos.

A produção do setor ficou em nível 19,9% acima do pré-coronavírus. Em janeiro deste ano, a diferença era de 16,2%.

De acordo com Macedo, o desempenho positivo reflete a demanda por máquinas e equipamentos nos setores agrícola e de construção.

Nesta quinta, o IBGE informou que a produção da indústria geral caiu 0,4% no país, em setembro, frente a agosto. Foi a quarta retração consecutiva frente ao mês imediatamente anterior.

“A indústria teve uma reação a partir da metade do ano passado, com a base de comparação baixa e medidas emergenciais de auxílio a empresas e famílias. Mas, agora, esse processo se esgotou”, analisa Cagnin.

“Temos ainda uma desarticulação das cadeias produtivas, aceleração da inflação, aumento de juros e desemprego que não cede”, completa.

Na opinião do economista, o quadro pode colocar em xeque a capacidade de investimentos das empresas para modernização dos processos produtivos.

Notícias relacionadas

Governo congela R$ 23,7 bilhões em despesas no Orçamento

Consumo de café aumentou no Brasil de janeiro a abril de 2026

Previsão de gastos com benefícios previdenciários sobe R$ 11,8 bilhões

Governo mantém cronograma de leilão de hidrovias no Norte

Conselho Monetário aprova R$ 1 bilhão em crédito para empresas aéreas

Assuntos indústria, móveis, Veículos, Vestuário
Murilo Rodrigues 5 de novembro de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Augusto Barreto Rocha 2023
Augusto Barreto Rocha

A ação da Fiesp e o desafio de uma política industrial menos concentrada

18 de maio de 2026
A lei estabelece que motoristas devem conduzir as pessoas vulneráveis á autoridade policial ou unidade de saúde (Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil)
Economia

Governo Lula vai financiar carros para motorista de aplicativo

12 de maio de 2026
Dia a Dia

Amazonas receberá 65 veículos para transporte de pacientes do SUS

5 de maio de 2026
Fábrica da BYD, multinacional chinesa de carros elétricos: expansão na Europa (Imagem: YouTube/Reprodução)
Economia

Brasil é o terceiro em investimentos estrangeiros, atrás de China e EUA

1 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?