O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

União Europeia quer barrar produtos brasileiros ligados ao desmatamento

8 de outubro de 2021 Economia
Compartilhar
Desmatamento na Amazonia
Produtos com origem em área de desmatamento serão barrados na UE (Foto: Murilo Rodrigues/ATUAL)
Por Thiago Bethônico, da Folhapress

BELO HORIZONTE – A Comissão Europeia pretende apresentar uma lei para proibir que commodities ligadas ao desmatamento sejam vendidas no mercado europeu. Com previsão de publicação para novembro deste ano, o regulamento vai aumentar o controle sobre as importações de carne bovina, óleo de palma, soja, madeira, cacau e café, segundo um documento ao qual a Folha teve acesso.

Para que esses seis produtos consigam entrar na União Europeia, compradores precisarão comprovar que eles não são provenientes de regiões desmatadas ilegalmente. Contudo, a regra vale apenas para áreas derrubadas após 1º de janeiro de 2021.

“Commodities e produtos derivados relevantes não podem ser colocados ou disponibilizados no mercado da União a menos que: a) sejam livres de desmatamento; e b) tenham sido produzidos de acordo com a legislação pertinente do país de produção”, diz o documento.

O projeto de regulamento precisará ser validado pelas autoridades europeias antes de se tornar lei. Caso seja aprovada, a medida deve impactar o Brasil, que já vem sendo pressionado pelo bloco em função da agenda socioambiental praticada pelo governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

A UE propõe que as empresas importadoras implementem sistemas de due diligence [diligência prévia] para monitorar, abordar e mitigar quaisquer impactos negativos de suas importações sobre as florestas.

Países produtores também serão classificados por níveis de risco de desmatamento (alto, baixo ou padrão), o que vai influenciar no rigor da due diligence exigida. Para importações de países considerados “verdes”, o processo será simplificado, o que suscitou críticas.

Segundo Nicole Polsterer, gerente de produção e consumo sustentável da Fern, uma ONG ambiental europeia, isso abre caminho para que a entrada de mercadorias produzidas em terras desmatadas ilegalmente seja facilitada.

“Requisitos estritos de due diligence devem ser a norma, e nenhuma isenção para mercadorias de certos países deve ser concedida”, afirma.

Ao longo dos últimos cinco anos, a UE vinha discutindo a criação de uma legislação para combater o papel da Europa na destruição das florestas por meio de suas importações de commodities agrícolas.
Para Polsterer, a nova lei pode ser uma virada de jogo, mas o projeto teria condições de ser ainda mais restritivo.

“Embora essas propostas contenham elementos encorajadores, existem algumas limitações marcantes da Comissão que reduzem significativamente as chances de o regulamento ter um impacto no combate ao desmatamento global”, diz.

O projeto seria falho, por exemplo, em relação à proteção dos povos indígenas e das comunidades locais.

“Os padrões de consumo e produção dos europeus dependem fortemente das terras e recursos de outras pessoas -muitas vezes obtidos sem o seu consentimento. As consequências disso são claras no Brasil, onde o governo Bolsonaro destruiu as proteções ambientais e de direitos humanos às custas da Amazônia e dos povos indígenas”, diz.

Segundo ela, é preciso garantir que todos os produtos colocados no mercado europeu cumpram os tratados internacionais de direitos humanos -não apenas a legislação do país de origem. “Como mostra o Brasil, as leis nacionais, por si só, não são suficientes”, afirma.

Outro ponto que gerou críticas de ambientalistas é em relação ao escopo de ecossistemas que a lei busca proteger. O projeto menciona apenas florestas, excluindo pastagens e pântanos, que são habitats para inúmeras espécies e também desempenham um papel importante no combate à crise climática.

Caso o projeto seja aprovado no modelo atual, a destruição de biomas como o Cerrado e o Pantanal não seriam impeditivos para a importação de commodities.

A lista de produtos controlados também foi considerada muito limitada pela Fern. Segundo a ONG, produtos que levantam preocupações ambientais, como borracha, milho e couro deveriam constar na proposta, assim como aves e carne suína, que podem estar vinculadas a um “desmatamento embutido”, por meio do uso da soja como ração.

A criação de uma lei antidesmatamento não seria o primeiro movimento que a União Europeia faz para ter mais controle sobre a pegada ambiental de suas importações.

No começo do ano, a UE apoiou a criação de um imposto sobre carbono para produtos importados, a fim de garantir que as empresas do bloco não vão perder competitividade para mercados onde as restrições ambientais são mais fracas.

Mas não é só a Europa que vem se mobilizando nesse sentido. Os Estados Unidos também estão debatendo uma lei antidesmatamento semelhante. Por lá, o Congresso quer barrar a importação de soja, cacau, gado, borracha, óleo de palma, madeira e seus derivados que sejam provenientes de países com índices altos de desmatamento.

Para seguir com a compra, o importador vai precisar comprovar que os produtos -e toda sua cadeia produtiva- não têm envolvimento com áreas desmatadas ilegalmente. Na justificativa do projeto, apresentado à Câmara e ao Senado na última quarta (6), os autores citam o Brasil e seus produtos de origem bovina como exemplo do problema.

“Em 2020, os EUA importaram carnes e couros bovinos processados avaliados em mais de US$ 500 milhões [R$ 2,7 bilhões] do Brasil. Ali, a pecuária é o maior impulsionador do desmatamento na Floresta Amazônica e outros biomas, e 95% de todo o desmatamento feriam a lei”, escreveram.

O risco de que mercadorias brasileiras percam espaço no cenário internacional, aliado à pressão de investidores por boas práticas ESG (sigla em inglês para os princípios ambiental, social e de governança corporativa), já tem feito com que algumas empresas se mobilizem para garantir que seus produtos não têm origem ilegal.

No setor agrícola, a Bunge, gigante do comércio internacional de soja e outras commodities, tem como meta alcançar cadeias de fornecimento livres de desmatamento, incluindo o desmatamento legal, até 2025.

Outro exemplo são os frigoríficos. A Marfrig e a Minerva Foods também possuem compromissos semelhantes. Ambas têm a meta de chegar a uma cadeia produtiva 100% livre de desmatamento até 2030.

Em abril deste ano, a JBS inaugurou uma plataforma que estende a rastreabilidade de sua cadeia produtiva aos fornecedores de seus fornecedores.

Poucos meses depois, a companhia antecipou para 2025 o objetivo de acabar com o desmatamento ilegal nas fazendas de seus fornecedores indiretos no Cerrado, Pantanal, Mata Atlântica e Caatinga. A empresa já tinha essa meta para a Amazônia.

Contudo, uma auditoria divulgada pelo MPF (Ministério Público Federal) do Pará mostrou que cerca de um terço do gado comprado pela JBS entre janeiro de 2018 e junho de 2019 teria vindo de áreas com problemas de desmatamento ou outras inconformidades.

Segundo a JBS, o resultado da auditoria foi impactado por uma mudança recente de critério adotado pelo MPF. “Com relação aos resultados da auditoria do TAC do Pará para o ano de 2018 e o primeiro semestre de 2019, a JBS esclarece que os resultados decorrem, principalmente, de imprecisões nas definições dos critérios de monitoramento e nas bases de dados utilizadas como referência no processo de auditoria”, afirmou.

Notícias relacionadas

Fim da escala 6×1 é apoiado por 68% e 22% são contra a mudança

Banco de Edir Macedo recorre a fundos para ‘limpar’ perdas

Atividade turística encolheu 4% em março em relação a fevereiro

Apostas na Mega-Sena 30 anos começam neste domingo

Refinarias da Petrobras operam com mais de 100% de capacidade

Assuntos brasil, desmatamento, Mercado, sustentabilidade, união européia
Redação 8 de outubro de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Dinheiro
Economia

Renda sobe no Brasil, mas não consegue acompanhar custo de vida

16 de maio de 2026
Área desmatada no Amazonas (Foto: Divulgação/Ibama)
Economia

Conselho adia para 2027 bloqueio do crédito rural por desmatamento ilegal

13 de maio de 2026
As porções isoladas de vegetação nativa cresceram de 2,7 milhões, em 1986, para 7,1 milhões, em 2023 (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)
Dia a Dia

Fragmentos de vegetação nativa cresceram 260% em 38 anos no Brasil

13 de maio de 2026
Fábrica da BYD, multinacional chinesa de carros elétricos: expansão na Europa (Imagem: YouTube/Reprodução)
Economia

Brasil é o terceiro em investimentos estrangeiros, atrás de China e EUA

1 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?