
Por Daniela Amorim, do Estadão Conteúdo
RIO DE JANEIRO – O agregado especial de atividades turísticas, que envolvem como transporte, hospedagem, alimentação, entretenimento e agenciamento de viagens, encolheu 4% em março ante fevereiro, segundo os dados da Pesquisa Mensal de Serviços, divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
O resultado foi o segundo mês negativo seguido, período em que acumulou uma perda de 5,4%. O segmento de atividades turísticas operava em fevereiro em patamar 6,3% abaixo do ápice da sua série histórica, alcançado em dezembro de 2024.
O grupamento estava 6,5% acima do patamar de fevereiro de 2020, no pré-pandemia.
Na passagem de fevereiro para março, houve perdas em 14 dos 17 locais pesquisados, sendo o mais relevante registrado em São Paulo (-6,3%), seguido por Rio de Janeiro (-2,4%), Bahia (-5,3%), Pernambuco (-9,2%) e Minas Gerais (-2,8%). Na direção oposta, as principais altas ocorreram no Rio Grande do Sul (1,4%), Rio Grande do Norte (1,3%) e Goiás (0,4%).
Na comparação com março do ano anterior, o volume de atividades turísticas no Brasil caiu 3,9% em março de 2026.
