O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

UE quer que empresas condenadas por corrupção não recebam verbas públicas

14 de julho de 2020 Economia
Compartilhar
União Europeia não deve da apoio financeiro a empresas ligadas aos paraísos fiscais (Foto: ABr/Agência Brasil)
Da Folhapress

BRUXELAS – Países que integram a União Europeia não devem dar apoio financeiro estatal a empresas que tenham ligação com paraísos fiscais incluídos na lista de “jurisdições fiscais não cooperativas” do bloco, segundo recomendação publicada nesta terça, 14, pela Comissão Europeia (Poder Executivo da UE).

A recomendação não pode ser imposta aos países, mas pode orientar casos em que o auxílio precisa de aprovação prévia da Comissão.

Também dá diretrizes legais a países – como França, Itália, Bélgica, Polônia e Dinamarca – que já haviam decidido barrar repasse de esquemas de ajuda para a crise do coronavírus a companhias instaladas em paraísos fiscais.

De forma geral, o termo se refere a locais que não exigem residência no país ou sede física para o registro de uma empresa, e, assim, atraem as companhias com alíquotas mínimas de imposto.

É o caso das 12 jurisdições fiscais não colaborativas elencadas pela União Europeia: Panamá, Samoa, Samoa Americana, Ilhas Cayman, Fiji, Guam, Oman, Palau, Trinidad e Tobago, Ilhas Virgens Americanas, Seychelles e Vanuatu.

A lista europeia foi criada em 2017, depois de escândalos como LuxLeaks, Panama Papers e Paradise Papers, e leva em conta três critérios: seus integrantes não trocam informações tributárias com outros países, cobram alíquotas agressivamente menores que a média dos países da UE e não adotam as recomendações de justiça tributária da OCDE.

Os membros da UE nunca chegaram a um acordo sobre que sanções impor a esses países, deixando a lista sem efeito prático. Agora, a Comissão tenta evitar repasse de verbas públicas europeias a empresas que deixam de pagar tributos na Europa por instalar suas sedes ou holdings nesses locais.

A Comissão também recomendou que não sejam feitos repasses a empresas condenadas por crimes financeiros como fraudes, corrupção e não pagamento de obrigações fiscais e previdenciárias.

“Não é aceitável que as empresas que se envolvem em elisão fiscal recebam recursos dos orçamentos nacionais e da UE, à custa dos contribuintes e dos sistemas de seguridade social”, disse Margrethe Vestager, comissária responsável por concorrência.

A Comissão propõe exceções às restrições para “contribuintes honestos”, como por exemplo empresas com ligação com paraísos fiscais que provem ter pagado tributos na UE nos últimos anos ou demonstrem ter presença econômica genuína no país listado.

Notícias relacionadas

Governo congela R$ 23,7 bilhões em despesas no Orçamento

Consumo de café aumentou no Brasil de janeiro a abril de 2026

Previsão de gastos com benefícios previdenciários sobe R$ 11,8 bilhões

Embaixadores da União Europeia conhecem projetos de pesquisa da UEA

Governo mantém cronograma de leilão de hidrovias no Norte

Assuntos União Europeia, verbas públicas
Redação 14 de julho de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

União Europeia
Dia a Dia

Embaixadores da União Europeia conhecem projetos de pesquisa da UEA

21 de maio de 2026
Café
Economia

Mercosul-UE: café e frutas terão tarifa zero; carnes e açúcar, reduzidas

17 de janeiro de 2026
Ursula von der Leyn, presidente da Comissão Europeia, e o presidente Lula: acordo histórico (Foto: Ricardo Stuckert/PR)
Economia

Mercosul e União Europeia assinam maior acordo comercial do mundo

17 de janeiro de 2026
Ursula von der Leyen e Lula: acordo comercial histórico entre Al e UE (Foto: Tânia Rêgo/ABr)
Economia

‘Brasil não se limitará a papel de exportador de commodities’, diz Lula

16 de janeiro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?