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Igor Araujo Lopes

Tuiuti, militares e as promessas de barbárie

17 de fevereiro de 2018 Igor Araujo Lopes
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Como de costume, o Brasil segue surpreendendo. Quando acham que pior não pode ficar, fica. E no meio da desgraça absoluta, por vezes surgem novidades que trazem otimismo à prática política.
Contrariando aqueles que, numa crítica rasteira, citam o Carnaval como simples pão e circo reduzindo sua importância para a população, a Paraíso do Tuiuti fez história e realizou um desfile único. De acidez exata. Importância ímpar, e alcance tremendo.

Seu conteúdo incomodou não apenas a Rede Globo que, no meio do desfile, com notável constrangimento, vinha a comentar sobre o quadril da rainha de bateria. Mas incomodou toda a direita, e de certa forma, qualquer um que pensa sobre o Brasil atual, o capitalismo, e a história.

O desfile, primeiramente evidenciou algo que já é conhecido, pelo menos, desde a eleição presidencial de 2014. Evidentemente que o provável envolvimento em corrupção tem um peso enorme na definição de simpatia para um candidato ou não, mas que, sobretudo, o tipo de governo e política econômica que ele representa é determinante na aderência popular.

Isto é, o projeto liberal, de forte austeridade, defendido por Aécio Neves em 2014, moderadamente aceito por Dilma, e absolutamente exercido por Michel Temer, não obteve aprovação popular. E mesmo que esse projeto venha sendo com força colocado goela abaixo, ele continua sendo rechaçado pela população.

Ao contrário do que vem dizendo a ala dos petistas desiludidos, o que a escola de samba fez não foi “denunciar o golpe”, – coisa que até agora eles não compreenderam muito bem – mas sobretudo denunciar “a exploração do homem pelo homem”, como disse o diretor de carnaval da escola, Thiago Monteiro. Demonstrando uma compreensão mais robusta do tema.

Essa exploração, variada e condicionada a cada tempo histórico onde foi realizada, nunca esteve separada de algo primordial no movimento da história que é a luta de classes. Além disso, fabrica também sua versão circunstancial da barbárie. Seja ela considerada no absurdo da condição de vida da classe trabalhadora, ou até mesmo a quase corriqueira guerra nas favelas e regiões urbanas e rurais do país.

Barbárie essa que teve nesta semana o anúncio de mais um novo capítulo. Após reunião com o Exército, o governo federal anunciou a intervenção militar para tentar controlar a criminalidade no Rio de Janeiro. Além de lembrar que a função dos militares não é de garantir a segurança pública, é preciso lembrar que essa estratégia, ou pelo menos algo parecido, já havia sido tentado no passado.
Essa atitude, não apenas declara a total falência das forças policiais – que deveriam, pela lei, agir nesse tipo de situação, mas que não tem a capacidade, obviamente, de continuar enxugando o gelo. – como também preocupa o morador desses centros urbanos e qualquer um que imagina que o problema do Rio não se dá pela falta de bala ou policiamento.

As estatísticas demonstram um cenário de guerra no país – aqui são assassinadas mais pessoas do que em qualquer outro lugar do mundo. E mais do que as mortes causadas pelos conflitos entre grupos armados – seja esse grupo de policiais ou não – esse cenário traz a calamidade em todos os níveis. Postos de saúde fechados, aulas canceladas, pessoas feridas física e psicologicamente, com o medo de sair nas ruas, e perder suas vidas ou as de seus familiares.

A barbárie bate à porta para dar mais um novo capítulo ao Brasil. Tuiuti fez um grande papel para o diálogo popular, mas começou apenas a elucidar de onde isso vem.


Os artigos publicados neste espaço são de responsabilidade do autor e nem sempre refletem a linha editorial do AMAZONAS ATUAL.

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Desfile do carnaval do Rio terá 15 escolas de samba até 2030

Assuntos barbárie, capitalismo, exploração, intervenção militar, luta de classes, Paraíso do Tuiuti, rio de janeiro
Valmir Lima 17 de fevereiro de 2018
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