O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Trabalho seria o mais prejudicado sem smartphone, mostra pesquisa

12 de setembro de 2021 Economia
Compartilhar
Por Amanda Lemos, da Folhapress

SÃO PAULO – Embora muitos julguem passar horas no smartphone como perda de tempo, essa não parece ser mais a realidade. Mais que um aparelho para se comunicar e divertir, o celular é percebido atualmente sobretudo como um instrumento de trabalho – essencial para projetar a autopromoção, numa espécie de “efeito tiktok”.

É isso o que aponta um levantamento feito pela consultoria Grupo Consumoteca. Questionados sobre qual seria a área de suas vidas mais prejudicada caso ficassem uma semana sem o smartphone, 30% dos entrevistados brasileiros apontaram o campo profissional. O levantamento foi feito com 2.000 pessoas entre 18 e 55 anos, de classes A, B e C.

Trabalho seria atividade mais prejudicada sem smartphone (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

Para 25%, o grande desafio de ficar esse período sem o smartphone seria a rotina de atividades pessoais, como pagamento de contas e pedidos de delivery. Para outros 13%, o maior problema seria o acesso à informação.

Conseguir praticar atividades de lazer seria o maior entrave para 11% dos entrevistados -mesmo percentual dos que apontam estudar como o maior problema caso fiquem sete dias sem um smartphone.

De acordo com a pesquisa, a área menos afetada seria a dos relacionamentos pessoais -apenas 8% dos respondentes disseram que o maior problema na ausência do celular se localizaria aí.

“Esse resultado traduz uma coisa muito simples: o smartphone como lazer ficou de lado e acabou virando um instrumento de trabalho”, diz Michel Alcoforado, antropólogo e sócio-fundador do Grupo Consumoteca.

Entre as mudanças no campo do trabalho, diz o antropólogo, veio a oportunidade para se reinventar no mundo online e tirar proveito da ferramenta para se projetar profissionalmente. Segundo a consultoria, para 57% dos entrevistados o smartphone é importante para autopromoção. “É como se fosse um ‘efeito tiktok’, de compartilhar tudo o que faz, mostrar seu trabalho para se projetar e mostrar quem é você profissionalmente”, afirma.

Para o antropólogo, alguns dados reforçam esse viés da autopromoção. O levantamento mostrou que 30% dos entrevistados acreditam que a promoção pessoal é um dos pontos positivos do uso do smartphone. Assim, a reputação pessoal de um indivíduo influencia diretamente a profissional, que passa a ter mais relevância e importância.

“Olhando para trás, nos anos 1980, nossos pais ganhavam pelo que sabiam fazer. Já nos anos 1990 e 2000, chegou a ‘geração Kumon’, quando os pais colocavam os filhos em vários cursos. Agora chegamos ao ‘saber ser’. Não é mais só um diploma: você mostra como colocar em prática”, afirma Alcoforado.

Por outro lado, para Christian Dunker, psicanalista e professor do Instituto de Psicologia da USP (Universidade de São Paulo), a presença excessiva do smartphone na vida cotidiana e o comportamento na vida online geram uma série de problemas, como um sentimento de autovigilância.

“O celular acaba criando um efeito paranoia: o que será que vão pensar? Quem está vendo isso? Como devo me portar profissionalmente em uma rede e em outra não?”, diz o psicanalista. “Isso são coisas típicas que contribuem para o aumento da depressão e do burnout”.

Dunker aponta que a interferência do celular pode ser mais nociva do que o dos computadores por funcionar como uma espécie de extensão do corpo.

“O smartphone se tornou a primeira coisa que fazemos no dia: há muitos casos em que o sujeito sai de uma posição mais íntima, do sono, e já vai para um email de trabalho”, diz. “Isso é como passar a receber telefonemas no meio da noite, causando uma disrupção no seu fluxo de sentimentos”.

Christian Perrone, pesquisador de direitos e tecnologias do ITS Rio (Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio), afirma que o cruzamento atual entre o mundo virtual e o físico aponta para onde caminhamos em termos de vida social e tecnologia. “Socialmente tínhamos uma barreira clara entre horário de trabalho e de lazer, essa barreira sofreu adaptações ao longo dos anos. A lógica de estar sempre conectado era diferente”, diz.

Se ligações eram algo menos frequentes na vida profissional, passaram a ser em grande volume e por vídeo. “Isso traz uma modificação no ambiente que era um espaço limitado, agora ele é mais global, ele é virtual. Você pode estar no mesmo dia em três lugares diferentes”.

Na tentativa de suprir dinâmicas sociais antes vivenciadas fisicamente, surgem diversas ferramentas para tentar substituir esse campo de trabalho, diz Perrone. “Vemos empresas de tecnologia como Zoom tornando a plataforma cada vez mais versátil, com traduções simultâneas e versões para palestras”, afirma. “Já o Facebook fala em óculos conectados e reuniões por VR (realidade virtual)”.

O avanço da tecnologia e as mudanças sociais, diz Perrone, rumam para uma sociedade cada vez mais digital, como se fossem dois mundos diferentes. O pesquisador lembra do filme Matrix, de 1999, quando o personagem principal Neo tem de fazer uma escolha entre a pílula azul, que o permitiria esquecer tudo e ir para a realidade virtual, e a pílula vermelha, que o deixaria no mundo real. “A diferença é que agora estamos o tempo inteiro conectados”, afirma.

Se hoje o celular é o intermediário entre o real e virtual, no futuro podemos ter outros instrumentos, como óculos e dispositivos inteligentes que ocuparão ainda mais o cotidiano, diz o pesquisador.

Nesta semana, por exemplo, o Facebook anunciou que criou uma linha de óculos inteligentes em parceria com a grife Ray-Ban. Segundo a empresa, o objetivo do novo produto é oferecer experiências em realidade aumentada.

Em entrevista recente, Mark Zuckerberg, presidente da big tech, disse que o futuro do Facebook é a construção de um “metaverso”: um universo digital construído acima e em paralelo à realidade em que vivemos. “Essa realidade virtual vem para quebrar barreiras entre o físico e o digital”, diz Perrone.

Notícias relacionadas

Governo congela R$ 23,7 bilhões em despesas no Orçamento

Consumo de café aumentou no Brasil de janeiro a abril de 2026

Previsão de gastos com benefícios previdenciários sobe R$ 11,8 bilhões

Governo mantém cronograma de leilão de hidrovias no Norte

Conselho Monetário aprova R$ 1 bilhão em crédito para empresas aéreas

Assuntos Smartphone, Trabalho
Cleber Oliveira 12 de setembro de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Trabalhadores em manifestação pela redução da jornada de trabalho (Foto: Tânia Rêgo/ABr)
Economia

Fim da escala 6×1 é apoiado por 68% e 22% são contra a mudança

18 de maio de 2026
Bens de informática teve o melhor desempenho por subsetor (Foto: Gilson Abreu/Fiep)
Economia

Governo lança campanha pelo fim da jornada de trabalho 6×1

4 de maio de 2026
Economia

Estudos mostram impacto mínimo da redução do tempo de trabalho nas empresas

1 de maio de 2026
Ministro Márcio Elias Rosa diz que fim da jornada 6x1 tendência mundial (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ABr)
Economia

‘É tendência mundial’, afirma ministro sobre fim da jornada 6×1

24 de abril de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?