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Economia

Trabalhadores abrem mão de benefícios para garantir reajuste salarial

27 de julho de 2022 Economia
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producao de motos
Trabalhadores em fábrica de motos: prioridade para reajuste de salário (Foto: Yamaha/Divulgação)
Por Cristiane Gercia, da Folhapress

SÃO PAULO – Os trabalhadores brasileiros estão abrindo mão de benefícios para garantir reajuste salarial que reponha ao menos a inflação nas negociações coletivas deste ano, segundo balanço dos seis primeiros meses de 2022 do Salariômetro, da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas).

Os dados mostram que complementos como a PLR (Participação nos Lucros e Resultados), abonos por aposentadoria e assiduidade, plano de saúde, plano odontológico e auxílio-creche saíram de boa parte dos acordos ou convenções coletivas fechadas neste ano.

Além disso, não houve reajuste nos vales refeição e alimentação e os valores se mantiveram os mesmos entre 2021 e 2022. Apenas a cesta básica teve alta.

A retirada desses complementos seria a forma encontrada pelos trabalhadores de garantir reajustes melhores para os salários, que reponham a inflação ou estejam acima, na avaliação de Hélio Zylberstajn, professor sênior da USP (Universidade de São Paulo) e coordenador do Salariômetro.

“A presença dos adicioinais diminuiu em 2022. Houve uma redução generalizada não no valor, mas na presença [desses benefícios]”, diz.

Segundo ele, com inflação e desemprego em alta, o poder de negociação dos trabalhadores está comprometido. “Como o poder de barganha dos trabalhadores não está forte, porque a inflação ainda é muito alta, não tem como pressionar. Para garantir a inflação, tem que abrir mão de alguma coisa”, afirma o professor.

Proporção dos benefícios ante o total de negociação

Benefícios – 2021 – 2022
PLR (Participação nos Lucros e Resultados) – 25,04 – 20,05
Adicional de hora extra – 49,3 – 48,3
Abono por aposentadoria – 9 – 6,7
Abono assiduidade – 0,9 – 0,7
Abono por tempo de serviço – 8,1 – 1
Auxílio-creche – 19,9 – 18,2
Plano de saúde – 20,7 – 15,5
Plano odontológico – 11,7 – 6,9
Seguro de vida – 27,1 – 24,6

Nos primeiros seis meses de 2022, as negociações coletivas mostraram certa recuperação ante 2021 com uma média maior de reajustes iguais ou maiores que a inflação medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor).

Os dados mostram que o reajuste mediano nos primeiros seis meses de 2022 é de 10,6% ante 6,2% do mesmo período de 2021. O piso salarial subiu, mas não supera a inflação do período. O valor médio é de R$ 1.431 quando, em 2021, foi de R$ 1.320, crescimento de 8,4%. O INPC é de 11,92% em 12 meses terminados em junho.

Negociações nos últims 12 meses

Período – INPC, em % – Reajuste mediano, em %
Jul.21 – 9,2 – 7,4
Ago.21 – 9,9 – 9
Set.21 – 10,4 – 10,4
Out.21 – 10,8 – 10,8
Nov.21 – 11,1 – 11,1
Dez.21 – 11 – 11
Jan.22 – 10,2 – 10,2
Fev.22 – 10,6 – 10,5
Mar.22 – 10,8 – 10,8
Abr.22 – 11,7 – 11,7
Mai.22 – 12,5 – 12,5
Jun.22 – 11,9 – 11,9

O vale-alimentação mensal se manteve em R$ 280 e o vale-refeição seguiu em R$ 22 por dia. Somente a cesta básica teve alta, passando de R$ 170 para R$ 280, o que representa um reajuste de 22,35%.

O valor pago, no entanto, representa 16,62% da cesta básica de alimentos de junho deste ano, calculada em R$ 1.251,44, segundo pesquisa do Procon-SP (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor) em parceria com o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).

Em julho, a prévia dos estudos preocupa. Do total de negociações até agora, 70,3% resultaram em reajustes menores do que a inflação, dado que só será confirmado no final do mês, com o fechamento dos dados.

Embora a inflação deva ter queda, é preciso esperar os números do desemprego no primeiro semestre, afirma Zylberstajn, para saber se o mercado de trabalho está em recuperação ou não.

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Assuntos benefícios, Reajuste salarial, Trabalhador
Murilo Rodrigues 27 de julho de 2022
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