O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Igor Araujo Lopes

Tecnocracia e a democracia sem povo

16 de dezembro de 2017 Igor Araujo Lopes
Compartilhar

Há algumas semanas fora divulgado um relatório do Banco Mundial a pedido do governo brasileiro com o intuito de diagnosticar a atual situação da economia do país e sugerir novas pautas e resoluções de problemas.

Com o título de “Um ajuste justo”, o receituário liberal do órgão se mostra, mesmo com alguns conteúdos polêmicos e discutíveis, bem superior ao nível médio do que se poderia denominar de liberalismo brasileiro – o que, na prática, aparece como entreguismo paradoxalmente gerenciado pelo Estado.

Entre algumas verdades, obviedades e ladainhas, a síntese do relatório se dá na constatação de que o Brasil não só gasta muito, mas que fundamentalmente gasta mal e de maneira injusta. O que há muito se diz e pouco se discute – e que alguns reprodutores do nível de MBL descobriram agora – é que quem paga imposto no país são sobretudo os pobres. E numa singela sugestão de reforma fiscal, é possível que alguns acusem os integrantes do Banco de comunistas.

Evidentemente não há porque discordar da necessidade de Estado gastar melhor o seu dinheiro, fato que de forma clara não significa ser desnecessário ou prejudicial gastar sistematicamente como um agente econômico – não existe Estado mínimo fora de livros de fantasia. Porém, é de fato verdade que a máquina pública precisa diminuir seus gastos.

O relatório sugere medidas para cortar despesas equivalentes a 7% do PIB. Funcionalismo público, previdência, saúde e educação – essa última com importante passagem no relatório – surgem comumente como as primeiras despesas a serem diminuídas.

Mas os ditos do não dito são frequentemente mais significativos que qualquer discurso. Tudo bem, que se diminua os gastos da União, a começar pelo primeiro, aquele que representa mais da metade do orçamento e que, de forma geral, beneficia uma parcela minúscula da população. O Brasil precisa rever e combater o rentismo se quer ter alguma perspectiva futura de desenvolvimento.

Aliás, de poucas novidades se fez o relatório. Este surgiu muito mais como uma legitimação internacional do programa de arrochos e ajustes eternos. Com raras exceções, suas pautas giram totalmente entorno do que já está em discussão em toda a periferia do capital, e no Brasil, pelo menos desde 2015.

Em tempos de crise, a democracia é fragilizada e possivelmente pode ser “flexibilizada”. Isso fica claro em épocas onde o alerta vermelho se repete com frequência. No alvoroço da gestão do medo social diante das inseguranças políticas e econômicas, o espaço deixado pelo fantasma da crise se torna o elemento que legitima que todas as medidas austeras e impopulares se efetivem o mais rápido possível. Neste sentido, o aval dos tecnocratas reverbera à exaustão para persuadir a opinião pública com suas falas monotemáticas, afinal, são eles que sabem o melhor a ser feito.

A comprovação se dá quase que semanalmente. Nesta semana, Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados – um daqueles que nem Deus sabe como ainda está lá – disse que a votação da reforma da Previdência ficou agora para fevereiro de 2018. Isto é, a votação só será feita quando tiverem a certeza da vitória. O Congresso Nacional, no limite, nada tem de casa do povo.

Tudo isso faz parte de uma enorme espiral ideológica que se retroalimenta por todos os lados. O projeto econômico está dado, e ele será implementado custe o que custar. Para isso, cada aparelho tem o seu papel bem definido. O Congresso joga contra o povo, as instituições financeiras e seus técnicos legitimam e a mídia dominante exclui o contraditório.


Os artigos publicados neste espaço são de responsabilidade do autor e nem sempre refletem a linha editorial do AMAZONAS ATUAL.

Notícias relacionadas

Emprego assalariado tem melhor rendimento que trabalho autônomo

Professores encerram greve sem reverter mudança na aposentadoria

Protesto de professores teve tumulto e ameaça na Ponta Negra

Prefeito sanciona lei que muda regras de aposentadoria de servidores

Governo do AM se compromete com metas ambientais para obter R$ 3,1 bilhões

Assuntos Banco Mundial, neoliberalismo, reforma da previdência, relatório
Valmir Lima 16 de dezembro de 2017
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

A lei estabelece que motoristas devem conduzir as pessoas vulneráveis á autoridade policial ou unidade de saúde (Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil)
Economia

Emprego assalariado tem melhor rendimento que trabalho autônomo

20 de fevereiro de 2026
Dia a Dia

Professores encerram greve sem reverter mudança na aposentadoria

21 de novembro de 2025
Dia a Dia

Protesto de professores teve tumulto e ameaça na Ponta Negra

21 de novembro de 2025
ManausPrev
Política

Prefeito sanciona lei que muda regras de aposentadoria de servidores

20 de novembro de 2025

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?