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SSP e Seap não falam sobre morte no Compaj e UPP amanheceu sem policiais na área externa

11 de fevereiro de 2020 >Dia a Dia
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Unidade Prisional do Puraquequara em Manaus: sem policiais na área externa (Foto: Murilo Rodrigues/ATUAL)
Da Redação

MANAUS – Após a morte do detento Fabrício Silva dos Santos Neto, assassinado por três presos no Compaj (Complexo Penitenciário Anísio Jobim), na zona rural de Manaus, por volta de 22h30 dessa segunda-feira, 10, a SSP-AM (Secretaria de Segurança Pública) e a Seap (Secretaria de Administração Penitenciária) preferiram não se pronunciar sobre a suposta “guerra entre facções criminosas” em Manaus.

O assassinato do detento no Compaj ocorreu 1 hora após o governador em exercício Carlos Almeida Filho afirmar, em entrevista aos jornalistas no CICC (Centro Integrado de Comando e Controle), que a inteligência da SSP havia detectado “alterações” no sistema de segurança pública do Amazonas.

Para Almeida Filho, essas “alterações” decorrem do intenso combate que o governo tem executado contra o tráfico de drogas. Carlos Almeida anunciou a instalação de um gabinete de crise para decidir ações de prevenção a conflitos e reforço na segurança nos presídios de Manaus.

Na manhã desta terça-feira, 11, a reportagem do ATUAL foi até a UPP (Unidade Prisional Puraquequara), na zona leste de Manaus, e registrou a presença temporária de uma viatura com dois policiais e de um helicóptero que sobrevoou a região daquele presídio por alguns minutos.

Márcia Adrian, esposa de um detento, confirmou que, diferente desta terça-feira, 11, havia reforço policial na segunda-feira, 10, e que não conseguiu ter informações sobre o companheiro. “Estou na frente do Puraquequara. Estou achando esquisito que não tem ninguém. Ontem estava cheio de policiais. Até agora não tenho notícia do meu marido, não sei o que eles vão falar”, afirmou Adrian.

Na noite de ontem, Segundo a Seap, Fabrício Silva dos Santos Neto foi morto dentro da sela após briga com outros três detentos no Compaj. Os presos foram encaminhados para a delegacia para depoimento. Segundo a secretaria, ao contrário do que estava sendo divulgado em grupos de WhatsApp, o detento assassinado não é irmão do traficante Zé Roberto.

O comandante da PM (Polícia Militar), Ayrton Norte, afirmou que o efetivo da PM foi ampliado em Manaus. “Mantivemos as equipes do dia no turno da noite, para somar esforços. Nosso objetivo é justamente se antecipar e aumentar a segurança à população”, disse Norte. Procurada pela reportagem, a SSP não informou o número de policiais enviados para reforçar o policiamento na cidade.

Ainda na noite dessa segunda-feira, três homens foram presos suspeitos de envolvimento em homicídios na capital amazonense. De acordo com a SSP, um dos presos é apontado como liderança do tráfico no Tancredo Neves. Eles estariam por trás de, pelo menos, dez homicídios registrados este ano na capital. Com o trio, três armas de fogo foram apreendidas.

Hoje, procurado pela reportagem, o secretário de Administração Penitenciária Marcus Vinícius Almeida não respondeu as mensagens.

Em nota, o MPAM (Ministério Público do Amazonas) informa que está acompanhando de perto os acontecimentos tanto no sistema prisional quanto na cidade. Diz ainda que esteve representado, na noite desta segunda-feira, 10, na reunião com as autoridades de segurança do Estado juntamente com o Tribunal de Justiça, Ordem dos Advogados e Defensoria Pública.

A assessoria do MP afirma também que os promotores da execução penal estão de sobreaviso desde o fim de semana, quando a Seap (Secretaria de Administração Penitenciária) suspendeu as visitas.

Janeiro violento

Apenas em janeiro deste ano foram registrados 117 mortes violentas em Manaus, equivalente a 3,7 mortes por dia. O dado é de um levantamento realizado pelo portal de notícias G1.

Segundo o monitor de violência do G1, de 1º a 31 de janeiro de 2019 foram contabilizadas 85 mortes violentas na capital, o que representa uma média de 2,05 mortes por dia. Somente na primeira semana de 2020, foram 35 mortes entre crimes como homicídio, latrocínio, ou agressão seguida de morte, uma média de 5 mortes por dia.

Já de acordo com a SSP (Secretaria de Segurança Pública do Amazonas), em janeiro do ano passado foram 73 mortes violentas. Consultada sobre o índice do primeiro mês deste ano, a secretaria não respondeu até a publicação desta matéria.

Na UPP, na manhã desta terça, o ambiente era de tranquilidade. Confira o vídeo.

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Assuntos índices de violência, janeiro, mortes violentas
Redação 11 de fevereiro de 2020
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