O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual


Follow Up

Solidariedade, o melhor legado é o emprego

4 de junho de 2020 Follow Up
Compartilhar

Por Alfredo Lopes

Em seu artigo semanal sobre economia no qual trata do combate ao desemprego, o ex-ministro Paulo Haddad, da Fazenda e do Planejamento no governo Itamar Franco, aponta a necessidade do governo aumentar a demanda, o único jeito, segundo ele, de não agravar drasticamente o desemprego estrutural. E destaca que pouco adiantaria abrir mãos de tantos impostos para a sobrevivência da economia, com a manutenção dos postos de trabalho. Essa medida esbarraria num corte drástico na circulação da moeda e ampliaria a temeridade de produzir sem demanda.

Paramos na Reforma da Previdência

Antes da crise, todos sentiram na pele, o Brasil já estava em processo de encolhimento de sua economia. Nossa moeda já estava exibindo fragilidades crescentes em relação ao dólar e nosso desempenho econômico caíra para último lugar entre os BRICS e perda de fôlego entre os demais emergentes. O entusiasmo do mercado com a aprovação da Reforma da Previdência foi, por sua vez, esfriando a expectativa dos investidores, pois a ela não se seguiram as demais reformas, especialmente a fiscal e a administrativa. Ou seja, entramos na pandemia sem força nem pernas de resistência.

Janelas de oportunidades

Como é de praxe, dada sua fragilidade crônica no cenário global de disputas – o país ainda é uma economia fechada e sem condições seguras de se abrir com seguidas recessões – a desvalorização de nossa moeda chegou a um nível de depreciação, provavelmente além da dose, complicando mais ainda as deficiências da indústria decorrentes da dependência da cadeia asiática de suprimentos. A pandemia apenas agravou o cenário, mas, a duras penas, fomos aprovados na ZFM com habilidades industriais inimagináveis. Por isso, a crise pode abrir novamente janelas de oportunidades.

Pouco fôlego e muito atrito

Em 2008 o governo tomou medidas arrojadas de proteção da indústria e foi ajudado pelo fato da crise ter-se alastrado a partir da questão imobiliária americana, ocasionando a desvalorização do dólar, mas, sobretudo, alcançando a questão do crédito e dinâmica das economias desenvolvidas. Esta crise de agora é global e vai atingir principalmente as economias com pouco fôlego e muito atrito por dificuldades no âmbito político institucional.

Medidas mais arrojadas se impõem

Nos primeiros debates do Comitê Indústria ZFM Covid-19, formado por Cieam, Fieam, Eletros e Abraciclo, já havia a consciência e o alerta para medidas mais arrojadas do governo. Dizíamos, com amparo de nossa assessoria econômica e previsões da FGV, “…é preciso fazer mais. É preciso mover todos os recursos financeiros disponíveis para evitarmos que a recessão prevista para 2020 contamine os anos seguintes. O que seria uma crise aguda de 03 a 06 meses pode ser uma grave depressão econômica”. Por isso, impõe-se muita calma e muita luta nesta hora, pois a economia brasileira, estima-se, pode empobrecer 4,4% este ano, protelando o crescimento econômico para 2022, quando o país, se conseguir driblar a politização destrutiva, poderá experimentar crescimento positivo.

Qual é o maior desafio?

Todos os esforços têm que se voltar ao combate à pandemia e ao desemprego. É meritória e merecedora de aplausos a iniciativa das entidades da indústria em mobilizar as empresas do Polo Industrial de Manaus, tanto para produção e doação de equipamentos de proteção individual EPIs, entre outros suportes, para as equipes de combate direto à Covid-19. Mais louvável é acionar as empresas do Polo Industrial com a distribuição até aqui de 100 toneladas de alimentos para população em elevada vulnerabilidade social, incluindo refugiados, indígenas e famílias desempregadas. No entanto, apesar desta louvável ação solidária, isso atenua, mas não resgata a dignidade do cidadão no prolongamento dessa desordem econômica. Daí a importância de dar também muita atenção à economia e assegurar seu maior legado para a sociedade: a geração de empregos.

O alinhamento e o respeito à Lei

E se o desafio maior é este, vamos atinar para o que diz a Escola de Governo da Universidade de Harvard, que tematiza o desenvolvimento socioeconômico dos países há 7 décadas. “Os processos de crescimento acelerado e sustentado, combinaram elementos de práticas ortodoxas e não ortodoxas, associados a um pequeno conjunto de reformas”. E arrematam que políticas econômicas – que são concebidas e implementadas por decisões enrijecidas por compromissos ideológicos primários – são menos dóceis à realidade histórica, menos pragmáticas e podem nos conduzir a grandes desastres sociais e econômicos. Daí a necessidade do alinhamento, do respeito à Lei e de comunhão de todas as forças a serviço da brasilidade, para conquistar um crescimento integral e integrado deste Brasil açoitado pela divisão estéril e esterilizante.

Notícias relacionadas

Feirão oferecerá 2 mil vagas de emprego em 25 empresas em Manaus

‘Mercosul-Europa’ pode expandir zonas francas, afirma embaixador

Paulista Arthur do Val critica Flávio por dizer que Zona Franca está garantida

Minerais críticos e estratégicos empregam 129 mil pessoas no Brasil

Omar alerta para ameaça à Zona Franca com possíveis mudanças na Constituição

Assuntos Cieam, desemprego, emprego, Zona Franca de Manaus
Cleber Oliveira 4 de junho de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

A quarta edição do Megafeirão de Empregabilidade reunirá 25 empresas (Foto: Divulgação/Semcom)
Economia

Feirão oferecerá 2 mil vagas de emprego em 25 empresas em Manaus

27 de outubro de 2026
Guillermo Valles conversa com Guillermo Valles na Conferência de Zonas Francas, em Cádiz (Foto: Layana Rios/Suframa)
Economia

‘Mercosul-Europa’ pode expandir zonas francas, afirma embaixador

27 de outubro de 2026
Política

Paulista Arthur do Val critica Flávio por dizer que Zona Franca está garantida

24 de outubro de 2026
Pesquisadores do SGB identificaram rochas pegmatitos com alta capacidade de lítio (Foto: SGB/Divulgação)
Economia

Minerais críticos e estratégicos empregam 129 mil pessoas no Brasil

19 de outubro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?