O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Situação em Pacaraima é de aparente tranquilidade, diz padre Jesus

21 de agosto de 2018 Dia a Dia
Compartilhar
Venezuelanos continuam entrando no Brasil por Roraima fugindo do regime de Nicolás Maduro (Foto TV Brasil/Reprodução)
Venezuelanos continuam entrando no Brasil por Roraima fugindo do regime de Nicolás Maduro (Foto TV Brasil/Reprodução)

Da Agência Brasil

BOA VISTA – Três dias depois da agressão de moradores de Pacaraima (RR) a imigrantes venezuelanos, quando atearam fogo a seus pertences e os expulsaram de barracas e abrigos, em um princípio de revolta contra a presença deles na cidade, ainda há um clima de tensão entre os imigrantes, apesar de a situação na cidade estar mais tranquila, de acordo com relato do pároco da Paróquia de Pacaraima, padre Jesus. Há ainda, segundo o padre, temor de que o governo venezuelano retalie as agressões com corte de energia e gasolina que abastecem o município brasileiro.

O padre disse que muitos venezuelanos ainda estão voltando para o país de origem ou indo para abrigos da capital do estado, Boa Vista. Outros ficaram na cidade venezuelana de Santa Elena de Uiaren, fronteira com Pacaraima, e podem voltar ao Brasil quando a situação normalizar. Cerca de 1,2 mil venezuelanos cruzaram de volta a fronteira do país com o Brasil após o conflito.

“A situação aqui está aparentemente calma, uma calma tensa. Hoje, no café da manhã, veio bastante gente, umas mil pessoas. Então, parece que pouco a pouco está normalizando, mas é uma calma estranha, cheia de temores. Está longe de ser normal, eles ainda estão com medo”, disse à Agência Brasil.

A Paróquia de Pacaraima serve diariamente café da manhã para cerca de 1.600 imigrantes venezuelanos. Depois do conflito do último sábado (18), menos de mil pessoas têm procurado o serviço. Ontem (20), apenas 600 apareceram para tomar o café, disse o padre.

As 160 crianças venezuelanas, muitas delas indígenas, que frequentam o centro de atendimento da Pastoral também não estão indo às aulas. Segundo recomendação das Nações Unidas, elas devem esperar três dias para voltar aos estudos.

Desde a eclosão da crise na Venezuela, milhares de venezuelanos se instalaram na pequena cidade de Pacaraima, situada na fronteira com o país vizinho. Atualmente, cerca de 4 mil imigrantes estão em abrigos ou nas ruas da cidade, que tem cerca de 12.300 habitantes, segundo estimativa do IBGE de 2017.

Para a irmã Rosita Milesi, coordenadora do Instituto de Migrações e Direitos Humanos (IMDH), é inaceitável que os imigrantes permaneçam em situação de rua, vulneráveis à violência e outros tipos de violação de direitos. “Deixar o povo [imigrantes] dormindo nas ruas não é solução. Esse é o grande problema. Não é conveniente, não é digno, adequado. Ademais, a população fica com dificuldade, não é justo deixá-las na rua esperando atendimento. Isso para mim é um problema sério”, avaliou a religiosa.

Notícias relacionadas

Dragagem é ação inadequada da falta de política hidroviária na Amazônia

Nova campanha da Eneva mostra como a energia se transforma em oportunidades no Amazonas

Âmbar pede para quitar dívida com redução da tarifa ao consumidor

Marinha abre 22 vagas para oficiais temporários no Amazonas

STJ mantém condenação da ex-deputada Flordelis a 50 anos de prisão

Assuntos Amazonas, migração, Roraima, venezuelanos
Cleber Oliveira 21 de agosto de 2018
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Eneva, projeto agro florestal
Especial Publicitário

Nova campanha da Eneva mostra como a energia se transforma em oportunidades no Amazonas

18 de setembro de 2026
Âmbar Energia assumiu definitivamente o controle da Amazonas Energia (Foto: Âmbar/Divulgação)
Economia

Âmbar pede para quitar dívida com redução da tarifa ao consumidor

18 de setembro de 2026
O vínculo é temporário, sem estabilidade (Foto: Divulgação)
Serviços

Marinha abre 22 vagas para oficiais temporários no Amazonas

18 de setembro de 2026
Dia a Dia

Governo inclui 18 municpios do AM na BR-319 em plano de desenvolvimento

18 de setembro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?