O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Sindicato diz que ‘mercado é livre’ ao explicar alta no preço de combustível

12 de dezembro de 2023 Economia
Compartilhar
Bombas de gasolina: combustível mais caro (Foto: Fernando Frazão/ABr)
Sindicombustível afirma que o mercado é livre e não interfere nos preços cobrados nos postos (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)
Por Teófilo Benarrós de Mesquita, do ATUAL

MANAUS – O Sindicombustiveis-AM (Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis, Derivados de Petróleo, Álcool, Lubrificantes, Gás Natural Veicular do Amazonas) afirmou que não interfere nos preços dos combustíveis praticados no estado. “O mercado é livre”, afirma o sindicato em nota.

Na segunda-feira (11), o ATUAL questionou o sindicato sobre porquê os postos de combustíveis não repassam as reduções de preços aplicadas pela Ream (Refinaria da Amazônia). Com a privatização da refinaria, em 1º de dezembro de 2022, a política de preços na venda direta para os proprietários de postos de gasolina deixou de seguir os valores praticados pela Petrobras.

De dezembro de 2022 a dezembro deste ano, entre ajustes de aumento e redução de preços anunciados semanalmente pela Ream, o acumulado foi de baixa, de menos 2,22%. No período, os postos de combustíveis aumentaram o preço da gasolina comum em 41,6%.

Em 1º de dezembro do ano passado a maioria dos postos de combustível vendia o litro da gasolina, opção mais usada pelos amazonenses, a R$ 4,59. Atualmente, o valor médio cobrado pela quase totalidade dos postos é R$ 6,49.

De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) acumulada nos últimos 12 meses é de 4,82%.

“O Sindicato não interfere nos preços dos combustíveis e na administração dos postos, por esse motivo não conseguimos informar o valor do reajuste que será repassado ao consumidor final” diz o Sindicombustível, em nota enviada na manhã desta terça-feira (12), após publicação da materia sobre a não redução de preços ao consumidor.

Leia mais: Em 1 ano, preço da gasolina na Ream caiu 2,2%; postos elevaram em 41,6%

“Ressaltamos que o mercado é livre e competitivo em todos os segmentos, cabendo a cada distribuidora e posto decidir qual será seu preço final, de acordo com suas estruturas de custo”, reforça a nota do sindicato.

Para justificar a diferença de índices inflacionários, aplicados pela Ream, e praticados pelos postos de combustíveis, o sindicato diz que o preço varia em função de diversos fatores.

“O preço final ao consumidor varia em função de múltiplos fatores como: carga tributária (municipal, estadual, federal), concorrência com outros postos na mesma região e a estrutura de custos de cada posto (encargos trabalhistas, frete, volume movimentado, margem de lucro etc.)”, afirma o Sindicombustível na nota enviada ao ATUAL.

Notícias relacionadas

Governo processa rede Discord e pede R$ 500 milhões de indenização

Juiz suspende empréstimo de R$ 1,46 bilhão do Governo do Amazonas

Delegado afirma que influenciador convidou primo policial para roubar ouro

TJAM decide que Lei Maria da Penha se aplica a agressão entre irmãs

Delegado e investigador do Amazonas são presos por roubo de ouro

Assuntos Combustível, destaque, preço de combustível, Sindicombustível
Redação 12 de dezembro de 2023
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Agência Nacional de Proteção de Dados determinou que Discord suspenda transmissões ao vivo (Foto: Valter Campanato/ABr)
Dia a Dia

Governo processa rede Discord e pede R$ 500 milhões de indenização

26 de agosto de 2026
Governo do Amazonas quer transferir aposetados de regime (Foto: Divulgação)
Política

Juiz suspende empréstimo de R$ 1,46 bilhão do Governo do Amazonas

26 de agosto de 2026
O delegado John Allan Cunha Castilho, da Polícia Civil do Amazonas, foi preso nesta quarta-feira (26)
Polícia

Delegado afirma que influenciador convidou primo policial para roubar ouro

26 de agosto de 2026
Dia a Dia

TJAM decide que Lei Maria da Penha se aplica a agressão entre irmãs

26 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?