O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Simão Peixoto é investigado por suspeita do desvio de R$ 29,2 milhões

23 de maio de 2023 Política
Compartilhar
Simão Peixoto
Desembargador autorizou prisão de prefeito, mas ele não foi encontrado (Foto: Divulgação)
Por Felipe Campinas, do ATUAL

MANAUS – Afastado do cargo de prefeito de Borba nesta terça-feira (23), Simão Peixoto é investigado por suspeita de desvio de R$ 29,2 milhões da prefeitura em licitações. Os procedimentos, segundo o Ministério Público, eram simulados e parte do dinheiro pago às empresas envolvidas no esquema era dividida entre funcionários e parentes do prefeito.

A investigação ocorre no bojo da Operação Garrote, deflagrada nesta terça-feira (23), que apura prática dos crimes de associação criminosa, fraudes em licitação, lavagem de capitais e corrupção ativa e passiva. O Gaego (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) lidera a ação, que envolve o cumprimento de mandados prisão e busca e apreensão contra familiares do prefeito, agentes públicos e empresas.

“Os investigados, com a predisposição comum de praticar os crimes acima relacionados, organizaram, em tese, um esquema de fraude e ocultação de bens e valores, que tem gerado prejuízos milionários aos cofres do Município de Borba/AM”, diz o desembargador João Simões, que autorizou as medidas judiciais contra o grupo.

Além de Simão, os mandados de prisão preventiva alcançam outras dez pessoas, incluindo funcionários da prefeitura e empresários. O MP informou, no entanto, que não prendeu o chefe do executivo de Borba. A advogada Gina Moraes, que atua na defesa de Simão, informou que “após análise dos autos as medidas judiciais cabíveis serão tomadas”.

O desembargador João Simões afastou do cargo, pelo prazo de 90 dias, o prefeito, a secretária de Finanças, um pregoeiro, uma assistente administrativa e três membros da comissão de licitação, incluindo o presidente. O magistrado determinou, ainda, o bloqueio de bens e valores dos investigados no montante de R$ 15 milhões.

As investigações apontam que o núcleo familiar do prefeito “movimentou quantias milionárias em fevereiro e março deste ano. “Somando as entradas e saídas financeiras apenas do ano de 2023 alcança-se o exorbitante montante de R$6.867.252,56”, diz João Simões.

De acordo com a apuração, Simão Peixoto “seria o principal beneficiário da organização”. “Para assegurar o vultoso resultado financeiro do crime, o prefeito se utilizaria de funcionários públicos da prefeitura e, principalmente, de parentes próximos, responsáveis por ‘blindá-lo’, assumindo o encargo das movimentações financeiras”, diz João Simões.

O esquema, segundo o Ministério Público, envolvia a simulação da licitação para beneficiar empresas ligadas ao prefeito. Após a assinatura do contrato e pagamento de valores, os empresários dividiam o valor com os agentes que atuavam na fraude e com os parentes do prefeito, incluindo a esposa, o irmão, o enteado, cunhados e sobrinhos.

O MP afirma que relatórios enviados pelo Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) e os dados colhidos durante o afastamento do sigilo bancário autorizado pela Justiça indicam a “ocorrência de transferências financeiras e a aquisição de bens incompatíveis com a capacidade econômica dos investigados”.

Além da lavagem de dinheiro, o MP investiga a prática dos crimes de “contratação direta ilegal” (art. 337-E), “frustração do caráter competitivo de licitação” (art. 337-F), “peculato” (art. 312), “corrupção passiva e ativa” (art. 337 e 333) e “associação criminosa” (art. 288), todos estes previstos no Código Penal Brasileiro.

Suspeita de fraudes

Uma das empresas investigadas é um mercadinho que faturou R$ 4,2 milhões em apenas um contrato para fornecer material de pavimentação em concreto. Segundo o MP, o estabelecimento “sublocava” informal e irregularmente a execução dos serviços a outras empresas. O dinheiro era de um convênio firmado com a Seinfra (Secretaria de Estado de Infraestrutura).

O contrato chegou a ser alvo de apuração no TCE-AM (Tribunal de Contas do Estado do Amazonas). Um engenheiro da Seinfra recomendou ao órgão que determinasse à empresa a devolução de R$ 1,4 milhão aos cofres públicos em razão de uma série de irregularidades envolvendo a licitação.

O MP afirma que os donos do mercadinho detêm “papel central” no esquema, pois, “são eles, em tese, os responsáveis por empreenderem a primeira distribuição de valores, com o fim, tanto de fazer uma espécie de repartição do resultado financeiro ilícito (conforme a participação de cada um), quanto de ocultar o crime praticado”.

O MP listou 12 empresas que estão sob suspeita por atuarem no mesmo “modus operandi”. Segundo os investigadores, os pagamentos a elas estão “protegidos por um ‘verniz de legalidade’, já que a contratação das mesmas são precedidas por procedimento de licitação, embora aparentemente fraudulentos, seguindo a mesma sistemática de contratação do mercadinho”.

Servidores e parentes

De acordo com o MP, a fase da legalização do esquema tinha participação do pregoeiro e da secretária de Finanças. Eles atuavam para viabilizar a contratação das empresas através da combinação entre as concorrentes (algumas pertencentes aos mesmos sócios) e da habilitação de companhias que não tinham qualificação técnica e econômica para execução do serviço.

“A fim de concretizar esses objetivos espúrios, a organização contava, ao que tudo indica, com a fundamental atuação do Pregoeiro e da Secretária de Finanças, porquanto eram eles os responsáveis pela organização dos procedimentos internos da licitação, pela condução e lisura dos procedimentos externos”, diz João Simões.

As investigações indicaram que o pregoeiro recebeu de uma empresa R$ 7,6 mil, enviados, mensalmente, em parcelas de R$ 1,5 mil. Ele também recebeu, em parcelas mensais, a quantia de R$ 6 mil de uma empresária contratada para prestar serviço especializado de consultoria administrativa à prefeitura.

Em relação a familiares do prefeito, os investigadores identificaram que Simão os usava para ocultar “bens e valores provenientes dos fatos criminosos em exame”. Entre os familiares estão a esposa dele, o irmão, cunhados, sobrinhos e o enteado. Segundo o Ministério Público, eles também recebiam dinheiro das empresas.

“Ao ser transferido aos sócios e às outras empresas, parte do recurso era posteriormente enviado às pessoas que compõem o núcleo familiar da organização, ou seja, o resultado financeiro do crime, obrigatoriamente, tinha que beneficiar o prefeito Simão Peixoto Lima, através de pessoas interpostas e de sua mais estrita confiança”, diz João Simões.

As investigações apontaram intensas movimentações financeiras em nome de parentes do prefeito. De acordo com o MP, entre dezembro de 2017 e fevereiro de 2020, por exemplo, o cunhado do prefeito recebeu do mercadinho o montante de R$ 218,6 mil. Em um único dia, a cunhada de Peixoto recebeu da mesma mercearia a soma de R$ 150 mil.

Ainda conforme o Ministério Público, o enteado e duas sobrinhas adquiriram quatro imóveis no segundo semestre do ano passado, sendo dois em Manaus e dois em Borba. A escritura pública, registrada no 4º Tabelionato de Notas de Manaus/AM, demonstra que o valor pago em relação aos imóveis adquiridos em Manaus foi de, ao menos, R$ 500 mil, incompatível com a renda deles.

Notícias relacionadas

Juíza condena vereador de Manaus por nepotismo com cargo comissionado

Flávio Dino defende cuidado com declarações para evitar distorções em vídeos

Intercept divulga áudio em que Flávio fala com Vorcaro sobre parcelas para filme de Bolsonaro

TCE envia projeto à Assembleia para ampliar poder sobre instituições públicas

Comissão do Senado aprova repassar multa do FGTS diretamente ao trabalhador

Assuntos manchete, Prefeitura de Borba, Simão Peixoto
Felipe Campinas 23 de maio de 2023
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Contas do governador Wilson Lima no TCE
Política

TCE envia projeto à Assembleia para ampliar poder sobre instituições públicas

13 de maio de 2026
Dia a Dia

Vereadores defendem que policiais presos por homicídio e estupro sejam tratados de ‘forma diferente’

13 de maio de 2026
Seca de 2023 no município de Benjamin Constant, no Alto Solimões - (Foto: Divulgação/Defesa civil)
Dia a Dia

Eventos climáticos extremos no Amazonas geram mais prejuízos

13 de maio de 2026
Polícia Militar reforçou segurança na transferência de pms presos (Foto: WhatsApp/Divulgação)
Dia a Dia

‘Situação estava totalmente fora dos trilhos’, diz promotor sobre policiais militares presos

12 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?