O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Variedades

Série da Netflix dialoga com a vida real ao recriar crimes em fronteiras

12 de novembro de 2023 Variedades
Compartilhar
Maeve Jinkings
Maeve Jinkings é um dos destaques do filme DNA do Crime, que estreia na terça-feira (Foto: Reprodução/Netflix)
Por Larissa Godoy, do Estadão Conteúdo

SÃO PAULO – Com direção de Heitor Dhalia, DNA do Crime, série da Netflix que estreia nesta terça, dia 14, aborda uma faceta do crime brasileiro ainda pouco explorada em termos de imagens: o crime nas fronteiras do País, com o domínio de cidades.

Uma dinâmica “100% brasileira”, descreve Dhalia, ao Estadão. “Não existe igual. São cinematográficas as ações. Esses caras [OS CRIMINOSO]são muito ousados. Atravessam uma fronteira riquíssima de 17 mil km do Brasil, vigiada pela Polícia Federal, para dominar uma cidade em outro país. Depois fogem por diversas rotas para Argentina, Brasil e Bolívia.”

Baseado em investigações e acontecimentos reais, DNA do Crime acompanha a saga do policial Benício, papel de Rômulo Braga, e da também policial Suellen, interpretada por Maeve Jinkings, na busca pela identidade de um grupo de criminosos responsável por um assalto de grandes proporções a uma seguradora do Paraguai, perto da fronteira com o Brasil.

No entanto, para Benício, um policial que vive em função do trabalho, essa investigação assume também um caráter pessoal. Ele suspeita que o mandante do crime na fronteira, conhecido como “Sem Alma” e interpretado por Thomás Aquino, é o assassino de um colega seu de patrulha, que ocorreu durante a invasão de um presídio – Benício, claro, carrega o fardo de culpa pela morte. Movido pela necessidade de justiça, ele torna sua missão pessoal capturar o responsável por esse crime.

Heitor Dhalia usa uma gíria do crime interessante para descrever os transgressores que retrata em sua série: mente milionária. “É essa pessoa que tem uma mente genial, que consegue dominar uma cidade de outro país. Podia estar no mercado financeiro, na política, mas está no crime”, explica.

Na ficção, algumas mentes milionárias têm sido o elemento que torna uma história digna de ser vista. É o caso de Breaking Bad, com Walter White, cuja expertise em química o conduz ao perigoso mundo do tráfico de drogas. Ou do chefe da máfia Tony Soprano, que, em Família Soprano, emprega sua inteligência para gerenciar seu império do crime enquanto enfrenta questões pessoais complexas.

O diretor avança a narrativa de forma a humanizar o “Sem Alma”. Ao mostrar suas motivações, dilemas pessoais e momentos de vulnerabilidade, a série desafia estereótipos. O mesmo ocorre do lado oposto.

“Quisemos fazer personagens interessantes nas duas pontas. Porque eles são assim, de fato… complexos. Tem gente brilhante nas duas pontas”, conta Dhalia.[UM LADO] “Não foi só o bandido que fez a escolha dele ou a polícia que fez a escolha dela. Somos nós, como País, e o que escolhemos como povo, como educação, como segurança, como tudo. E o reflexo é essa ponta que mostramos na série.”

Consultores

DNA do Crime tem sua origem em 2020, durante a pandemia. Motivado pela curiosidade em relação ao tema, Dhalia embarcou em extensa pesquisa sobre o assunto. A história passou a ser desenvolvida com a ajuda de consultores – tanto da polícia quanto do crime. O diretor falou com policiais e egressos do sistema penitenciário para garantir cenas de ação e perseguição muito críveis. “Nada da série é sem base no real. Tudo tem lastro, um fundo de verdade.”

Para registros históricos, a série também retrata um avanço interessante dentro da polícia brasileira quando, a partir da iniciativa do trabalho da perícia com a coleta de DNA, foi possível aumentar o banco de dados e, consequentemente, prender os criminosos. A iniciativa rendeu ao Brasil o prêmio DNA Hit of the Year 2020, tido como Oscar do DNA, que nunca antes havia sido concedido a uma equipe brasileira.

Para Rômulo Braga, dar vida a Benício foi uma oportunidade de se aproximar de uma realidade que chega imbuída de vieses. “Cada profissional carrega seu arquétipo, sua entidade policial. Mas o que eu aprendi, para além dessa entidade policial, foi que a série aprofunda essa camada subjetiva de cada personagem.”

Maeve Jinkings concorda: “Sinto que eu tenho ferramentas melhores de empatia para me aproximar da humanidade desses profissionais”. Com Suellen, a atriz foi destaque em DNA do Crime desde o início. Maeve imprime autoridade e entrega humor num tempo perfeito. E aborda não só a questão da escassa representatividade feminina dentro da polícia, mas também as consequências disso para a família. “Gosto do dilema da personagem na série, o que representa colocar uma mulher nesse cenário, tendo tão poucas nesse gênero.”

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Notícias relacionadas

Morre Tom Kane, referência na dublagem de personagens de animação

Lady Gaga disputará o Emmy com música de Wandinha

Artista plástico remove Virginia Fonseca de painel da Copa

‘Maravilhosa’, diz Alice Braga sobre nova relação conjugal

Renda sobe no Brasil, mas não consegue acompanhar custo de vida

Assuntos brasil, Crime, DNA do Crime, Filme brasileiro, Netflix
Valmir Lima 12 de novembro de 2023
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Dinheiro
Economia

Renda sobe no Brasil, mas não consegue acompanhar custo de vida

16 de maio de 2026
Política

Câmara aprova pena maior para crimes de estupro e registro de intimidade sexual

7 de maio de 2026
Fábrica da BYD, multinacional chinesa de carros elétricos: expansão na Europa (Imagem: YouTube/Reprodução)
Economia

Brasil é o terceiro em investimentos estrangeiros, atrás de China e EUA

1 de maio de 2026
Feira no Rio de Janeiro reúne migrantes de vários países (Foto: ABr/Agência Brasil)
Dia a Dia

Brasil abriga 2 milhões de migrantes; 414 mil trabalham formalmente

1 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?