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Política

Senadores negociam com empresários dos EUA para reverter tarifaço ao Brasil

28 de julho de 2025 Política
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Em Washington, mais de 2.000 foram infectados com a Covid-19 e mais de cem morreram (Foto: Arquivo/Agência Brasil)
Casa Branca, sede do governo dos EUA: Donald Trump impôs tarifa de 50% a produtos brasileiros (Foto: Arquivo/Agência Brasil)
Por Aline Bronzati, do Estadão Conteúdo

WASHINGTON – Na semana decisiva do tarifaço do presidente Donald Trump, senadores brasileiros têm reuniões com representantes do setor privado em Washington, nos Estados Unidos, para tentar impedir que o Brasil lidere a lista dos países mais afetados pela nova política comercial americana.

Depois de chegar a um consenso para taxar em 15% a Europa, o acordo mais importante e esperado de um lado a outro do Atlântico, o republicano disse que não haverá mais adiamentos para a entrada em vigor das novas taxas, previstas para a sexta-feira, dia 1º de agosto.

Trump afirmou no domingo (27) que não deve adiar o início das tarifas prometidas aos parceiros comerciais, o que inclui o Brasil. O mercado chegou a cogitar a possibilidade de novos adiamentos. Aliás, esse foi o motivo do apelido “TACO Trump”, sigla que vem da expressão “Trump Always Chickens Out”, ou “Trump Sempre Amarela”, que vem sendo utilizada por operadores em Wall Street para verbalizar o vaivém do americano nas tarifas.

“Sem extensões. Sem mais períodos de carência. Em 1º de agosto, as tarifas estão definidas. Elas entrarão em vigor”, disse o secretário do Comércio dos EUA, Howard Lutnick, em entrevista à Fox News, neste domingo.

É neste contexto que senadores brasileiros estão em Washington para tentar negociar a taxação de 50% sobre o Brasil, a alíquota mais elevada até agora. Trata-se da primeira missão que vai à capital americana após os EUA ameaçarem o país por meio de carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mencionando razões políticas para a medida, como o que chamou de uma “caça às bruxas” ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Os senadores brasileiros devem encontrar a capital americana esvaziada por causa do início do recesso parlamentar nos EUA. Por essa razão, as conversas na capital americana devem se concentrar mais no setor privado.

A agenda oficial da missão começa nesta segunda-feira (28), mas não foi totalmente divulgada por conta dos ataques que a comitiva sofreu, disse uma fonte ao Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, embora a comitiva conte com senadores ligados ao bolsonarismo. No fim de semana, os senadores se reuniram para atualizar a pauta e as demandas do Brasil.

A primeira parada dos parlamentares em Washington será a residência oficial da embaixadora do Brasil nos EUA, Maria Luiza Viotti, o que ocorreu na desta segunda. Também está prevista uma reunião na sede da Câmara de Comércio dos EUA, com lideranças empresariais e representantes do Brazil-U.S. Business Council, principal organização de lobby empresarial em prol da relação comercial entre o Brasil e os EUA.

“Esta missão representa uma resposta madura do Parlamento brasileiro para retomar o diálogo com os Estados Unidos e proteger os interesses do nosso setor produtivo”, afirmou o presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, Nelsinho Trad (PSD-MS).

A comitiva é formada ainda pelos senadores Tereza Cristina (PP-MS), ex-ministra da Agricultura; Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Senado; Astronauta Marcos Pontes (PL-SP), ex-ministro de Ciência, Tecnologia e Inovações; Rogério Carvalho (PT-SE), líder do PT no Senado; Carlos Viana (Podemos-MG); Fernando Farias (MDB-AL); e Esperidião Amin (PP-SC).

Base legal

Nos próximos dias, é esperado que o presidente Trump assine uma ordem executiva com as justificativas legais para tarifar o Brasil em 50%, conforme relatos na imprensa. Isso porque a investigação do Escritório de Representação de Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês) para apurar práticas comerciais injustas no Brasil, com o mesmo objetivo, poderia consumir mais tempo.

Lula afirmou na sexta-feira (25) que o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB), liga todos os dias para interlocutores americanos para conversar sobre a tarifa de 50% que será aplicada aos produtos brasileiros, mas que ninguém o atende. O governo brasileiro já teve dez reuniões com os EUA, segundo o presidente.

“Reiteramos que a soberania do Brasil e o estado democrático de direito são inegociáveis. No entanto, o governo brasileiro continua e seguirá aberto ao debate das questões comerciais, em uma postura que já é clara também para o governo norte-americano”, afirmou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, em nota, na noite deste domingo.

Na prática, nenhum avanço foi alcançado para evitar o tarifaço ao Brasil a partir de sexta-feira. Ao contrário, nos bastidores, há o temor de que Trump adote mais sanções contra o Brasil no campo diplomático ou financeiro.

“Trump vai fazer o que ele quiser. Ele vê o Brasil como um alvo fácil porque o País representa apenas cerca de 1% das importações dos EUA, e assim o efeito da inflação provavelmente existe, mas é pequeno”, disse o vice-presidente executivo da Americas Society e do Conselho das Américas (AS/COA), Brian Winter, em entrevista ao Broadcast.

As importadoras de suco de laranja Johanna Foods e Johanna Beverage Company entraram na Justiça americana contra a medida, alegando que custos adicionais de US$ 68 milhões nos próximos 12 meses elevariam entre 20% e 25% o preço que os consumidores pagam pela bebida. As empresas também questionam a constitucionalidade da tarifa.

Além disso, senadores americanos enviaram uma carta a Trump, na qual acusam o presidente de “claro abuso de poder” na taxação sobre o Brasil e afirmam que interferir no sistema jurídico de uma nação soberana cria um “precedente perigoso” e provoca uma “guerra comercial desnecessária”.

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Assuntos senadores, tarifaço, tarifas alfandegárias
Cleber Oliveira 28 de julho de 2025
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