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Economia

Senado aprova licença-maternidade de 180 dias para celetistas

4 de abril de 2018 Economia
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Amamentação licença maternidade
Trabalhadoras de empresas privadas, pela proposta, terão 180 dias de licença para amamentar os filhos (Foto: Marcos Santos/USP Imagens)

Da Agência Senado

BRASÍLIA – A licença-maternidade para trabalhadores celetistas deve passar de 120 para 180 dias. Esta foi a proposta aprovada nesta quarta-feira, 4, na CAS (Comissão de Assuntos Sociais) do Senado. Por tramitar em regime terminativo, o projeto (PLS 72/2017) segue agora para análise da Câmara dos Deputados.

O relator Paulo Paim (PT-RS) ressaltou que o período de seis meses dedicado à amamentação exclusiva é indicado pela OMS (Organização Mundial de Saúde) e pelo Ministério da Saúde. Ele citou bons resultados que no seu entender já vem obtendo o programa Empresa Cidadã, que concede benefícios fiscais para empresas que já ampliam a licença-maternidade das funcionárias para 180 dias.

Paim também disse que o aumento da licença-maternidade tem respaldo científico, além de ser o melhor para o país economicamente.

“De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, os bebês que ficam seis meses ao lado da mãe têm reduzidas as chances de contrair pneumonia, desenvolver anemia e sofrer com crises de diarreia. O Brasil gasta somas altíssimas por ano para atender crianças com doenças que poderiam ser evitadas, caso a amamentação regular tivesse acontecido durante estes primeiros meses de vida”, argumentou Paim.

O senador elogiou a autora do projeto, senadora Rose de Freitas (PMDB-ES), e lembrou que o texto faz parte da pauta em discussão no Senado visando ao empoderamento feminino.

Ponderações

A proposta, entretanto, foi criticada pelo senador Cidinho Santos (PR-MT), que teme que a medida possa prejudicar as mulheres no que se refere às contratações no mercado de trabalho.

“Aqui na CAS o negócio é jogar a conta pras empresas pagarem, é jogar pra platéia. Avaliam que estão ajudando, e podem é estar criando mais dificuldades”, criticou.

A presidente da CAS, Marta Suplicy (PMDB-SP), se definiu como feminista e disse perceber méritos no projeto, mas entende que a ponderação de Cidinho tem procedência, pois as condições econômicas do país ainda são difíceis. Marta lembrou, no entanto, que os seis meses de licença-maternidade já fazem parte da rotina de diversos países europeus e que talvez este seja o momento de encarar o desafio de implantá-la também por aqui.

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Assuntos CAS, licença maternidade, Paulo Paim, projeto de lei, Senado
Valmir Lima 4 de abril de 2018
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