O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Esporte

Sem renda, 430 jogadores esperam receber R$ 600 de auxílio do Sindicato

9 de julho de 2020 Esporte
Compartilhar
Sem jogos, jogadores não tem renda e aguardam auxílio de Sindicato (Foto: FramePhoto/Folhapress)
Por Alex Sabino, da Folhapress

SÃO PAULO – Ao final da Série A3 do Campeonato Paulista do ano passado, o atacante Washington, 32, ficou sem contrato com o EC São Bernardo. Tinha certeza de que chegariam novas propostas, mas elas minguaram.

Apareceu apenas uma, de um clube de Roraima. O contrato seria por três meses para receber R$ 2.000 no total, R$ 666 a cada 30 dias. “Eu moro de aluguel em São Paulo. Não poderia aceitar uma coisa dessas”, afirma. Ele ficou desempregado.
O mesmo aconteceu com o zagueiro Gustavo Woody, 24. Seu último clube foi o Taboão da Serra, na Segunda Divisão de São Paulo (apesar do nome, é o quarto nível do futebol estadual). Quando seu acordo com o clube se encerrou, o defensor estava com lesão no joelho e no meio de tratamento de fisioterapia. Hoje, está recuperado.

Eles são 2 dos cerca de 430 jogadores profissionais que se inscreveram para receber R$ 600 do Sindicato dos Atletas Profissionais do Estado de São Paulo.

Para ajudar a arrecadar esses valores, a entidade realizou uma transmissão ao vivo no Instagram no último fim de semana, com shows de grupos de samba e incentivo a doações.

Conseguiu cerca de R$ 18 mil. Com doações de patrocinadores e do próprio sindicato, foram arrecadados mais R$ 190 mil. Faltam R$ 50 mil para conseguir pagar os 430 atletas.

“Estou treinando só em casa e tenho de ajudar a pagar as contas. Vai dar para fazer alguma coisa. Esse dinheiro chegará em muito boa hora”, afirma Woody, que começou nas categorias de base do União Mogi, de Mogi das Cruzes (a 56 km de São Paulo). Quem tem sustentado a casa nesse período é a sua namorada, Isabela.

Woody tem algo em comum com Washington, além de ambos estarem incluídos no cadastro para receberem o benefício do sindicato. Desempregado, o atacante cuida do filho Lucas, 5, enquanto a mulher, Patrícia, trabalha.

“Eu estava na várzea e ganhava algum dinheiro. Os times também me ajudavam a pagar uma conta aqui e outra ali. Mas parou tudo. Comecei a vender planos de saúde, mas faz três meses que não consigo vender nem uma bala. Está bem complicado”, admite.

Woody e Washington fazem parte de uma legião sobre a qual não há estatísticas confiáveis: a de jogadores que contam com os torneios fora da elite do país para conseguirem um contrato. Nem o sindicato paulista nem a Fenepaf (entidade nacional) sabem quantos eles são.

A entidade paulista considera atleta profissional quem desempenhou a função, com carteira assinada, por pelo menos três meses na carreira.

Por causa da pandemia de Covid-19, os torneios foram paralisados em março. A Série A1 será reiniciada no próximo dia 22. Na próxima terça, 14, acontecerá uma reunião com as equipes da A2 para definir uma data para a retomada. A A3 e a Segunda Divisão ainda estão no escuro.

Desde o início da pandemia, o sindicato estadual distribuiu 160 cestas básicas a jogadores do interior que estavam sem renda.

“Temos alguns atletas (famosos) que prometeram nos ajudar, entre eles o Neymar. Desde que começou a pandemia, recebemos vários emails com pedidos de ajuda. A gente estabeleceu que seria um valor de referência igual ao auxílio dado pelo governo (federal): R$ 600. Quem se inscreveu declarou estar sem renda e se associou ao sindicato, mesmo que seja na modalidade gratuita”, afirma o presidente Rinaldo Martorelli.

A maioria dos jogadores que entrou no programa e receberá o dinheiro não quer aparecer. Assim como os que procuraram os apoios psicológico e de assistência social do sindicato desde o início da crise provocada pela pandemia. São raros os casos como o de Washington, que fala sem medo dos problemas financeiros no mundo do futebol.

Nenhuma decepção para ele vai se igualar à vivida em 2007, quando chamou a atenção de Vanderlei Luxemburgo, que queria levá-lo para o Santos. Ele conta que estava tudo acertado para a liberação do São Bernardo, mas no último momento o clube mudou de ideia e exigiu um pagamento. O negócio não foi fechado.

“Voltei para o São Bernardo. Foi triste. Mas o pior foi que, meses depois, antes de acabar o contrato, me dispensaram”, relembra, brincando que os R$ 600 que espera receber na próxima semana não vão quebrar um galho. “Vão quebrar uma árvore inteira”.

No universo das divisões menores, são poucos os que, como Woody, conseguiram guardar algum dinheiro. Mas mesmo este já foi consumido pelos meses parados. “É muito, muito tempo para ficar sem renda. Não tem como se sustentar”, constata.

Woody e Washington têm, como todos os jogadores que se inscreveram para receber os R$ 600, esperança de que voltarão à ativa com o reinício do futebol. Mas é um palpite.

“Ninguém sabe como vai ficar. A situação está difícil. E isso preocupa todo mundo”, finaliza o atacante, enquanto pede licença para tomar conta do pequeno Lucas.

Notícias relacionadas

Argentino Enzo Fernández é o autor do gol 3 mil em Copas do Mundo

Suíça vence Colômbia nos pênaltis e enfrentará a Argentina nas quartas de final

Argentina reverte desvantagem de 2 gols, vira e elimina o Egito

Espanha marca no fim, derrota Portugal e vai às quartas de final

Ancelotti diz que passagem do Brasil pela Copa do Mundo foi ‘experiência bonita’

Assuntos auxílio, jogadores, sindicatos
Redação 9 de julho de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Jogadores da Argentina correrem para celebbrar título mundial após cobrança de pênalti decisivo (Foto: Reprodução/Twitter/@fifaworldcup_pt)
Esporte

Copa 2026 tem 22 campeões mundiais, 17 são da Argentina

17 de junho de 2026
Construção civil
Economia

Trabalho no feriado terá que ser acertado entre patrões e empregados

2 de junho de 2026
Esporte

Jogadores que taparem a boca em atos discriminatórios serão expulsos

28 de abril de 2026
Sede do Flamengo: ONG processa o clube por racismo institucional (Foto: CRF/Divulgação)
Esporte

Flamengo obteve R$ 2,089 bilhões em receita e reduziu dívida

1 de abril de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?