
Do ATUAL
MANAUS – A SES (Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas) informa, em nota, que não há falta de medicamentos na rede pública do estado conforme alegação do deputado federal Amom Mandel (Cidadania-AM). Conforme a SES, a Central de Medicamentos está abastecida e o estoque é regular.
Segundo a SES, na relação de medicamentos em falta apresentada pelo deputado Amon Mandel constam itens de competência do governo federal.
O parlamentar esteve com a secretária de Saúde do estado, Nayara Maksoud, nesta quinta-feira (27). Ele cobrou explicações sobre possível falta de remédios e aplicação de recursos federais nos hospitais públicos do estado. Amom é integramente da Comissão de Saúde da Câmara.
Confira a nota da Secretaria de Saúde na íntegra.
“A Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM) informa que no momento dispõe de todos os itens apresentados pelo deputado Amon Mandel e que são da competência do Estado. A rede está abastecida e a Central de Medicamentos do Amazonas (Cema) possui hoje a mais regular situação de estoque de todos os tempos. As informações estão sendo respondidas de forma oficial, pela secretaria, ao gabinete do deputado, observando o status de cada item.
A SES-AM reforça que cumpre rigorosamente a legislação na utilização de recursos de emenda federal, com atenção especial às recentes orientações quanto a essa forma de repasse. A secretaria considera de extrema importância que os deputados acompanhem a aplicação dos recursos e está aberta para prestar todas as informações que se façam necessárias.
É importante esclarecer que na relação de medicamentos apresentada pelo deputado Amon Mandel constam também itens de competência do governo federal, como é o caso das insulinas Glargina, Lispro, Regular e NPH e do Tracolimo de 1 e 5 Mg, e municipal, a exemplo do Valproato de Sódio e a Prednisona.
Para o melhor atendimento dos pacientes assistidos pelo Estado, a SES-AM descentralizou a entrega dos medicamentos que integram o Componente Especializado de Assistência Farmacêutica (Ceaf) para as unidades de saúde de referência. A medida garante que o medicamento esteja à disposição do cidadão na unidade onde ele faz o seu acompanhamento.
Ressalta-se também que o cenário da indústria farmacêutica no Brasil oscila entre a oferta e a escassez de matéria-prima mantendo o mercado, muitas vezes, inseguro na produção e aquisição de insumos em escala nacional.
Ademais, todos os itens da relação padrão de medicamentos possuem protocolos de substituição para que os pacientes não fiquem desassistidos em um eventual desabastecimento”.
