O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Seca isola Alvarães (AM) e gera aumento de preços de alimentos

24 de setembro de 2024 Dia a Dia
Compartilhar
Orla de Alvarães: rio desapareceu e imensa faixa de areia surgiu na paisagem (Foto: Defesa Civil de Alvarães/Divulgação)
Orla de Alvarães: rio desapareceu e imensa faixa de areia surgiu na paisagem (Foto: Defesa Civil de Alvarães/Divulgação)
Por Feifiane Ramos, do ATUAL

MANAUS — Localizado às margens do Rio Solimões, o município de Alvarães (a 531 km de Manaus) está isolado pela seca. No porto da cidade não atraca mais navio de médio e grande porte, apenas pequenas embarcações. O abastecimento na cidade é feito a pé, o que encarece os preços de alimentos básicos.

Moradores registram em vídeo e fotos a imensa área de areia e quase nenhuma água. Casas flutuantes estão em terra firme. Segundo a Defesa Civil municipal, a seca afeta 2.072 famílias – 8.288 pessoas. Alvarães tem 16.220 habitantes.

Sidney Rodrigues da Silva, secretário da Defesa Civil de Alvarães, informa que aproximadamente 61 comunidades estão isoladas. Ele disse que a situação este ano é mais grave com a descida “mais acelerada” das águas do que em 2023, quando foi registrada a maior seca da história no Amazonas.

“Ela [embarcação] não está mais fazendo embarque e desembarque na sede do município. Está fazendo em uma comunidade a 30 minutos daqui [de Alvarães], na Aldeia do Marajaí. O barco já não chega mais no cais […]. Agora, nós estamos correndo um grande risco de a nossa cidade, a sede do município, ficar isolada”, disse Sidney Rodrigues.

Sem o rio, abastecimento de Alvarães é por terra o que encarece produtos (Foto: Defesa Civil de Alvarães/Divulgação)
Sem o rio, abastecimento de Alvarães é por terra o que encarece produtos (Foto: Defesa Civil de Alvarães/Divulgação)

O secretário também menciona que a navegação na orla da cidade, anteriormente com grandes embarcações, está difícil até para barcos pequenos devido à formação de blocos de areia.

Outro ponto crítico são as queimadas. “Graças à descida aqui diretamente no nosso município, temos risco, sim, visível, mas não é aquele risco iminente. A questão da queimada mesmo, do incêndio florestal, queimada próxima da cidade, a gente tem feito uma vistoria severa com a Secretaria de Meio Ambiente”, afirma.

Todos os municípios do estado estão em situação de emergência, decretado em junho pelo governador Wilson Lima.

Sem farinha e alimentos caros

Iléia Duarte, moradora do município, relata que a seca deste ano é mais intensa do que a do ano passado. Ela precisa se deslocar da cidade para a comunidade do Juruamã, onde a família possui uma casa. A viagem, que antes levava cerca de uma hora, agora dura em média 2 horas e meia.

“Está mais seco porque ano passado, nessa época, o rio ainda estava mais cheio. Tem uma praia ao lado daqui [Juruamã] onde a gente encosta e, provavelmente, no próximo mês não dará mais para atracar porque tá muito seco mesmo. O pessoal da comunidade que mora mais ali em cima já atravessa para a praia andando. No ano passado não secou tanto”, relata.

Porto de Alvarães: apenas canoas conseguem atracar na orla da cidade (Foto: Audelino Castro/Divulgação)
Porto de Alvarães: apenas canoas conseguem atracar na orla da cidade (Foto: Audelino Castro/Divulgação)

Iléia diz que o maior impacto na vida da família é a produção de farinha, uma das fontes de renda. Com a descida dos rios, os igarapés onde são colocadas mandiocas de molho, um processo essencial para a produção, secaram.

“A questão é que não se pode mais fazer farinha. Os igarapés secaram tudo e isso compromete a renda aqui de casa. Causa também a perda da roça [onde se planta] e encarece o produto, pois se produz menos”, afirma.

Ileia acrescenta que antes a família ia todos os finais de semana para Alvarães, mas agora vão com menos frequência devido ao aumento do tempo de deslocamento e ao perigo causado pela formação de blocos de areia e desmoronamentos de barrancos.

Ela também menciona que os preços dos alimentos aumentaram consideravelmente. “O preço da linguiça era R$ 27, agora tá R$ 38 o quilo. O arroz, que a gente comprava por R$ 5,50, agora está entre R$ 7,30 e R$ 8. Tudo tá muito caro. Tudo dobrou mesmo de preço”.

Praia no lugar do rio na Comunidade Juruamã: dificuldade para produzir farinha (Foto: Iléia Duarte/Divulgação)
Praia no lugar do rio na Comunidade Juruamã: dificuldade para produzir farinha (Foto: Iléia Duarte/Divulgação)

Amazonas

Desde que houve o decreto de situação de emergência, conforme Boletim da Defesa Civil, divulgado nesta segunda-feira (23), a estiagem já afeta 123.250 mil famílias, cerca de 492.962 mil pessoas em todo o Amazonas.

A capital amazonense, banhada pelo Rio Negro, a cota do nível do rio está em 14,49 metros. A cota mínima registrada em 2023 foi de 12,70, ou seja, rio está a 1,79 metros para atingir a cota histórica, conforme dados do Porto de Manaus.

Notícias relacionadas

PT aprova candidatura de Marcelo Ramos ao Senado e apoio a Omar

‘Em vez de renascimento tecnológico, vivemos um pesadelo anti-humano’, diz Douglas Rushkoff

Saiba como pedir reembolso de produtos Ypê suspensos pela Anvisa

Pandemia reduziu expectativa de vida no AM em 5,8 anos, aponta estudo

Ex-governador deve ser julgado pelo STJ mesmo após deixar cargo

Assuntos Alvarães, destaque, estiagem, Rio Solimões, seca dos rios
Feifiane Ramos 24 de setembro de 2024
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Marcelo Ramos e Omar Aziz
Política

PT aprova candidatura de Marcelo Ramos ao Senado e apoio a Omar

16 de maio de 2026
A Anvisa suspendeu fabricação, comercialização e distribuição de diversos produtos da marca Ypê (Foto: AM ATUAL)
Dia a Dia

Saiba como pedir reembolso de produtos Ypê suspensos pela Anvisa

16 de maio de 2026
entrerros covid-19
Dia a Dia

Pandemia reduziu expectativa de vida no AM em 5,8 anos, aponta estudo

16 de maio de 2026
Política

Ex-governador deve ser julgado pelo STJ mesmo após deixar cargo

16 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?