O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

‘Resposta jurídica é o impeachment’, diz Witzel sobre divulgação de vídeo por Bolsonaro

27 de fevereiro de 2020 Política
Compartilhar
wilson-witzel
Governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (Foto: Fernando Frazão/ABr)
Por Marina Dias, da Folhapress

WASHINGTON, EUA – O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), disse nesta quinta-feira, 27, que o impeachment é a resposta jurídica para a atitude de Jair Bolsonaro de divulgar vídeos convocatórios para manifestações contra o Congresso e o STF (Supremo Tribunal Federal) marcadas para 15 de março. 

Segundo o governador, os protestos são “uma afronta à Constituição” e, se o presidente quisesse fazer algo em “caráter pessoal” -como justificou o disparo das mensagens-, deveria renunciar ao cargo.

“A resposta jurídica para isso é o impeachment”, afirmou Witzel após participar de um evento em Washington, nos EUA. Ele disse que o comportamento do presidente dá apoio “a um movimento destrutivo para a democracia.”

“Quem exerce um cargo de mandatário do povo para poder criar dias melhores para a população, um diálogo respeitando as instituições, não pode ter um comportamento como esse. O que se espera do presidente é que ele respeite as instituições, é que ele dialogue com o Congresso, dialogue com os governadores.”

“Quer fazer em caráter privado? Renuncie à Presidência da República e pode fazer em caráter privado. Enquanto ele for presidente, o que ele fala, o que ele faz, o que ele comunica, para quem quer que seja, é comunicação do presidente da República, e nós não podemos aceitar que um presidente da República, diante de uma movimento destrutivo da democracia, compartilhe esse tipo de vídeo.”

Na terça-feira, 25, Bolsonaro enviou vídeos a amigos pelo WhatsApp que conclamam a população a ir às ruas para atos contra o Congresso e o STF, gerando reação de diversas autoridades. 

Pressionado por integrantes do Legislativo e do Judiciário, o presidente agiu para tentar aplacar a crise. Disse que troca mensagens de “cunho pessoal” no aplicativo e que “qualquer ilação fora desse contexto são tentativas rasteiras de tumultuar a República.”

Decano do STF, Celso de Mello já havia reagido à atitude de Bolsonaro e disse que a conclamação do presidente para os atos contra a corte e o Congresso, “se confirmada”, revela seu despreparo para o cargo.

“O presidente da República, qualquer que ele seja, embora possa muito, não pode tudo, pois lhe é vedado, sob pena de incidir em crime de responsabilidade, transgredir a supremacia político-jurídica da Constituição e das leis da República”, afirmou Mello à Folha de S.Paulo.

A Constituição vincula a infração de crime de responsabilidade a atos do presidente que agridam o livre exercício do Legislativo.

Witzel e Bolsonaro estão em constante disputa política e, no ano passado, a relação esgarçou ainda mais quando o presidente acusou o governador de ter interferido nas investigações do Ministério Público sobre  suposto esquema no gabinete de Flávio Bolsonaro na Assembleia do Rio e no caso do assassinato da vereadora Marielle Franco.

O governador, que se elegeu em 2018 com uma agenda ligada a Bolsonaro, nega qualquer tipo de intervenção nas apurações e disse que estuda entrar como uma queixa-crime contra o ex-aliado no Supremo.

Na avaliação de Witzel, há outros motivos, para além da divulgação dos vídeos por Bolsonaro, que poderiam levar ao impeachment do presidente. A falta de diálogo com os governadores e a crise econômica são dois deles.

“Se não gerar emprego, não resolver o problema dos estados e municípios, a economia não avançar, ele próprio [Bolsonaro] vai ser colocado para fora do poder, ou pelo voto em 2022, ou num processo de impeachment que naturalmente vai ser levado a efeito diante daquilo que ele está fazendo contra as instituições democráticas.”

O governador afirmou que havia recebido o vídeo nesta quinta de um deputado federal e estendeu o celular a jornalistas para mostrar as imagens de parlamentares, governadores e dos presidentes da Câmara, do Senado e do STF sob ataques.

No filme, em que Witzel também aparece, as autoridades são identificadas como doenças e Bolsonaro, como salvador do país, sob a trilha sonora de “O Pulso”, interpretada pela banda Titãs.

“Você querer incriminar o Congresso, sem provas, sem qualquer fundamento minimamente jurídico ou de fato, um movimento como esse é um movimento que não está buscando o bem do país, está buscando a desconstrução do país, a desconstrução das instituições”, completou o governador.

Notícias relacionadas

Governador nomeia Leda Mara para o 3º mandado na chefia do MPAM

Lula defende tempo de mandato e novos critérios para escolhas de ministros do STF

Lula diz que é preciso investigar todos os ministros do STF, sem distinção

Cármen Lúcia diz que STF provocou mal-estar cívico na população

Sem voto de Dino, placar fica 4 a 3 para não juntar processos de Moraes e Menconça

Valmir Lima 27 de fevereiro de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Política

Governador nomeia Leda Mara para o 3º mandado na chefia do MPAM

15 de setembro de 2026
Esporte

Vasco se impõe, vence o Santa Fe e vai à semifinal da Sul-Americana

15 de setembro de 2026
Esporte

Fluminense perde, mas avança às semifinais da Copa Libertadores

15 de setembro de 2026
Cartão de Crédito
Economia

Lula diz que cartões de crédito são ‘coisas criminosas’

15 de setembro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?